




O governo de Luiz Inácio Lula da Silva não irá aceitar a proposta dos EUA no setor de terras raras para a criação de uma reserva de mercado aos americanos. A avaliação é de que o projeto submetido nesta semana limita a autonomia do país na administração e destino dos minérios e perpetua uma assimetria no setor considerado como estratégico.
Nesta semana, o governo Trump apresentou a cerca de 50 países a ideia do lançamento de uma aliança para conter o peso da China no setor de terras raras e criar um mercado preferencial entre fornecedores e o mercado americano.
O ICL Notícias revelou com exclusividade o rascunho da proposta apresentada por Washington e que foi enviada ao Brasil.
Em resumo, a Casa Branca queria um compromisso dos governos para que as reservas no Brasil e em outros locais sejam preservadas para o consumo dos EUA.
Um segundo aspecto é a garantia de que esses países, inclusive o Brasil, não privilegiem o comércio com a China.
A Argentina aceitou, assim como outros 13 países. Mas, para o governo brasileiro, tal proposta “não faz sentido”. O que Brasília quer saber é o que os EUA têm a oferecer e insiste que “não está desesperado”.
O governo considera que é o Brasil que tem os minerais cobiçados pelos EUA e que quer evitar uma relação assimétrica na qual o país se limitaria a ser um vendedor de matéria prima.
Para o Palácio do Planalto, a aposta é que o setor de minérios será tão estratégico que os investidores vão buscar um equilíbrio para também atender às demandas do país onde estão as reservas.
Entre os pontos centrais do pacto está a criação de um sistema de controle de preços, a garantia de que barreiras não serão estabelecidas e que um acesso seja estabelecido às reservas do país que aceite o entendimento com a Casa Branca.
Segundo o pacto:
Os participantes comprometem-se a intensificar os esforços de cooperação para acelerar o abastecimento seguro de minerais críticos necessários para apoiar a fabricação de tecnologias de defesa e avançadas e suas respectivas bases industriais. Isso inclui o aproveitamento de instrumentos políticos existentes, como a infraestrutura de demanda e estocagem industrial dos Estados Unidos e as reservas estratégicas do [País X].
Há ainda o compromisso de que haja um licenciamento acelerado das zonas de exploração:
Os participantes estão tomando medidas para acelerar, simplificar ou desregulamentar os prazos e processos de licenciamento, incluindo a obtenção de licenças para mineração, separação e processamento de minerais críticos e terras raras dentro de seus respectivos sistemas regulatórios nacionais, em conformidade com a legislação aplicável.
Um dos trechos ainda revela o compromisso dos governos “parceiros” em mapear suas reservas e fornecer os dados aos EUA.
“Participantes pretendem cooperar para auxiliar no mapeamento de recursos minerais no [País X], nos Estados Unidos e em outros locais mutuamente determinados para apoiar cadeias de suprimentos diversificadas de minerais críticos”, afirma o acordo.
O governo brasileiro admite que, durante o encontro entre Lula e Trump em março na Casa Branca, o tema será colocado sobre a mesa pelos EUA. O Brasil já indicou que está disposto a dialogar. Mas desde que não seja nessas bases. O governo ainda não quer que esse tema seja usado como barganha para a retirada de tarifas contra produtos brasileiros que o Itamaraty consideram que são injustificadas.
Além disso, o Brasil quer garantias de que haja um fluxo de investimentos no país para evitar que a economia nacional seja apenas fornecedora de matéria-prima para a produção de alta tecnologia dos EUA.
Sem a possibilidade de aceitar o pacote apresentado nesta semana, o Itamaraty quer apostar num acordo bilateral.
Nesse aspecto, a ideia é a de criar uma situação na qual os americanos poderiam investir, processar e comprar os frutos do processamento. E não apenas levar os minérios e, depois, revender ao Brasil tecnologia.
O Brasil ainda quer manter seu direito de colocar barreiras para impedir a exportação de minérios.
No acordo comercial entre o Mercosul e a UE, por exemplo, o bloco sul-americano se reservou o direito de impor taxas para evitar o fluxo para fora do país, caso considere necessário e estratégico para a política industrial.
Enquanto negocia com os EUA, o governo brasileiro costura um acordo no setor de terras raras com a Índia. O pacto pode ser assinado durante a visita do presidente Lula ao país asiático, na próxima semana.
Do ICL Notícias.

Um grave acidente registrado na manhã deste domingo (8) na BA-099, nas proximidades da Praia do Forte, no Litoral Norte da Bahia, terminou com quatro pessoas mortas e uma ferida.

Segundo informações iniciais, o carro onde estavam cinco ocupantes sofreu um forte impacto e ficou completamente destruído. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas para prestar socorro no local.

Quatro vítimas não resistiram aos ferimentos e morreram ainda na rodovia. A quinta pessoa foi resgatada com vida e encaminhada para uma unidade de saúde da região, mas o estado de saúde não foi divulgado até o momento.

As causas do acidente ainda serão investigadas. Os corpos foram removidos pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), que ficará responsável pela perícia.

Em contato com a reportagem do Bahia.ba a Polícia Civil (PC-BA), afirmou que “a ocorrência está em fase de registro”.

No que diz respeito a petróleo, o Brasil não tem muito do que se queixar. Recentemente, o país fez duas grandes descobertas que podem valer bilhões de reais. Ambas aconteceram no final do ano passado, mais precisamente nos meses de outubro e novembro.
A primeira trata da possibilidade de extração de 10 bilhões de barris de petróleo na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. Esse número representa algo próximo às reservas exploráveis do pré-sal que são da ordem de 12 bilhões de barris.
De acordo com o documento do Ministério de Minas e Energia, a exploração pode resultar em “10 bilhões de barris de petróleo recuperáveis, em similaridade com as descobertas da Guiana e Suriname”. O texto também fala em uma estimativa de investimentos futuros de US$ 56 bilhões e arrecadação estatal de US$ 200 bilhões.
Já a outra descoberta diz respeito a um reservatório de petróleo na Bacia de Campos, litoral do Rio de Janeiro. As avaliações iniciais classificaram o petróleo como sendo de qualidade excelente. É mais uma iniciativa, conduzida pela Petrobras, que pode render bilhões de reais aos cofres brasileiros.
Embora não seja um dos países que mais possuem reservas de petróleo no mundo, o Brasil ocupa uma boa posição no ranking: 16ª. São 11,9 bilhões de barris em reservas comprovadas. Quem lidera a lista é a Venezuela, seguida por Arábia Saudita e Irã, como pode ser visto logo abaixo.

Da Folhapress
O ex-ministro da Infraestrutura e atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), eleito em 2022 sob o apelido de “Tarcisão do Asfalto”, chega às vésperas do período eleitoral com um histórico de entraves no setor rodoviário, área apontada como uma de suas principais vitrines de gestão.
O apelido foi criado durante a campanha para associar o então candidato à imagem de um executor eficiente de obras. Embora tenha conseguido destravar o principal projeto do setor, a retomada do trecho norte do Rodoanel, as licitações mais relevantes elaboradas por sua equipe enfrentaram sucessivos obstáculos ao longo dos três primeiros anos de mandato, gerando desgaste político, sobretudo com aliados no interior do estado.
Em 2025, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pelas obras rodoviárias, suspendeu licitações que, somadas, ultrapassariam R$ 5 bilhões em investimentos. O órgão encerrou o ano aplicando apenas 30,6% do orçamento previsto, pouco mais de R$ 1,1 bilhão de um total de R$ 3,6 bilhões. Para 2026, o orçamento destinado ao DER caiu para R$ 2,2 bilhões.
As suspensões resultaram em obras que deixaram de sair do papel e provocaram insatisfação entre prefeitos e deputados estaduais, que esperavam utilizar esses projetos como vitrine eleitoral. Diante das dificuldades de articulação política, Tarcísio promoveu, no fim de janeiro, uma troca no comando da área, na tentativa de reduzir ruídos com aliados.
Auxiliares próximos ao governador afirmam, no entanto, que o ambiente adverso não deve comprometer seu desempenho eleitoral. Eles citam como trunfos a entrega do Rodoanel, a expansão de linhas de metrô e o avanço de promessas como o trem entre São Paulo e Campinas e o túnel entre Santos e Guarujá.
Procurado, o governo estadual defendeu suas ações e afirmou ter destravado obras paralisadas e reformulado projetos inacabados de gestões anteriores, destacando compromisso com eficiência administrativa e segurança jurídica.
Os recursos do DER são direcionados principalmente a obras de conservação, como recapeamento e sinalização, e de ampliação, incluindo duplicações e pavimentação de estradas não concedidas. Atualmente, cerca de 9.800 quilômetros de rodovias estão sob responsabilidade do órgão, enquanto aproximadamente 6.800 quilômetros são administrados por concessionárias privadas.
Parte das intervenções ocorre em rodovias concedidas à iniciativa privada. Integrantes do governo avaliam que, nesses casos, eventuais ganhos eleitorais são neutralizados por críticas ao sistema de pedágio free flow, tema que levou o governador a recuar da instalação de ao menos dez pontos de cobrança no ano passado.
As suspensões de licitações ocorreram em meio a um ambiente de tensão entre o DER e o setor da construção civil. Empresários relataram à Folha, ao longo de 2024 e 2025, insatisfação com exigências técnicas consideradas inviáveis em alguns editais. As licitações de maior valor motivaram questionamentos no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que determinou diversas paralisações. O governo afirma que suspensões para adequação às recomendações são previstas em lei e foram prontamente atendidas.
Um caso simbólico ocorreu em 2023, quando a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística prometeu a abertura de uma estrada de cinco quilômetros na comunidade Quilombo dos Bombas, em Iporanga. O edital foi lançado em novembro de 2024, suspenso no mês seguinte e a obra só começou em junho de 2025, com previsão de conclusão para o fim deste semestre.
Outra contratação de grande porte, prevista em 2024, era um edital de R$ 4,3 bilhões para conservação de rodovias em 30 lotes. O processo foi paralisado em outubro de 2025 após questionamentos do TCE e relançado em janeiro por R$ 4,7 bilhões. Uma licitação adicional de R$ 915 milhões para manutenção de pistas e sinalização também foi suspensa.
Em um dos episódios apontados como falha técnica, o DER contratou, em janeiro de 2025, uma empresa para melhorias em um trecho da rodovia Raposo Tavares que já estava sob concessão privada. O contrato, de R$ 1,8 milhão, precisou ser extinto.
Em nota, o governo informou que a área de engenharia do DER concluiu projetos executivos com estimativa de R$ 3,7 bilhões em investimentos, abrangendo 363 quilômetros de rodovias. A gestão afirma ainda ter reformulado, licitado e executado 51 projetos desde 2023 e revisado 76 obras herdadas de administrações anteriores, gerando economia de aproximadamente R$ 218 milhões.
Segundo o governo, o programa SP para Toda Obra reúne cerca de 1.500 projetos, com investimento total superior a R$ 30 bilhões, em mais de 21 mil quilômetros de vias, e trata a infraestrutura como política de Estado, com planejamento integrado, critérios técnicos e transparência.



As obras do trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que liga as cidades Caetité e Ilhéus, com um custo de US$ 6 bilhões, devem ser retomadas no próximo semestre após uma reunião feita pelo presidente Lula com empresários e políticos baianos fora da agenda presidencial no Palácio do Planalto. As informações são da colunista Milena Teixeira do portal Metrópoles.
De acordo com a colunista, a reunião contou com a presença do ministro da Casa Civil, Rui Costa, do senador Jaques Wagner, do governador Jerônimo Rodrigues e de Afonso Florence, chefe da Casa Civil do governo da Bahia.
As obras foram suspensas pela Bamin (Bahia Mineração) , empresa responsável pelo projeto, em março do ano passado, após concluir cerca de 75% da execução.
O trecho 1 da Fiol foi a primeira obra anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em julho de 2023, com o objetivo de escoar a produção do interior do Brasil para diversos portos.
O projeto prevê 537 km quilômetros de extensão passando por 19 municípios baianos.

A punição para o crime de caixa dois deve se tornar significativamente mais rigorosa em todo o país após o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formar maioria para permitir que o delito seja sancionado em duas esferas: na Justiça Eleitoral e na Justiça comum. O julgamento ocorre no plenário virtual e tem previsão de encerramento oficial para esta sexta-feira (6).
O entendimento, que ganha força justamente em pleno ano eleitoral, autoriza que o mesmo ato ilícito resulte em condenações criminais e, simultaneamente, em ações de improbidade administrativa. Até o momento, oito dos dez ministros já acompanharam o voto do relator, Alexandre de Moraes, consolidando a tese de que a omissão de valores em campanhas não deve ser tratada apenas sob a ótica eleitoral.
Na prática, essa decisão permite que um político ou prestador de serviço enfrente o rigor máximo da lei em frentes distintas. Na esfera eleitoral, a condenação por caixa dois pode chegar a cinco anos de prisão, além do pagamento de multa. Já na Justiça comum, através das ações de improbidade, as penas são de caráter cível e incluem a perda de direitos políticos, a proibição de contratar com o poder público e sanções financeiras adicionais.
Com a nova diretriz, o infrator estará sujeito ao acúmulo de todas essas punições, fechando as brechas que antes permitiam que o processo em uma instância “travasse” ou anulasse a responsabilidade na outra.
O único ponto de fricção técnica partiu do ministro Gilmar Mendes, que, apesar de votar com a maioria para chancelar a dupla punição, fez uma ressalva sobre a comunicação entre as instâncias. Para o decano, a tese de que a absolvição na Justiça Eleitoral impactaria automaticamente o processo administrativo ainda precisa de uma análise mais profunda, já que o tema é objeto de outra ação que tramita na Corte.
Mesmo com a observação, Mendes validou o endurecimento da norma, sinalizando uma postura de tolerância zero do Judiciário com o financiamento irregular de campanhas.
Do Bahia Notícias e agências noticiosas.

Por Luís Carlos Nunes, em Caso de Política.
A educação pública de Barreiras caminha para uma paralisação sem precedentes. Nesta sexta-feira (06/02), o Sindicato dos Professores, Professoras e Especialistas em Educação do Município de Barreiras (SINPROFE) protocolou Ofício cobrando oficialmente uma audiência até o dia 20 de fevereiro. Caso a Prefeitura permaneça em silêncio, a categoria deliberou pela suspensão total das atividades a partir de 25 de fevereiro.
O indicador mais crítico da crise não aparece apenas nas contas públicas, mas nos quadros da própria rede: cerca de 70% dos aprovados no concurso de 2023 já deixaram o cargo. Para o sindicato, Barreiras tornou-se uma “cidade de passagem” para o magistério, onde docentes, mesmo com especialização ou doutorado, recebem apenas o piso salarial, sem a incorporação de progressões previstas na Lei nº 768/2007. O resultado é um fenômeno de empobrecimento funcional, tornando o exercício da profissão economicamente insustentável.
Além do impacto financeiro, o SINPROFE registra um ambiente de trabalho marcado por assédio moral, vigilância constante e pressão para assinatura de documentos que mascaram a realidade das unidades escolares. Também há relatos de alterações não autorizadas em notas e frequências, comprometendo a autonomia docente e a credibilidade do sistema educacional.
O sindicato aponta ainda que o sistema tecnológico utilizado, EducaNet, contribui para o adoecimento físico e mental de professores, sendo operado em muitos casos em equipamentos pessoais, já que a Prefeitura não disponibiliza infraestrutura adequada.
A narrativa oficial de modernização contrasta com o diagnóstico da categoria. Infiltrações em prédios recém-inaugurados, fiação elétrica exposta, mobiliário deteriorado e paredes em más condições revelam a precariedade das unidades.
“O que vivenciamos é a precarização deliberada. Não é só falta de dinheiro, é falta de prioridade política. Temos escolas que, esteticamente, parecem novas, mas oferecem risco iminente aos alunos e profissionais”, alerta a tesoureira do SINPROFE, Ana Maria Vieira.
Nos bastidores, a leitura é que a Prefeitura aposta no desgaste da categoria. A presidenta do SINPROFE, Maria Aparecida Pessoa, elevou o tom, transformando a pauta trabalhista em um debate de gestão pública:
“Não é apenas salário. Quando 70% dos novos concursados vão embora, o futuro da cidade está sendo comprometido por decisões políticas equivocadas.”
O movimento coloca o conflito no centro da opinião pública, forçando o Executivo a optar entre diálogo imediato ou enfrentar o desgaste político de uma greve que promete expor as entranhas da educação barreirense
Foto de Matheus Souza. Texto de Daniel Serrano, no bahia.ba
O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou nesta sexta-feira (6) que irá apoiar as candidaturas do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e do senador Jaques Wagner (PT-BA) na disputa pelo Senado nas eleições deste ano.
Durante discurso em um evento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Salvador, Otto declarou que o grupo governista estará unido para enfrentar e derrotar qualquer tentativa de articulação contrária ao projeto político em curso.
“Nós vamos trabalhar para garantir uma representação ainda mais forte no Senado Federal, como temos conseguido ao longo desse período. Chegamos à Casa Legislativa em 2015, durante o governo da presidente Dilma Rousseff, que acabou sofrendo um impeachment aprovado a partir de uma conspiração. Votei contra aquela conspiração. Portanto, estou acostumado a enfrentá-las e vou derrotar qualquer conspiração que se levante contra o nosso grupo e o nosso projeto”, afirmou o senador.
A declaração ocorre em meio ao processo que vem culminando na saída do senador Angelo Coronel do PSD.
Otto tem afirmado que Coronel tentou assumir o comando do partido na Bahia por meio de um “golpe interno”, acusação que o senador nega. O impasse teve início após Otto priorizar a manutenção da aliança com o PT, decisão que entrou em choque com a candidatura de Coronel à reeleição ao Senado.

Na manhã desta sexta-feira (06/02), equipes da Defesa Civil seguem monitorando os impactos provocados pelo forte temporal que caiu na tarde de ontem em Luís Eduardo Magalhães. Conforme previsão e alerta emitidos pelo órgão nesta semana, válidos até o dia 7 de fevereiro, o clima segue instável, com nova possibilidade de pancadas de chuva e incidência de rajadas de vento.
Na tarde desta quinta-feira (05/02), conforme boletim da Defesa Civil, foram registradas rajadas de vento que chegaram a 37 km/h entre 16h45 e 17h10. Com isso, árvores caíram em algumas ruas e uma casa teve o teto parcialmente destelhado. Apesar dessas ocorrências, nenhuma pessoa ficou ferida.
De acordo com o diretor da Defesa Civil, Wanderson Santana, o monitoramento in loco é importante para a avaliação do cenário e a definição das ações mais efetivas. Todas as situações relatadas pelos moradores após a chuva estão relacionadas ao forte vento registrado, concluiu.
A região Oeste segue em alerta amarelo para chuvas intensas até sábado (07/02). Em caso de urgência, entre em contato com a Defesa Civil Municipal pelo telefone (77) 3628-5641 ou com o Corpo de Bombeiros Militar pelo número (77) 99926-5586.
Rovena Rosa/Agência Brasil
O Brasil atingiu número recorde de 1.518 vítimas de feminicídios em 2025, ano em que a sanção da Lei do Feminicídio completou dez anos.

Na ocasião, a norma inseriu no Código Penal o crime de homicídio contra mulheres no contexto de violência doméstica e de discriminação. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
No ano anterior, em 2024, o país já havia atingido recorde, com 1.458 vítimas.
“Se [a alta de casos] está acontecendo, isso é uma omissão do Estado, porque esse é um crime evitável”, afirmou Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), durante lançamento do relatório anual da Human Rights Watch (HRW), nesta quarta-feira (4).
O documento, que analisa a situação dos direitos humanos em mais de 100 países, apontou a violência doméstica e de gênero como uma das violações mais frequentes no Brasil.
Segundo a especialista, a omissão atinge todas as esferas de poder.
“A gente vive no Brasil hoje o desfinanciamento dessas políticas nos níveis municipais e estaduais, especialmente, que são os atores que estão envolvidos na rede de proteção, que tem à mão a assistência social, a saúde e a polícia para de fato fazer a diferença na vida dessas meninas e mulheres”, disse.
Samira Bueno destaca que não é possível fazer política pública para proteger a vida de meninas e mulheres sem recursos humanos e financeiros.
“Essa é uma bandeira que muitos políticos gostam de carregar, a defesa da vida das meninas e das mulheres, mas no momento em que tem o poder de caneta, que sentam na cadeira e que tem a capacidade de fazer a diferença, o orçamento não chega”, disse.
No ano passado, casos de feminicídio tiveram grande repercussão na imprensa e nas redes sociais. O assassinato de Tainara Souza Santos, que foi atropelada e arrastada – presa embaixo do veículo – por cerca de um quilômetro na Marginal Tietê foi um deles.
Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que os crimes recentes mostram o grave cenário de violência contra a mulher no país.
Ontem, em uma iniciativa conjunta, o governo federal, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário lançaram o Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio.
O plano prevê atuação coordenada e permanente entre os Três Poderes com o objetivo de prevenir a violência contra meninas e mulheres no Brasil.
A estratégia inclui ainda o site TodosPorTodas.br, que vai reunir informações sobre o pacto, divulgar ações previstas, apresentar canais de denúncia e políticas públicas de proteção às mulheres, além de estimular o engajamento de instituições públicas, empresas privadas e da sociedade civil.
Foto O Globo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta-feira (5), que haja mandato para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Para Lula, entretanto, essa decisão cabe ao Congresso Nacional e não deve ter relação com a tensão entre os Poderes com o julgamento da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023.

Em entrevista ao Portal UOL, o presidente lembrou que a questão do mandato para a Suprema Corte estava no programa de campanha do PT em 2018, quando Fernando Haddad concorreu à Presidência. “Eu acho que tudo precisa mudar e nada está livre de mudança”, disse Lula.
“Eu acho que não é justo uma pessoa entrar com 35 anos e ficar até 75 anos. É muito tempo, então eu acho que pode ter um mandato. Mas isso é um processo a ser discutido com o Congresso Nacional que não tem nada a ver com o que aconteceu no 8 de janeiro ou com o julgamento do 8 de janeiro”, acrescentou o presidente.
Para Lula, o referido julgamento foi “a maior lição de que as instituições têm respeitabilidade nesse país”. “Nem a pressão do presidente [dos Estados Unidos, Donald] Trump fez com que a Supremo Corte mudasse de posição. Isso é um valor incomensurável para um país democrático”, afirmou.
Ainda na entrevista, ele defendeu critérios para a escolha dos novos ministros, a partir da “solidez de conhecimento jurídico e de cumprimento da Constituição”.
A declaração vem em um momento em que membros da Corte são criticados publicamente pela condução das investigações envolvendo as fraudes no Banco Master.
Nesta semana, em discurso na abertura do Ano Judiciário de 2026, o presidente do STF, Edson Fachin, colocou como prioridade a preservação da integridade do tribunal e anunciou a criação de um Código de Ética para os magistrados, com a relatoria da ministra Cármen Lúcia.
O STF é composto por 11 ministros que são indicados pelo presidente da República e devem passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e ter o nome aprovado em votação no plenário da Casa.
Hoje, há uma vaga na cadeira então ocupada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou a aposentadoria antecipada e deixou o tribunal em outubro do ano passado.
Para o lugar, o presidente Lula indicou o advogado-geral da União, Jorge Messias. O Senado aguarda o envio da mensagem presidencial que formaliza a indicação para marcar a sabatina.
Uma aposta de São Gonçalo (RJ) acertou as seis dezenas do concurso 2.969 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (5). O vencedor irá receber o prêmio de R$ 141.844.705,71.

172 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 26.187,86 cada.
10.322 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 719,30 cada.
O próximo concurso irá distribuir um prêmio de R$ 40 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio será realizado no sábado (7).
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (5) a suspensão do pagamento dos chamados “penduricalhos”, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional, de R$ 46,3 mil. A suspensão vale para os Três Poderes.

Pela decisão, os Três Poderes têm prazo de 60 dias para revisar e suspender pagamento das verbas indenizatórias sem base legal.
Na decisão, Flávio Dino afirmou que há um “fenômeno da multiplicação anômala” de verbas indenizatórias incompatíveis com a Constituição. Ele cita o pagamento de “auxílio-peru” e “auxílio-panetone” (benefícios extras de fim de ano) como exemplos de ilegalidade.
“Destaco que, seguramente, tal amplo rol de ‘indenizações’, gerando supersalários, não possui precedentes no direito brasileiro, tampouco no direito comparado, nem mesmo nos países mais ricos do planeta”, argumentou.
A suspensão deve ser cumprida em todo o país e vale para o Judiciário, Executivo e Legislativo federais e estaduais.
Flávio Dino também defendeu que o Congresso aprove uma lei para deixar claro quais as verbas indenizatórias podem ser admissíveis como exceção ao teto constitucional, que é equivalente ao salário dos ministros do Supremo.
“Por este caminho, certamente será mais eficaz e rápido o fim do império dos penduricalhos, com efetiva justiça remuneratória, tão necessária para a valorização dos servidores públicos e para a eficiência e dignidade do serviço público”, ressaltou.
A suspensão dos penduricalhos foi decidida em um processo no qual Dino negou o pagamento de auxílio-alimentação retroativo a um juiz de Minas Gerais.

Visando oferecer mais comodidade e agilidade ao cidadão, o setor de tributos segue atendendo em horário especial e ininterrupto. Com a flexibilização do horário, o cidadão tem mais tempo para regularizar pendências fiscais diversas.
De acordo com Pedro Paulo Pedrosa, diretor de tributos do município, a mudança no horário visa atender o maior número de pessoas também no horário de almoço. Ofertando mais o tempo para resolver pendencias fiscais e outros serviços necessários para o cidadão luiseduardense no setor.
Manter-se com cadastro atualizado e com regularização junto ao setor de tributos municipal é fundamental para garantir o pleno exercício de direitos e a saúde financeira de cidadãos e empresas. Estar em dia permite o acesso facilitado a serviços essenciais, além de evitar complicações legais.
No setor é possível obter comprovantes e guias essenciais para o dia-a-dia, tais como: Emissão de extratos de débitos e guias para pagamento de taxas (empresas e autônomos), ISS (Próprio, Fonte, Parcelamento) e pagamento do IPTU; solicitação de diversas modalidades de certidões (negativa, narrativa, de quitação ou de dados cadastrais) abrangendo as esferas imobiliária, mercantil (empresas) e de pessoa física, dentre outros.

*Atendimento no Setor de Tributos*
*Horário:* das 08h às 18h (Sem pausa para almoço)
*Local:* Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães; endereço: Avenida Octogonal, Praça dos Três Poderes, Bairro Jardim Imperial, junto à Secretaria Municipal da Fazenda.
No final, o Flapix voltou a funcionar e arrumaram um pênalti para não permitir a quarta derrota seguida do Malvadão. Olívia Palito não gostou do jogo.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso de chuvas intensas, com grau de severidade classificado como perigo potencial, para 46 municípios da Bahia. O alerta teve início às 9h desta quinta-feira (5) e segue até as 23h59 desta sexta-feira (6).
A previsão é de chuvas entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm por dia, além de ventos intensos, com velocidades entre 40 e 60 km/h. Há baixo risco de ocorrências como corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Cidades incluídas no alerta
Angical; Baianópolis; Barra; Barreiras; Brejolândia; Buritirama; Campo Alegre de Lourdes; Canápolis; Carinhanha; Casa Nova; Catolândia; Cocos; Coribe; Correntina; Cotegipe; Cristópolis; Feira da Mata; Formosa do Rio Preto; Itaguaçu da Bahia; Iuiu; Jaborandi; Luís Eduardo Magalhães; Malhada; Mansidão; Muquém do São Francisco; Palmas de Monte Alto; Pilão Arcado; Remanso; Riachão das Neves; Santa Maria da Vitória; Santana; Santa Rita de Cássia; São Desidério; São Félix do Coribe; Sebastião Laranjeiras; Sento Sé; Serra do Ramalho; Serra Dourada; Sobradinho; Tabocas do Brejo Velho; Wanderley e Xique-Xique.
Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil, pelo telefone 199, e o Corpo de Bombeiros, pelo 193.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja focar em negociações do agronegócio nas próximas visitas de Estado a países da Ásia, na tentativa de viabilizar novos mercados para diminuir a dependência de grandes importadores de commodities brasileiras, como a China com a carne bovina. O movimento também ocorre em meio à tentativa do governo de ficar menos suscetível a taxações, como as impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 2025.
O petista será acompanhado de uma megacomitiva de empresários que, reunidos pela Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), participarão da missão do governo de abertura de novos mercados nos países. Até agora, 150 estão inscritos para a passagem por Nova Delhi, e cerca de 100 para a ida a Seul.
Na Coreia do Sul, o foco principal é a abertura do mercado para a carne bovina. A expectativa é que o país, que tradicionalmente importa de locais mais próximos como Austrália e Nova Zelândia, seja apresentado aos produtores brasileiros, segundo o presidente da Apex, Jorge Messias.
A chegada a Seul ocorrerá cerca de dois meses após a China, principal compradora da carne bovina brasileira, anunciar a aplicação de tarifa a diversos países com o objetivo de proteger frigoríficos locais. A medida de salvaguarda, que terá duração de três anos e já é válida em 2026, estabelece taxa de 55% caso a importação da commodity brasileira ultrapasse 1,1 milhão de toneladas. Em 2025, foram exportadas para a China 1,65 milhão de toneladas.
O governo também deve apresentar o Brasil como produtor de insumos para produtos de cuidados com a pele e cabelo, indústria em constante ascensão na Coreia do Sul. A comitiva também espera anúncios de investimentos de empresas de tecnologia sul-coreanas, afirma Messias.
“A Coreia hoje tem uma das maiores indústrias [de cosméticos] do mundo. E o Brasil é, de fato, um player que pode fornecer matérias-primas. Então, a gente quer estreitar mais esse comércio nessa área”, diz.
Na Índia, que é vista pelo governo e por empresários como uma nação de possibilidades, são esperados acordos e abertura de mercados relacionados à exportação de grãos e aves, uma vez que o país tem baixo consumo de carne bovina, além de novas rotas de comércio de produtos brasileiros.
“Na área de segurança alimentar, a Índia tem características que são bastante distintas do Brasil e nós não vamos chegar lá com a carteira do agronegócio brasileiro, vamos chegar com o cooperativismo, com a agricultura familiar brasileira”, declara.
O governo deve também assinar novos acordos relacionados à indústria farmacêutica, dado que parte dos insumos para fármacos produzidos no Brasil são importados da Índia. Também são esperados diálogos sobre minerais críticos, terras raras e a produção de biocombustíveis.
A viagem ocorre quatro meses após a visita do vice-presidente Geraldo Alckmin ao país, quando foi assinado um acordo que visa aprofundar o comércio bilateral entre a Índia e o Mercosul. O movimento de aproximação com a Índia se intensificou após a visita do primeiro-ministro Narendra Modi ao país em julho de 2025.
O governo Lula tem explorado a abertura de novos mercados com maior intensidade desde que o país se viu pressionado pelas tarifas impostas por Trump. O movimento é o mesmo de outros países afetados, como a própria Índia, que foi alvo de críticas recentes do americano por ter fechado um grande acordo comercial com a União Europeia em janeiro.
Com Agência Brasil e Política Livre.
A produção brasileira de sacas beneficiadas de café pode ser recorde e subir 17,1% em 2026, de acordo com projeção divulgada nesta quinta-feira (5) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo o 1º Levantamento da Safra de Café em 2026, o volume produzido deve somar 66,2 milhões de sacas beneficiadas, superando o ciclo anterior, de 2025.
“Se confirmado o resultado, este será um novo recorde na série histórica da Companhia, ultrapassando a safra de 2020, quando foram colhidas 63,1 milhões de sacas”, informou a Conab.
O crescimento se deve a fatores como o aumento de 4,1% na área usada para a produção, também em relação ao ano passado. A estimativa é que 1,9 milhão de hectares sejam plantados na atual temporada.
A Conab projeta ainda elevação de 12,4% na produtividade em relação à safra passada, com uma colheita de 34,2 sacas por hectare.
De acordo com a companhia, a melhora da produtividade se deve às condições climáticas mais favoráveis e à adoção de tecnologias e boas práticas de manejo nas lavouras.
Com relação à produção de café arábica, a colheita estimada é de 44,1 milhões de sacas – aumento de 23,3% na comparação com o ciclo 2025.
“Essa elevação é atribuída ao crescimento de área em produção, às condições climáticas mais favoráveis e à bienalidade positiva”, detalhou a companhia.
A expectativa é também de aumento na colheita do café tipo conilon. A safra estimada é de 22,1 milhões de sacas, o que representa alta de 6,4% na comparação com a produção obtida em 2025.
De acordo com a Conab, se confirmada essa projeção, será estabelecido novo recorde, motivado pelo crescimento da área em produção e das condições climáticas mais favoráveis até o momento.


A aprovação do Projeto de Lei 3507/25, que traz de volta a obrigatoriedade da vistoria veicular, na Comissão de Viação e Transportes (CVT), marcou um passo histórico para a segurança viária no Brasil. Mas o texto atual gerou um racha no setor.
Embora apoie a espinha dorsal da proposta, a Confederação Nacional de Vistorias Veiculares (CNVV), iniciou um movimento para suprimir o critério de idade defendido no PL de autoria do deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP). A proposta determina inspeção periódica a veículos com mais de cinco anos de fabricação.
Para Rodrigo Amorim, presidente da CNVV, a inclusão de um prazo rígido no PL é um erro estratégico. A entidade argumenta que o papel da lei deve ser o de conferir segurança jurídica aos Detrans e uniformizar os procedimentos de checklist, deixando a definição de prazos para o Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
“Vamos pedir a supressão do item da periodicidade porque isso não muda nada para a gente. Isso depende do Contran e o órgão pode fazer essa definição sem que o projeto de lei engesse o critério”, explica Amorim.
Com o PL seguindo para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a CNVV planeja realizar consultas públicas após o recesso parlamentar para ajustar o texto. A meta, diz Amorim, é transformar a inspeção em um instrumento de segurança pública que respeite o patrimônio histórico automotivo, focando na funcionalidade real do veículo.
Do Jornal do Carro, no Estadão

A Defesa Civil de Luís Eduardo Magalhães, vinculada à Secretaria de Segurança e Trânsito, divulgou o balanço de suas atividades referentes ao mês de janeiro. Devido às ocorrências de chuva na região oeste, o período foi marcado por uma forte atuação preventiva.
De acordo com o diretor da Defesa Civil, Wanderson Santana, no mês foram emitidos 23 alertas meteorológicos. “Para o mês de fevereiro continuaremos com ações diárias e monitorando locais que merecem atenção na cidade. Além de emissão dos alertas, que visam manter a população informada sobre as condições climáticas adversas”, destacou o diretor.
Na manhã desta quarta-feira (04/02) a defesa civil emitiu um novo alerta meteorológico válido por três dias. De acordo com o novo dado, são estimadas pancadas de chuva que registam entre 20mm e 50mm de chuva e rajadas de vento que podem atingir entre 40km/h e 50km/h.
Os avisos meteorológicos são enviados pelo Instituto Nacional de Meteorologia – INMET e a partir daí, a defesa civil transforma em alertas para a população.
No âmbito da infraestrutura urbana e segurança pública, as equipes da defesa civil realizaram 10 intervenções em árvores com risco de queda e sinalizaram 10 bueiros sem tampa, prevenindo acidentes em vias públicas.
Além disso, foram efetuadas vistorias técnicas em edificações e monitoramento de coletores pluviais. A integração com outros serviços também foi registrada através da solicitação de substituição de poste com risco de queda junto à concessionária de energia.
Resumo das Ações – Janeiro 2026
Abaixo estão os dados consolidados do balanço mensal da Defesa civil LEM:
(23) Emissões de alertas meteorológicos variados (INMET);
(10) Poda de redução de riscos ou remoção de árvores mortas/com risco de queda;
(10) Indicações de sinalização e reparo de bueiros (PV) sem tampa;
(07) Vistorias em edificações variadas;
(03) Indicações de limpeza e desobstrução de coletores pluviais;
(01) Registro de queda de árvore devido a rajada de ventos;
(01) Indicação à concessionária de energia para substituição de poste com risco de queda.
Em caso de urgência entre em contato com a Defesa Civil Municipal (77) 3628-5641, ou Corpo de Bombeiros Militar (77) 99926-5586.


Imagem representativa
O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Marco Buzzi é alvo de representação no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) sob acusação de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos durante as férias de janeiro, na praia de Balneário Camboriú (SC).
A vítima é filha de um casal de advogados, que eram amigos do magistrado. A família estava hospedada na casa de praia dele. Segundo a denúncia, a jovem foi tomar um banho de mar quando o ministro já estava na água. Ele teria tentado agarrá-la. Ela teria se soltado e narrou a situação aos pais, que deixaram a casa do ministro e registraram boletim de ocorrência.
Uma representação contra o magistrado foi formalizada na Corregedoria Nacional de Justiça, como importunação sexual e tramita em sigilo, segundo fontes ligadas ao órgão.
A informação foi antecipada pelo portal Metrópoles. Em nota, o conselho confirmou que o caso está na corregedoria “como determina a legislação brasileira”. “Tal medida é necessária para preservar a intimidade e a integridade da vítima, além de evitar a exposição indevida e a revitimização. A Corregedoria colheu nesta manhã depoimentos no âmbito do processo”, diz o órgão.
Em nota, o ministro afirmou que “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos.” Ele diz ainda que repudia “toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”.
O STJ também foi procurado, mas ainda não se pronunciou. O advogado da vítima e sua família, Daniel Bialski, afirmou aguardar rigor nas apurações. “Como advogado da vítima e de sua família, informamos que neste momento o mais importante é preservá-los, diante do gravíssimo ato praticado. Aguardamos rigor nas apurações e o respectivo desfecho perante os órgãos competentes”, diz, no texto.
De acordo com ele, na quinta (5), há um depoimento marcado na delegacia em que o boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado, em São Paulo.
Buzzi está no STJ desde 2011, quando tomou posse após indicação da então presidente Dilma Rousseff (PT). O ministro faz parte da Quarta Turma, focada em conflitos de direito privado.
Em um setor marcado por escala, preço e margens apertadas, a história da Leitíssimo foge do padrão.
O projeto levou anos antes da primeira venda, envolveu longos deslocamentos pelo país, investimento elevado em infraestrutura própria e decisões técnicas pouco comuns no mercado brasileiro de leite.
A opção por vacas a pasto, controle genético, produção verticalizada e preservação de grandes áreas de vegetação nativa moldou um modelo específico, voltado a um público disposto a pagar mais por diferenciação.
A marca cresceu de forma gradual, ampliando portfólio, capacidade industrial e distribuição sem alterar a base produtiva.
Fontes: Leitíssimo, Valor Econômico, Globo Rural e Financial Times.

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado Federal, realizou uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na manhã de quarta-feira (4/fev), no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
Autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a reunião ocorreu entre 8h e 10h, em uma sala de estado-maior conhecida como “Papudinha“.
Bolsonaro expressou confiança na candidatura de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à Presidência da República nas eleições de 2026. Marinho destacou que o ex-mandatário mantém um sentimento de “injustiça” por sua condenação:
“Todas as injustiças serão reparadas depois das eleições”, afirmou o senador potiguar, enfatizando a lealdade ao ex-presidente, que, segundo o aliado, permanece sereno, apostando que o povo brasileiro reconhecerá seu legado por meio da vitória de Flávio.
Imagem: Jordan Pettitt / POOL / AFP
Andrew Mountbatten Windsor, 65, irmão do rei Charles 3º e ex-príncipe, se mudou do seu palácio residencial nesta semana, após novas provas do caso Epstein mostrarem a relação dele com o bilionário investigado por tráfico sexual e pedofilia.
O homem deixou o Royal Lodge, sua casa em Windsor por décadas, e foi para a casa de campo de Sandringham, outra propriedade real. A mudança aconteceu na segunda-feira, segundo fontes da realeza ouvidas pela agência Associated Press.
A mudança foi feita “na calada da noite” e às escondidas, segundo fontes da AP. Andrew teve todos os seus títulos, inclusive o de príncipe, retirados pelo irmão em outubro por causa do envolvimento com polêmicas envolvendo o caso Epstein.
Quando perdeu os títulos, ele também foi avisado de que teria que deixar o Royal Lodge. O processo foi acelerado, porém, após a divulgação das novas fotos. “Com o novo lote de arquivos, ficou claro que para ele que era hora de ir embora”, afirmou um amigo ao tabloide britânico The Sun.
Ligação com Epstein
Novas fotos divulgadas pelo Departamento de Justiça dos EUA nesta semana mostram Andrew de quatro sobre uma mulher que não foi identificada. Em uma das imagens, o ex-príncipe se inclina e toca o abdome de uma mulher vestida, que está deitada no chão. Em outra, ele surge de quatro, pairando sobre ela. O rosto da mulher está censurado nas fotos, impedindo sua identificação.
Os arquivos trazem ainda outras comunicações entre Andrew e Epstein, como um convite ao Palácio de Buckingham. E-mails mostram que, em 2010, Epstein teria oferecido a Andrew um encontro com uma mulher russa “bonita e inteligente” de 26 anos. Os documentos publicados revelam ainda que Andrew convidou posteriormente Epstein ao Palácio de Buckingham para uma reunião “com muita privacidade”, logo após a suspensão da prisão domiciliar do executivo, que havia sido condenado por prostituição de menores.
Imagens fazem parte de novo lote de documentos tornados públicos pelo Departamento de Justiça. Os arquivos foram divulgados na última sexta-feira e repercutiram na imprensa internacional.
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A Lei Geral do Licenciamento Ambiental (15.190/2025) começou a vigorar nesta quarta-feira (4) depois de completar 180 dias desde que foi sancionada com vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesse período, o Congresso Nacional derrubou os vetos e três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) foram apresentadas no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os processos na Corte foram iniciados por partidos políticos e organizações socias que apontam inconstitucionalidade em diversos artigos da Lei Geral. Nos pedidos à justiça, os requerentes apontam que as violações são reforçadas pela Lei da Licença Ambiental Especial (LAE – 15.300/2025), em vigor por ter tido origem em uma medida provisória que visava complementar a Lei Geral.
“Esse novo arcabouço normativo implode, na prática, com elementos importantes e estruturais do licenciamento ambiental e da avaliação de impactos ambientais no país”, afirma Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas da rede de organizações sociais e ambientais Observatório do Clima.
Segundo integrantes da rede, há mudanças tão graves promovidas pelas duas leis que geram mais insegurança jurídica, em vez de tornar a legislação existente mais eficiente.
São exemplos os artigos que dispensam, por exemplo, a avaliação do impacto ambiental ou permitem um processo simplificado de licenciamento para atividades de médio impacto.
Na análise da diretora de Relações Institucionais do Instituto Ekos Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, um licenciamento envolve etapas, análises sucessivas e diferentes momentos de avaliação. Quando essas etapas são eliminadas todo o conhecimento que poderia aprimorar um projeto ou até impedir sua execução em benefício da sociedade é simplesmente descartado.
“Se a intenção fosse discutir licenciamento para inovar, melhorar procedimentos ou até fortalecer os órgãos licenciadores o caminho deveria ser o da escuta. Não o do atropelo, como ocorreu aqui. Não adianta dizer que o projeto de lei do licenciamento está há anos no Congresso: estar lá não significa estar sendo debatido, muito menos com a sociedade”, diz.
Há ainda dispositivos que transferem competências da União para órgãos licenciadores vinculados aos governos estaduais e municipais. “É uma omissão regulatória porque a lei geral tinha que trazer regras básicas e diretrizes. No mínimo, ter isso em uma regulamentação, um decreto presidencial ou principalmente uma resolução do Conama [Conselho Nacional do Meio Ambiente], e não é o caso. Então, nós vamos ter uma fragmentação normativa”, argumenta Suely Araújo.
A própria regulamentação promovida pela Lei da Licença Ambiental Especial é questionada nos pedidos de Ações Diretas de Inconstitucionalidade ao flexibilizar o processo a ‘empreendimento estratégico’, sem definir de forma técnica o que caracteriza essa classificação especial. As análises serão realizadas caso a caso – duas vezes ao ano – por comissão de governo, a ser constituída.
De acordo com Ricardo Terena, coordenador do Departamento Jurídico da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), esses termos podem implicar em violação de direitos dos povos indígenas e comunidades quilombolas, ao patrimônio cultural e até de saúde pública uma vez que estabelecem o prazo de um ano para tramitação de todo o processo de licenciamento, prejudicando a análise adequada.

A uma semana do encerramento do benefício, considerado um dos maiores do país, a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia reforça que, para ter direito ao abatimento, é necessário quitar o valor total do imposto em cota única.
As condições de pagamento e a tabela completa do IPVA 2026 estão disponíveis no site da Sefaz-Ba.
O Departamento Estadual de Trânsito da Bahia alerta que o licenciamento do veículo não se resume ao pagamento do IPVA. Para estar totalmente regular, o contribuinte também precisa quitar a taxa de licenciamento anual e eventuais multas pendentes.
Outro ponto de atenção é o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo Eletrônico. O documento não é mais enviado pelos Correios, cabendo ao proprietário do veículo gerar o arquivo digital no portal ba.gov.br após quitar o licenciamento, podendo salvar no celular ou imprimir.
Pagamento facilitado e digital
O governo estadual permite o pagamento do IPVA à vista via Pix em qualquer instituição bancária. O licenciamento integrado, que reúne IPVA, taxa de licenciamento e multas, pode ser feito totalmente on-line pelo ba.gov.br, na opção Pagar Licenciamento Cota Única. Basta informar o número do Renavam para gerar o Documento de Arrecadação Estadual, que já vem com código de barras e QR Code para pagamento.
Essa modalidade digital está em vigor há três anos, fruto de parceria entre Sefaz-Ba, Detran-Ba e Secretaria da Administração. O acesso também pode ser feito com login e senha do gov.br.
Quem preferir, pode pagar presencialmente ou em caixas eletrônicos do Banco do Brasil, Bradesco ou Bancoob, ou ainda usar os aplicativos dessas instituições.
Outras opções após 10 de fevereiro
Caso não consiga pagar até a data limite, o contribuinte ainda poderá obter 8% de desconto, desde que quite o imposto integralmente até o vencimento da primeira parcela do calendário do IPVA 2026.
Também permanece a opção de parcelamento em até cinco vezes, conforme o número final da placa do veículo. Nesse caso, a taxa de licenciamento e multas precisam ser pagas até o prazo final da cota única ou da quinta parcela.
O parcelamento só é permitido para débitos iguais ou superiores a 120 reais e, para débitos anteriores a 2026, só é possível parcelar se forem pagos junto com o imposto do exercício atual.

A rotina do ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, onde está preso, inclui caminhadas, visitas de familiares e advogados, atendimento médico diário, ajuda religiosa eventual e nenhum livro lido.
As atividades constam em um relatório enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal) pela Polícia Militar do Distrito Federal, a pedido do ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal.
O documento aponta que Bolsonaro foi submetido à perícia da PF (Polícia Federal) no dia 20 de janeiro. Contudo, o laudo -que vai embasar decisão de Moraes sobre o pedido de domiciliar- ainda não foi anexado ao processo.
A PM monitorou a rotina do ex-presidente entre os dias 15 e 27 de janeiro e consolidou os dados ao Supremo a partir de registros administrativos e operacionais do seu Núcleo de Custódia.
Nesse período, Bolsonaro fez mais de cinco horas de caminhada -a mais curta foi de nove minutos (das 10h45 às 10h54) e a mais longa, de uma hora e quinze minutos (das 17h45 às 19h). Os dois registros são do dia 17.
O ex-presidente fez cinco sessões de fisioterapia -dias 17,19, 22, 24 e 26- e recebeu duas vezes o serviço de capelania. A assistência religiosa coube ao pastor Thiago Manzoni, deputado distrital pelo PL, nos dias 20 e 27.
Sem contar os médicos e os advogados, que têm livre acesso à Papudinha, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o ex-vereador Carlos Bolsonaro, esposa e filho do ex-presidente, foram os únicos a visitá-lo na prisão no período.
De acordo com os registros da PM, Bolsonaro não leu livros ao longo do período -uma atividade que, pela legislação, lhe garantiria remição (abatimento) da pena de 27 anos a três meses à qual foi condenado.
A assistência médica diária na Papudinha foi feita tanto por profissionais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal quanto pela equipe particular que acompanha o seu quadro clínico.
A PM afirma que os atendimentos consistem em avaliações de rotina, “voltadas ao monitoramento geral do estado de saúde do custodiado, abrangendo, principalmente, aferição de sinais vitais”.
Costumam ser analisados índices como pressão arterial, frequência cardíaca e saturação periférica de oxigênio, “bem como avaliação clínica sumária e acompanhamento preventivo”, aponta a PM.
Bolsonaro foi transferido em 15 de janeiro da Superintendência da PF em Brasília para a Papudinha. Ele está em uma cela de 64,83 m² de área total, com banheiro, cozinha, lavanderia, quarto, sala e uma área externa.

O Ibovespa fechou em alta de 1,58% nesta terça-feira (3), aos 185.674 pontos, e atingiu seu nono recorde de fechamento em 2026. Mais cedo, o índice superou os 187 mil pontos, mas perdeu parte do fôlego. O dólar, por sua vez, encerrou em queda de 0,15%, cotado a R$ 5,2495.
O bom desempenho da bolsa foi impulsionado, mais uma vez, pelo fluxo de investimentos estrangeiros. Conforme mostrou o g1, esses recursos têm sustentado a alta nos últimos meses. Nesta terça, a valorização das ações da Vale (+4,92%) também contribuiu para o índice.
O valor da saca de soja hoje (início de fevereiro de 2026) varia bastante por região, mas gira em torno de R$ 99 a R$ 128 no mercado físico brasileiro, com destaques para preços mais altos no Paraná (Castro: R$ 122,00) e Mato Grosso do Sul (Dourados: R$ 123,00) e mais baixos em Mato Grosso (Sorriso: R$ 99,10) e algumas praças do Rio Grande do Sul, refletindo a oferta e demanda local.
No Oeste da Bahia, a soja disponível nos armazens das tradings foi cotada hoje a R$110,88 (0,45%). A soja negociada em balcão caiu 0,30% para R$111,33.
O café da melhor qualidade do oeste desvalorizou para 2.020,00 (-1,46%), continuando sua trajetória de baixas, depois de valer R$2.575,00 há um ano.
O milho se manteve estacionado em R$59,33. Na bolsa de Chicago o milho deu um salto de +2,75% para US$4,2850 o bushel (25,40 kg) no vencimento de março. O vencimento de maio também sofreu majorações de +2,25%.
Três semanas com pouca ou nenhuma chuva no RGS prevê frustração de safra, com o mesmo acontecendo nas regiões produtivas da Argentina. Na região do arroz já falta água para turnos completos de irrigação e o rio Uruguai está em um dos seus mais baixos níveis.
Trump está em pânico total. Eles expulsaram os repórteres no momento em que a questão Epstein surgiu.

Alunos da rede estadual do Vale do Paraíba e região retomaram as aulas nesta segunda-feira (2). Em parte das escolas, o início do ano letivo já ocorreu sob o modelo cívico-militar, entre elas a Escola Estadual Prof. Luciana Damas Bezerra, em Caçapava.
Na unidade, durante uma atividade de monitoria conduzida por policiais militares aposentados, foram registradas incorreções na escrita de termos apresentados aos alunos. Palavras como “descansar” e “continência”, usadas no ensino de comandos da chamada ordem unida — conjunto de movimentos padronizados da Polícia Militar —, apareceram no quadro grafadas de forma errada.
A reportagem da TV Vanguarda, afiliada da TV Globo, flagrou o momento em que os erros foram exibidos aos estudantes. Inicialmente, “descansar” foi escrito com “ç” na última sílaba, e “continência” sem a letra “n” antes do “c”. De acordo com a Academia Brasileira de Letras, as grafias corretas são “descansar” e “continência”.
Após algum tempo, o tenente responsável pela escrita no quadro foi chamado à porta da sala, conversou com outra pessoa e, em seguida, corrigiu as palavras diante dos alunos.
Procurada, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que todo o conteúdo pedagógico é elaborado e aplicado pelos docentes da escola e que, neste início de implementação do modelo, os monitores atuam apenas com orientações relacionadas à disciplina e à promoção de valores cívicos. A pasta também afirmou que todos os monitores do Programa Escola Cívico-Militar passarão por avaliações semestrais de desempenho, que irão verificar a adaptação e a permanência em cada unidade.
Em nota, o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) declarou que repudia a implantação das escolas cívico-militares no estado. A entidade classifica o modelo como “inconstitucional e autoritário” e critica o uso de recursos da Educação para a contratação de militares aposentados, além de afirmar que a medida foi adotada sem consulta à comunidade escolar.

A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta terça-feira (3), o ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes. A prisão foi feita no âmbito da segunda fase da Operação Barco de Papel, que investiga crimes contra o sistema financeiro envolvendo a gestão de recursos do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro. Outros dois mandados de prisão temporária foram expedidos, mas não foram cumpridos. Segundo a PF, as duas pessoas estão foragidas. 

A PF informou que Antunes foi conduzido à Delegacia de Polícia Federal em Volta Redonda, de onde será encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para ser ouvido e, após os procedimentos de polícia judiciária, será introduzido no sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da justiça.
A prisão foi efetuada em Itatiaia (RJ), com o apoio da Delegacia Especial da PF no Aeroporto Internacional de Guarulhos (DEAIN) e da Polícia Rodoviária Federal.
Antunes renunciou ao cargo no final de janeiro. Em 23 de janeiro, ele foi alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal em sua residência.
A Operação Barco de Papel apura irregularidades na aquisição de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, recentemente liquidado pelo Banco Central. Segundo a PF, entre novembro de 2023 e julho de 2024, a RioPrevidência teria investido aproximadamente R$ 970 milhões na instituição financeira.
As prisões foram determinadas pelo Juízo da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que considerou risco concreto de destruição de provas e obstrução das investigações caso os envolvidos permanecessem em liberdade.
Os mandados foram cumpridos, de acordo com a PF, em endereços vinculados aos investigados no Rio de Janeiro e em Santa Catarina.
Após o cumprimento do mandado de busca e apreensão no apartamento do principal alvo da operação deflagrada em 23 de janeiro, a Polícia Federal identificou movimentações suspeitas de retirada de documentos do apartamento do investigado, manipulação de provas digitais, além da transferência de dois veículos de luxo para terceiros.

Com o tema “Família, Equidade e Inclusão: Transformando a Educação”, a Secretaria Municipal de Educação de Luís Eduardo Magalhães inicia oficialmente, nesta terça-feira, 3 de fevereiro, a programação da Jornada Pedagógica 2026. O evento reúne o corpo docente do município e busca promover o aperfeiçoamento profissional e o debate sobre práticas inovadoras para o novo ano letivo.
De acordo com o secretário municipal de Educação, Jefferson Café, ao longo desta semana acontecem formações com todo o staff da educação.
“Iniciamos hoje a Jornada Pedagógica, que envolve os professores, e a jornada de capacitação, que contempla monitores educacionais, monitores acompanhantes, técnicos, assistentes administrativos e secretários escolares. Desde a semana passada, estamos realizando alinhamentos estratégicos com os gestores escolares, diretores, vice-diretores e coordenadores pedagógicos”, destacou Jefferson.
A abertura oficial aconteceu no espaço de eventos Território Hall. O primeiro dia de atividades gerais contará com palestrantes de renome. O casal Ju e Gil falará sobre Educação Financeira, com o tema “Viver o Hoje ou Investir para o Futuro?”. No período da tarde, Márcio Castilho abordará a temática “Afetividade e Aprendizagem”. O dia será encerrado com a palestra de Janaína Oliveira Barros, que discutirá o Marco Legal das Relações Étnico-Raciais.
A Jornada Pedagógica 2026 seguirá até sexta-feira, dia 6 de fevereiro, com diversas temáticas voltadas para educação infantil, educação ambiental, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e inclusão, por meio do Atendimento Educacional Especializado (AEE). O último dia será marcado por discussões sobre saúde emocional e comunicação acolhedora no ambiente escolar, com a participação de Hani Awad e Pedro Paulo Luz. Para celebrar o encerramento das atividades, será realizada a “Levada Pedagógica”, um momento de integração e confraternização entre todos os profissionais da educação.

Olha só a lista dos votos contrários ao projeto do Governo “Gás do Povo”, aprovado ontem por 415 sufrágios na Câmara Federal:
1. Adriana Ventura (NOVO-SP)
2. Bia Kicis (PL-DF)
3. Bibo Nunes (PL-RS)
4. Carlos Jordy (PL-RJ)
5. Chris Tonietto (PL-RJ)
6. Daniel Freitas (PL-SC)
7. Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
8. Eros Biondini (PL-MG)
9. Geovania de Sá (PSDB-SC)
10. Gilson Marques (NOVO-SC)
11. Guilherme Derrite (PP-SP)
12. Julia Zanatta (PL-SC)
13. Junio Amaral (PL-MG)
14. Kim Kataguiri (UNIÃO-SP)
15. Luiz Lima (NOVO-RJ)
16. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
17. Marcel van Hattem (NOVO-RS)
18. Marcos Pollon (PL-MS)
19. Mario Frias (PL-SP)
20. Mauricio Marcon (PL-RS)
21. Nicoletti (UNIÃO-RR)
22. Nikolas Ferreira (PL-MG)
23. Ricardo Guidi (PL-SC)
24. Ricardo Salles (NOVO-SP)
25. Rodolfo Nogueira (PL-MS)
26. Sanderson (PL-RS)
27. Sargento Gonçalves (PL-RN)
28. Tião Medeiros (PP-PR)
29. Zé Trovão (PL-SC)