
O Brasil ganhou alguns pontos no ranking de desenvolvimento humano da Organização das Nações Unidas (ONU), mas, entre os latino-americanos, continua atrás de Chile, Argentina, Uruguai, Cuba, México, Venezuela e Panamá.
O avanço brasileiro foi de 0,02%. O relatório da ONU, divulgado hoje, traz o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos países, que mede o bem-estar dos cidadãos, usando critérios como educação, saúde e renda per capta.
O Brasil ganhou alguns pontos em relação ao ano passado, mas se manteve na 75ª posição, dentro da categoria “desenvolvimento humano elevado”. A boa notícia é que deixou de ser o lanterna desse grupo, diz o Estadão. No topo do ranking de 182 países estão Noruega, Austrália e Islândia. No final da lista, Níger, Afeganistão e Serra Leoa.
Educação, saúde, segurança: é por aí que o País vai deixar de ser apenas a 10ª economia do mundo, para também ser o 10º em IDH. Politicagem, messianismo, assistencialismo e corrupção são itens que deveriam ausentar-se da gestão pública brasileira.
O desenvolvimento da educação é emblemático: esta semana conversamos com uma aluna do 6º semestre de Agronomia da Universidade Estadual do Piauí, no campus de Corrente. Pois a criatura não sabia o que eram macronutrientes, não sabia o que era uma dicotiledônea, nunca tinha visto falar nos nomes científicos da soja e do milho. Nada sabia. E afirma que é uma das primeiras alunas da sua turma. Imagina o resto!. Imagina o Brasil, universitário e analfabeto!
