




A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (25), a apreensão e a proibição da comercialização, fabricação, importação, distribuição, propaganda e uso de mais de 150 produtos vendidos como géis para massagem corporal, lubrificantes íntimos e extratos energéticos da empresa Marcos Marciano Wagner EPP.
Segundo a agência, os itens não poderiam ter sido enquadrados como cosméticos, já que parte deles é destinada ao uso interno. Além disso, os produtos não estavam regularizados e descumpriam exigências previstas em resoluções sanitárias recentes, ou seja, não passaram por avaliação adequada quanto à segurança, qualidade e finalidade declarada.
A decisão, publicada no Diário Oficial da União, determina a proibição de todos os produtos comercializados pela empresa. Entre os itens estão géis de massagem com apelo sexual e estimulante, aromatizantes corporais e extratos energéticos vendidos sob diferentes nomes comerciais, incluindo linhas como Secret Love, Black Ice, Kama Sutra, Jumentão, Uzempica, Hot Ice e Turbo Gel.
De acordo com a Anvisa, produtos íntimos e estimulantes vendidos sem registro podem apresentar composição desconhecida ou não declarada, presença de substâncias irritantes ou medicamentosas não autorizadas, além de risco de reações alérgicas, queimaduras químicas, infecções e falta de controle de qualidade na fabricação.
Consumidores que já tenham adquirido os itens devem interromper o uso imediatamente e procurar orientação médica em caso de reações adversas. Denúncias podem ser feitas às vigilâncias sanitárias locais.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu há pouco as penas dos condenados pela participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro. 

Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, foram condenados a 76 anos e três meses pelos crimes de organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao atentado.

Eles estão presos preventivamente há dois anos e podem recorrer da condenação.
Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, recebeu pena de 18 anos de prisão pelos crimes de obstrução de Justiça e corrupção. Apesar de ter sido denunciado pelos homicídios de Marielle e Anderson, Barbosa foi absolvido dessa acusação.
Ronald Alves de Paula, major da Policia Militar, recebeu pena de 56 anos de prisão. Robson Calixto, ex-policial militar, foi condenado a 9 anos.
Parentes de Marielle esperam pelo veredito.
Pela decisão, os acusados também devem perder os cargos públicos após o trânsito em julgado da condenação, ou seja, após o fim da possibilidade de recursos.
Todos dos condenados também deverão pagar indenização de R$ 7 milhões por danos morais, sendo R$ 1 milhão para Fernanda Chaves, R$ 3 milhões aos familiares de Marielle e mais R$ 3 milhões para a família de Anderson Gomes.

Foto de Kayo Magalhães/ Conteúdo da Agência Brasil com informações da Agência Câmara
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou no final da noite de terça (24) o projeto de lei antifacção, que prevê o aumento de penas pela participação em organização criminosa ou milícia. A proposta foi enviada pelo governo federal ao Congresso em 31 de outubro, mas houve alterações tanto na Câmara como no Senado. 

Confira como foi a tramitação do projeto
Na Câmara, o relator foi o deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 5582/25, de autoria do governo federal.
O texto final, agora, seguirá para sanção do presidente Lula. O projeto estipula a tipificação de condutas comuns de organizações criminosas ou milícias privadas.
A pena prevista é de reclusão de 20 a 40 anos em um crime categorizado como domínio social estruturado. O favorecimento a esse domínio será punido com reclusão de 12 a 20 anos.
Na Câmara, o projeto de lei Antifacção foi chamado de “Marco legal de enfrentamento do crime organizado”. A maior parte das alterações feitas pelo Senado acabaram rejeitadas.
Foram excluídas também a taxação de bets para criação de fundo de combate ao crime organizado e mudanças na atribuição da Polícia Federal em cooperações internacionais.
Nesta quarta, o presidente da Câmara Hugo Motta anunciou que a possível futura lei deverá ser batizada com o nome do ex-ministro Raul Jungmann, que morreu no mês passado.
Segundo o texto final, haverá restrições ao condenado por esses crimes como proibição de ser beneficiado por anistia, graça ou indulto, fiança ou liberdade condicional.
Ainda, os dependentes de quem se envolver com crime organizado não contarão com auxílio-reclusão se ele estiver preso provisoriamente ou cumprindo pena privativa de liberdade, em regime fechado ou semiaberto, em razão de ter cometido qualquer crime previsto no projeto.
As pessoas condenadas por esses crimes ou mantidas sob custódia até o julgamento deverão ficar obrigatoriamente em presídio federal de segurança máxima se houver indícios concretos de que exercem liderança, chefia ou façam parte de núcleo de comando de organização criminosa, paramilitar ou milícia privada.
O presidente da Câmara Hugo Motta disse que o projeto representa a resposta mais dura já dada ao crime organizado. No início da discussão, ele explicou que o governo federal e a oposição haviam entrado em acordo para acelerar a votação.
Para o líder do PSB, deputado Jonas Donizette (SP), o texto foi aperfeiçoado com pontos positivos da Câmara e do Senado. O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), vice-líder do PL, destacou que o projeto vai ser “o pontapé inicial” para retirar organizações criminosas da política.
Deputados da base do governo, por outro lado, criticaram a aprovação de destaque para retirar a criação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre bets para financiar o combate ao crime organizado. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que a cobrança traria R$ 30 bilhões para a segurança pública.

Em pregão de clara recuperação de apetite, o Ibovespa — principal índice da B3, em São Paulo — encerrou esta terça-feira (24/fev) em alta de 1,40%, aos 191.490,40 pontos, cravando o 13º fechamento em máxima histórica neste 2026.
A cotação intradiária atingiu pico inédito de 191.780,77 pontos. O catalisador decisivo foi o recuo da tarifa adicional de 15% para 10% sobre produtos não isentos, imposta pelos Estados Unidos e vigente a partir desta terça-feira (24/fev).
A medida, decorrente de ajustes na política comercial da administração Donald Trump após decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, dissipou parte das incertezas protecionistas e reforçou o influxo de capitais estrangeiros para ativos locais.
O movimento se soma ao forte desempenho acumulado do índice, que já acumula elevação expressiva no ano.Dados divulgados pelo Banco Central do Brasil nesta terça-feira (24/fev) reforçaram o cenário: o déficit em transações correntes de janeiro atingiu US$ 8,36 bilhões (acima da expectativa de US$ 6,4 bilhões), porém os investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 8,168 bilhões, superando as projeções de US$ 7 bilhões.
Paralelamente, o dólar comercial fechou em baixa de 0,27%, cotado a R$ 5,1556 — o menor valor desde 28 de maio de 2024. “Tem muito capital estrangeiro entrando no Brasil, o que acaba favorecendo o real em relação ao dólar”, comentou Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos, em declaração transcrita pela CNN Brasil.
Analistas do Itaú BBA foram ainda mais assertivos em seu relatório Diário do Grafista: “Na rota dos 200 mil pontos! Essa é a estrada atual do Ibovespa”.
Editado pelo portal Urbs Magna.

A Cooperativa Cocari, criada em Mandaguari, no Paraná, e mais de 80 unidades operacionais, adquire Grupo Pivot , torna-se uma das maiores redes concessionárias Case IH do Brasil, amplia portfólio com irrigação e consolida-se como a maior revenda Lindsay da América Latina
Com a aquisição de 8 lojas nos estados de Goiás e Minas Gerais, a Cocari passa atuar como uma das maiores concessionárias Case IH do país. A operação marca também a entrada da cooperativa no segmento de pivôs centrais Zimmatic para irrigação, passando a contar com 12 lojas que também incluem os estados da Bahia e Tocantins.
A Pivot Máquinas Agrícolas e Irrigação representa atualmente duas marcas de presença global e com portfólio de produtos de alta tecnologia – Case IH e Lindsay. A Lindsay Brasil é referência global em soluções de irrigação e infraestrutura e a Case IH referência global de máquinas agrícolas.
Das 12 filiais incorporadas, oito atuam com a revenda de máquinas Case IH e Lindsay, nas cidades de Goiânia, Cristalina, Catalão, Formosa, Nova Crixás e Uruaçu (GO), além de Unaí e Paracatu (MG). Outras quatro são dedicadas exclusivamente à irrigação, localizadas em Goiânia e Rio Verde (GO), Luís Eduardo Magalhães (BA) e Gurupi (TO).
A aquisição está alinhada ao planejamento estratégico da Cocari, que já conta com 11 lojas da marca Case IH representada pela rede de concessionárias Tratorcase — nove no Paraná e duas em Santa Catarina. Com a ampliação, a cooperativa fortalece sua presença no Cerrado e passa a atender também Bahia e Tocantins com irrigação de alta tecnologia.
Segundo o presidente da Cocari, Dr. Marcos Antonio Trintinalha, a operação representa um avanço importante dentro da estratégia de crescimento da cooperativa. “Essa aquisição integra nosso planejamento estratégico, construído com os conselhos e representantes dos cooperados, e nos aproxima da meta de alcançar R$10 bilhões de faturamento até 2030. Passamos a atender diretamente produtores de Goiás e Minas Gerais com concessionárias próprias, ampliando a oferta de máquinas, equipamentos, peças e soluções em irrigação.”
O presidente destaca ainda que o ingresso no segmento de irrigação amplia as possibilidades de ganho de produtividade. “Diante dos desafios relacionados ao custo de terras e às questões ambientais, nosso foco é aumentar a rentabilidade nas áreas já produtivas. A irrigação é estratégica nesse processo e permitirá expandir essas soluções para outras regiões de atuação da Cocari, inclusive no Paraná.”
O vice-presidente da Cocari, João Carlos Obici, ressalta a relevância das marcas incorporadas ao portfólio. “Case IH e Lindsay se destacam pela tecnologia e inovação. Com essa ampliação, passamos a oferecer máquinas voltadas também para a cultura da cana e soluções completas em irrigação, fortalecendo nosso conjunto de soluções ao produtor. A integração entre consultoria técnica, insumos de qualidade, máquinas e irrigação de alta performance contribui para elevar a produtividade e reduzir riscos climáticos.”
Fábio Borgonhone, CEO da Tratorcase, assume também a gestão da rede adquirida e reforça o compromisso com excelência no atendimento. “A aquisição fortalece nossa estratégia de expansão com visão de longo prazo. Ampliamos nossa capacidade de entregar inovação e soluções integradas ao produtor rural, mantendo o foco no cliente e no suporte técnico como diferenciais para impulsionar o crescimento sustentável do agronegócio.”
Sobre a Cocari
Com 64 anos de atuação, a Cocari reúne mais de 12.200 cooperados e 2.384 colaboradores, atuando em mais de 87 municípios nos estados do Paraná, Goiás, Minas Gerais e Santa Catarina. A cooperativa opera unidades de atendimento, recebimento e armazenamento de grãos, unidades industriais e concessionárias de máquinas.
Seu portfólio inclui insumos agropecuários, comercialização e armazenagem de grãos, sementes próprias (soja e trigo), consultoria agronômica e veterinária, nutrição e produção animal, fabricação de rações e suplementos, fios de algodão, energia fotovoltaica, nutrição vegetal e tecnologia de aplicação (Éfforos), Café Cocari, corretora de seguros, e-commerce (Vita Campo) e concessionárias Tratornew (New Holland) e Tratorcase (Case IH). A cooperativa também investe em projetos socioambientais e de preservação ambiental.
Sobre a Lindsay
A Lindsay Corporation atua globalmente em soluções de irrigação e infraestrutura, com foco no desenvolvimento de tecnologias sustentáveis voltadas à produção agrícola e à mobilidade. Com atuação internacional e equipe de mais de 1.300 colaboradores, a companhia investe continuamente em tecnologia, priorizando qualidade, inovação e eficiência no uso de recursos naturais.
Sobre a Case IH
A Case IH é uma das principais fabricantes globais de máquinas e equipamentos agrícolas, reconhecida pela inovação, alta performance e tecnologia embarcada. Com mais de 180 anos de história, a marca integra o grupo CNH Industrial e atua no desenvolvimento de soluções voltadas à produtividade e eficiência no campo.
Seu portfólio inclui tratores, colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores e equipamentos para agricultura de precisão, atendendo desde médios até grandes produtores. Presente em diversos países, a Case IH investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento, oferecendo máquinas com foco em rendimento operacional, conectividade, sustentabilidade e suporte técnico especializado por meio de sua rede de concessionárias.
Sobre a Tratorcase
A Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A é uma concessionária Case IH com 18 anos de atuação. Conta com mais de 180 colaboradores e 11 lojas no Paraná e em Santa Catarina, atendendo mais de 3 mil clientes que somam 3,3 milhões de hectares cultivados.
Oferece portfólio completo de tratores, plantadeiras, colheitadeiras, pulverizadores, peças e serviços, além de tecnologia embarcada. Reconhecida por sete anos consecutivos como World Class Dealer (WCD), certificação Premium Pro é destaque Exclusive CNH, acumula faturamento superior a R$1,7 bilhão nos últimos cinco anos.

As fortes chuvas que atingiram Juiz de Fora, em Minas Gerais, entre a noite desta segunda (23) e a madrugada desta terça (23), deixaram ao menos 18 mortos e 43 desaparecidos, além de centenas de desabrigados. Outras sete mortes foram registradas na cidade de Ubá, próxima a Juiz de Fora, totalizando 25 vítimas fatais.

Até aqui, o Corpo de Bombeiros resgatou 13 vítimas com vida em Juiz de Fora. Mais de 140 bombeiros atuam nos resgates nas duas cidades mais atingidas.
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O Rio Paraibuna, que corte Juiz de Fora, transbordou. Houve também registros de soterramentos no entorno do curso do rio. Na madrugada de terça-feira (24), foi decretado estado de calamidade pública no município.
A prefeita Margarida Salomão anunciou a suspensão das aulas em todas as escolas da rede. Segundo os dados, em sete horas, o volume de chuva na região equivaleu ao previsto para todo o mês de fevereiro.

Romeu Zema, governador de Minas Gerais, decretou luto de três dias pelas vítimas das tempestades e prometeu se deslocar para a região da zona da mata entre o fim desta terça e o início da quarta (25).
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro é mais útil para a candidatura presidencial do seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), se “ficar calado”. A opinião foi dada nesta terça-feira (24) pelo pastor Silas Malafaia, em entrevista ao SBT News.
Malafaia criticou na entrevista os ataques feitos por Eduardo Bolsonaro ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Para o líder espiritual, que é ligado politicamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo estaria falando “muitas asneiras”.
“Calado, (Eduardo) vai ajudar muito mais o irmão (Flávio) do que abrindo a boca para falar asneira. Ele calado vai ser um belíssimo cabo eleitoral para o irmão”, declarou o pastor.
Em postagem nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro disse que Nikolas Ferreira e Michelle Bolsonaro estariam com “amnésia”, por não citarem a candidatura do irmão, Flávio Bolsonaro, em seus conteúdos. Nikolas, ao sair de visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, no último sábado (21), disse que já estava acostumado a apanhar do ex-deputado, e afirmou ainda que “ele não está bem”.
Já Michelle Bolsonaro não respondeu diretamente às críticas de seu enteado. Michelle, entretanto, postou um vídeo preparando “bananinhas fritas” para levar ao marido, o que foi entendido como uma estocada em Eduardo Bolsonaro, apelidado jocosamente por adversários como “Bananinha”.
Para Malafaia, se Eduardo Bolsonaro continuar com as críticas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “vai agradecer”. O pastor classificou as declarações de Eduardo como “amadorismo político sem tamanho”, disse que Michelle está “sofrendo’ por causa da prisão do marido, e que ela merece respeito neste momento.
“O ex-deputado não pode querer determinar a hora que cada pessoa vai manifestar seu apoio. Tem que respeitar a hora e o espaço de cada um’, criticou Silas Malafaia.

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) avaliou que a pesquisa do Instituto TML, divulgada nesta terça-feira (24) pelo site Política Ao Vivo, reforça a liderança do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo Palácio de Ondina e aponta desempenho competitivo do grupo governista também na corrida ao Senado. Para o parlamentar, os números indicam aprovação da atual gestão e possibilidade de definição do pleito ainda no primeiro turno, também com a liderança do presidente Lula (PT), que vai disputar a reeleição nas eleições deste ano.
O levantamento estimulado mostra o governador Jerônimo Rodrigues com 52,51% das intenções de voto, contra 35,65% atribuídos a ACM Neto (UB). O percentual superior a 50% poderia, pelas regras eleitorais, representar vitória em turno único. O estudo também revela que a gestão do governador é aprovada por 53,20% , ante 32,08% de rejeição.
“Tem muita gente falando que o ciclo do PT estaria acabando, mas a pesquisa mostra exatamente o contrário. Ela aponta aprovação do governo e possibilidade real de vitória no primeiro turno”, declarou Robinson.
Para o Senado Federal, o estudo aponta a liderança do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), com 28,67%, seguido pelo senador Jaques Wagner (PT), com 23,22% das intenções de voto, à frente de João Roma (16,12%) e Ângelo Coronel (11,51%).
“Vai ser barba, cabelo e bigode. Lula presidente com mais de 70% dos votos, Jerônimo governador eleito no primeiro turno e Rui e Wagner eleitos senadores da Bahia”, afirmou o parlamentar.
Segundo o deputado, os dados refletem o ambiente de aprovação da gestão e da liderança do governador, que tem realizado um conjunto de entregas na educação, com escolas de tempo integral, na saúde, com novos hospitais, na infraestrutura e segurança, com novas estradas, contratação de novos policiais, entrega de viaturas e criação de novas companhias e batalhões, entre outras ações.
“O que eu vejo é adesão de prefeitos, participação popular e um ambiente político que pode levar a uma eleição decidida em turno único”, afirmou. “Jerônimo tem um governo de amplas e importantes entregas tanto na capital, com a nova rodoviária, o VLT, a ampliação do metrô, como no interior com escolas novas, hospitais, estradas, reforço na segurança e apoio para a agricultura”, avaliou Robinson Almeida.
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 21 de fevereiro e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) sob o número BA-07735/2026.
Cacau a pleno sol, irrigado, no Oeste da Bahia.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), comemorou a publicação de decreto federal que suspende a importação de amêndoas fermentadas e secas de cacau provenientes da Costa do Marfim. A medida foi oficializada nesta terça-feira (24) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio do Despacho Decisório nº 456/2026.
Segundo o ministério, a suspensão é imediata e temporária e tem como fundamento o risco fitossanitário decorrente do elevado fluxo de grãos oriundos de países vizinhos para o território marfinense, o que pode possibilitar a mistura de amêndoas nas cargas exportadas ao Brasil.
Antes de retornar à Bahia, após integrar missão internacional ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Índia e na Coreia do Sul, Jerônimo atribuiu a decisão a uma articulação liderada pelo governo baiano em conjunto com produtores e integrantes do governo federal.
“Volta da missão ao lado do presidente Lula, mas eu quero celebrar com você que luta pela cadeia do cacau, você que é cacauicultor, produtor, trabalhador, é da região, celebrar hoje. Nós hoje tivemos um decreto, uma documentação que o Ministério publicou, trazendo justamente a suspensão imediata da importação de amêndoas fermentadas e secas de cacau, provenientes da Costa do Marfim. Isso é fundamentado num risco fitossanitário”, afirmou.
O governador relatou que recebeu representantes do setor produtivo em Gandu e, posteriormente, em seu gabinete. Segundo ele, uma comitiva esteve em Brasília nesta semana para reuniões com quatro ministérios envolvidos no tema.
“Foi uma demanda concreta do movimento, recebi ao lado do ministro Rui Costa, comissão em Gandu, depois no meu gabinete. Nesta segunda-feira um grupo chegou aí a Brasília, se reuniu com os quatro ministérios envolvidos e publicado hoje. Portanto, celebrarmos aí a conquista”, disse.
De acordo com o governo estadual, a medida foi construída em diálogo com representantes do setor produtivo, da Assembleia Legislativa da Bahia, do Congresso Nacional e de órgãos federais.
Para produtores, a suspensão tem impacto direto na proteção fitossanitária da lavoura cacaueira e no ambiente econômico do setor. A avaliação é que a redução do risco de entrada de pragas e doenças protege a produção baiana, enquanto a diminuição da oferta externa pode contribuir para a recomposição da renda dos agricultores em um cenário de instabilidade no mercado.
“Quero agradecer aqui ao governo do presidente Lula, a todos os ministros envolvidos, mas ao movimento que se juntou e foi até Brasília. Portanto, publicado hoje a suspensão imediata da importação de amêndoas de cacau oriunda da Costa do Marfim. Já já nós trataremos dos pontos seguintes, mas celebramos isso com muita firmeza. Viva a nossa lavoura cacaueira”, declarou o governador.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Sustentabilidade, ampliou os serviços de recebimento de resíduos nos EcoPontos espalhados pela cidade. Com três endereços, a principal novidade é o recebimento de pneus.
O descarte correto de pneus evita a proliferação de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, além de impedir o entupimento de bueiros e contribuir para a preservação do meio ambiente. O recebimento de pneus nos ecopontos é um avanço, e cada cidadão pode descartar até quatro unidades.
Os ecopontos continuam sendo o local ideal para o descarte de “lixo verde”, seguindo as orientações estabelecidas pela Secretaria de Sustentabilidade. Para o descarte de pequenas quantidades, os moradores podem entregar restos de podas e jardinagem.
O município conta atualmente com três ecopontos, que vêm desempenhando um papel fundamental na retirada de resíduos das ruas e na destinação correta desses materiais. De acordo com a Secretaria de Sustentabilidade, cada ecoponto recolhe mensalmente cerca de 80 toneladas de entulho de obras, oito caçambas de resíduos de poda e cinco toneladas de vidro. Além disso, plástico, papel, metal e eletrônicos são destinados à Associação de Recicladores de Luís Eduardo Magalhães, totalizando oito coletas mensais por unidade. Além desses materiais, a coleta de móveis inservíveis, como sofás e armários, iniciada há 90 dias, já soma cinco toneladas retiradas por ecoponto.
Confira os endereços e horários de atendimento dos Ecopontos:
*Unidade Conquista*
Endereço: Av. Ayrton Senna com Rua Caravelas, ao lado do Estádio Municipal Coronel Aroldo e Areninha Rei Pelé;
Horário: 7h às 12h (segunda a sexta)
7h às 12h (Sábado)
*Unidade Tropical Ville*
Endereço: Av. JK, s/n, Bairro Tropical Ville
Horário: 7h às 12h (segunda a sexta)
7h às 12h (Sábado)
*Unidade Mimoso*
Endereço: Rua São Francisco, Quadra 66, Mimoso 1
Horário: 6h às 12h e das 14h às 18h (segunda a sábado)
6h às 12h (domingo)
Carlos Fávaro e Fernando Haddad na Coréia do Sul (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O Ministério da Agricultura e Pecuária oficializou, nesta segunda-feira (23), em Seul, dois memorandos de entendimento com o governo da Coreia do Sul para ampliar a cooperação bilateral em áreas como agricultura, inovação, desenvolvimento rural e defesa sanitária. As assinaturas ocorreram na Casa Azul, sede do governo sul-coreano, durante a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático.
Os acordos integram a agenda estratégica da missão brasileira na Ásia e consolidam uma nova etapa de aproximação entre os dois países no setor agropecuário.
Em declaração sobre a iniciativa, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a relevância da parceria. “A Coreia do Sul é um parceiro estratégico e esta agenda inaugura uma nova etapa de cooperação baseada em confiança, diálogo e complementaridade econômica. Estamos aproximando tecnologia, sustentabilidade e produção responsável para ampliar oportunidades ao agro brasileiro e fortalecer a segurança alimentar”, afirmou.
O primeiro memorando, firmado entre os ministérios da Agricultura de Brasil e Coreia do Sul, prevê a ampliação do intercâmbio técnico e institucional, com foco em ciência, tecnologia, agricultura digital, segurança alimentar e cadeias de abastecimento. O documento também contempla cooperação em medidas sanitárias e fitossanitárias (SPS), incluindo a harmonização de normas e a troca de informações para avançar em temas de interesse comum.
Entre os pontos estabelecidos estão ainda ações voltadas à infraestrutura agrícola, estímulo a investimentos, intercâmbio científico e a criação de um Comitê de Cooperação Agrícola Brasil–Coreia. O colegiado terá a função de acompanhar e implementar as iniciativas conjuntas previstas no acordo.
O segundo memorando envolve, além do Ministério da Agricultura e Pecuária, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Administração de Desenvolvimento Rural da Coreia. O objetivo é estruturar a cooperação no registro, avaliação e gestão de agrotóxicos e bioinsumos.
O acordo estabelece mecanismos para intercâmbio de informações técnicas, desenvolvimento de pesquisas conjuntas e compartilhamento de dados. Também estão previstas ações como intercâmbio de especialistas, programas de capacitação, realização de workshops e projetos científicos em parceria.
Com a formalização dos memorandos, Brasil e Coreia do Sul aprofundam a colaboração tecnológica e regulatória no setor agropecuário, ampliando o diálogo sobre segurança sanitária e inovação no campo, em um contexto de fortalecimento das relações estratégicas entre os dois países na Ásia.
Editado pelo portal Brasil247.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um investimento de R$ 950 milhões para a construção de uma usina de milho em Luís Eduardo Magalhães, no oeste do estado. O equipamento será voltado para a produção de etanol anidro e hidratado a partir da moagem de grãos.
Com R$ 350 milhões do Fundo Clima e R$ 600 milhões da linha Finem, a unidade terá capacidade para processar, anualmente, até 1 milhão de toneladas de milho, 498 milhões de litros de etanol, 248,9 mil toneladas de DDGs (dried distillers grains – coproduto da produção de etanol a partir do milho, rico em proteína), 24.862 toneladas de óleo vegetal e 185 GWh de energia elétrica. A produção atingirá a capacidade máxima a partir de 2027.
A construção terá uma área total de 125.280,50 m² e já na fase de obra serão gerados cerca de 300 empregos diretos e mais de 3 ml indiretos. Após ficar pronto, estima-se de 450 e 500 empregos diretos que serão abertos para o funcionamento do processo industrial e operações.
“A usina de etanol terá um impacto significativo na economia local, além de contribuir para que a Bahia deixe de ser importadora para se tornar exportadora de biocombustíveis. Esse é o objetivo de desenvolvimento do governo do presidente Lula, que alia o fortalecimento das cadeias de biocombustíveis e o desenvolvimento da economia no estado, gerando emprego e renda para a população”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
“Fechamos nossa primeira captação de recursos junto ao BNDES e estamos muito satisfeitos com o resultado. A Inpasa, empresa relativamente nova no mercado de biocombustível no Brasil, desde 2018 vem expandindo sua atuação e se orgulha de poder contar com o apoio do BNDES na implantação de sua 6ª biorrefinaria no Brasil, 1ª na Bahia”, diz Moacir Marcos Junior, diretor de RI e Captação da Inpasa.


A previsão para o Oeste da Bahia (Barreiras, Luís Eduardo Magalhães) para os próximos dias indica tempo instável, com muitas nuvens, sol entre nuvens pela manhã e alta probabilidade de pancadas de chuva, algumas fortes, à tarde e à noite. Há um alerta amarelo para chuvas intensas na região, com possibilidade de ventos fortes. As temperaturas devem ser amenas, com mínimas próximas a 19ºC e máximas em torno de 27 a 29ºC.
A soja mais precoce, que está entrando em fase de colheita, pode sofrer alguns danos com chuvas, ventos e alta umidade. As lavouras que sofreram alterações durante período de canivete, causadas por deficiência hídrica, e hoje tem problemas de abertura de vagens, são as mais suscetíveis.
Também o algodão que expõe os primeiros capuchos tendem a ter redução de produtividade.
O episódio envolvendo a denúncia de racismo contra Vinícius Júnior ganhou novo desdobramento na Europa. A UEFA anunciou nesta segunda-feira (23) a suspensão preventiva do atacante argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, após a acusação de comportamento discriminatório durante duelo contra o Real Madrid pela Champions League.
A decisão partiu do Departamento de Controle, Ética e Disciplina da entidade, que aplicou ao jogador um gancho de uma partida em competições europeias enquanto o caso é apurado. Com isso, Prestianni não poderá atuar no confronto de volta diante do Real Madrid, marcado para esta quarta-feira (25), às 17h (de Brasília) no estádio Santiago Bernabéu.
O Benfica informou que pretende recorrer da medida, na tentativa de contar com o atleta no jogo decisivo. Paralelamente, o atacante já prestou depoimento às autoridades sobre o episódio ocorrido na semana passada.
Mesmo antes da punição da UEFA, Prestianni ficou fora da última rodada do Campeonato Português por suspensão automática após receber o terceiro cartão amarelo. Agora, a situação disciplinar passa a ser acompanhada pela entidade europeia, que pode ampliar a penalidade caso a acusação seja confirmada.
De acordo com o regulamento, infrações de cunho discriminatório podem resultar em suspensões mais severas, chegando a até dez partidas em torneios internacionais. A definição dependerá do andamento da investigação e da análise das provas reunidas pela UEFA.

A onda de fake news, que tem assolado a internet nos últimos anos, tem levantando questões como, por exemplo, “quem são os grandes disseminadores de fake news no Brasil”. Já falamos algumas vezes que não endossamos as tais listas porque ainda não encontramos critérios que garantam a correção delas. E sobre mais um “rol” desses que vamos falar hoje.
De acordo com mensagens que estão circulando na internet, o STF divulgou, com base no inquérito das fake news, uma lista de “pseudoveículos de mídia” que espalhariam notícias falsas e desinformação online. A lista que acessamos tem 58 itens, entre sites, perfis em redes sociais e canais do Youtube (a maioria absoluta de direita).
São esses sites que alimentam as fakes e os boatos das tias do Zap, ampliando a divulgação das inverdades pelas mídias sociais.
1 – Pela Ordem (YouTube)
2 – Pleno News
3 – Jornal da Cidade Online
4 – Pavão Misterioso
5 – Terça Livre
6 – Bloco Movimento Brasil
7 – Gazeta Informante
8 – Diário do Brasil
9 – Expresso Diário
10 – Diário on line
11 – Br Notícias
12 – Canal Gama
13 – Riachuelo em Ação
14 – Opinião Crítica
15 – Jornal 21 Brasil
16 – Grande Ponto
17 – Presidente Bolsonaro
18 – Agora Notícias Brasil
19 – Imprensa Viva
20 – República de Curitiba
21 – O Alerta
22 – 1News
23 – Folha Política
24 – Seu Mizuka
25 – Portal BR7
26 – Verdade Estampada
27 – Critica News
28 – Canal Gama
29 – Gazeta Brasil
30 – Ibuzz online
31 – Jacaré de Tanga
32 – Senso Incomum
33 – Vista Pátria
34 – Bruno Jonssen
35 – Dr Marcelo Frazão
36 – Crítica Nacional
37 – Folha do Brasil
38 – Folha Política
39 – Questione-se
40 – Bombeiros DF
41 – Enzuh
42 – Endireita Gandu
43 – Te Atualizei
44 – Renova Mídia
45 – Paula Marisa
46 – Vlog do Lisboa
47 – Giro de Notícias
48 – Bernardo P küster
49 – Denne Souza
50 – Alexandre Garcia
51 – Ravox Brasil
52 – O Conservador
53 — Revista Oeste
54 — Jovem Pan
55 — Pingos nos Is
56 — Gustavo Gayer Canal
57 — Poder 360
58 — Portal de Prefeitura
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Um homem de 48 anos foi preso por transportar emagrecedores e anabolizantes na tarde deste domingo (22) na Rodovia Transbrasíliana (BR-153) em José Bonifácio (SP).
O suspeito foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal em uma caminhonete. Questionado, ele disse que saiu de Foz do Iguaçu (PR) com destino a Goiânia (GO).
O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal de São José do Rio Preto (SP), juntamente com a mercadoria e o veículo.
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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu parcialmente, no domingo (22/fev), a eficácia da Lei Estadual nº 22.188/2024 do Paraná que autorizava a desestatização da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar).
A liminar atendeu ação direta de inconstitucionalidade (ADI 7.896) ajuizada pelo PT e pelo PSOL, que questionam a transferência do controle acionário da empresa à iniciativa privada sem salvaguardas suficientes para o direito fundamental à proteção de dados pessoais.
Para Flávio Dino, a lei trata “de forma genérica” temas como transferência e tratamento de dados, o que não garante as “medidas necessárias a salvaguardar o direito à proteção dos dados pessoais”, destaca a Folha de S.Paulo.
“Sublinho que não se cuida de uma operação corriqueira de mera alteração do controle acionário de uma empresa que atua em um determinado ramo comercial. Com efeito, há direitos fundamentais dos cidadãos do Paraná a serem observados, conforme ditam a Constituição Federal e as demais normas emanadas do Congresso Nacional e da Agência Reguladora competente (ANPD)”, decidiu Dino.
Fundada em 1964 e com cerca de 980 funcionários, a Celepar é responsável pelo desenvolvimento e gestão de sistemas estratégicos do governo estadual, abrigando bases de dados sensíveis de educação, saúde, infrações de trânsito e arrecadação tributária.
A empresa lida com informações ligadas inclusive à segurança pública, o que eleva o patamar de cautela exigido pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).
Na decisão cautelar, Flávio Dino determinou que o Paraná elabore, antes de qualquer avanço na desestatização, um “relatório de impacto à proteção de dados pessoais” específico para a transição societária, a ser submetido à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
O Estado deve ainda preservar o controle sobre sistemas e bases de dados sensíveis, além dos poderes fiscalizatórios, observando a competência privativa da União para legislar sobre o tema.
A liminar será submetida ao plenário do STF para referendo.A medida trava o leilão previsto para 17 de março na B3, avaliado em R$ 1,3 bilhão.
O governo de Ratinho Júnior (PSD) já sinalizou intenção de recorrer, conforme veículos locais como o Bem Paraná.
A decisão reforça a jurisprudência do STF sobre a primazia dos direitos fundamentais na era digital, especialmente quando se trata de ativos estratégicos sob guarda estatal.
Do portal UrbsMagna

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,95% para 3,91% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (23), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,5% para os dois anos.
Pela sétima semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e se mantém dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC.
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.
Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.
Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.
A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.
A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi reduzida nesta edição do Boletim Focus – de 12,25% ao ano para 12,13% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,8% para 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.
Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.
Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando alcançou 4,8%.
A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,45 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

Foto: ANGéLICA ALVES/FOTOARENA/ESTADÃO. Do g1.globo.com
A segunda-feira (23) começa com sol e sensação de abafamento em várias regiões do Brasil, mas o cenário muda ao longo do dia. A previsão indica risco de temporais em grande parte do país, com possibilidade de chuva forte, rajadas de vento, descargas elétricas, alagamentos e queda de granizo.
Segundo a Climatempo, áreas do Centro-Oeste, Sudeste, parte do Norte e do Nordeste estão em nível de perigo para tempestades nesta segunda.
Capitais com previsão de chuva volumosa
A previsão aponta acumulados significativos em diversas capitais:
Os volumes podem ocorrer em forma de pancadas intensas concentradas em poucas horas, o que aumenta o risco de alagamentos urbanos.
Sudeste em destaque, com aviso em São Paulo.
No Sudeste, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo estão na área de risco para temporais.
Em São Paulo, a Defesa Civil emitiu aviso meteorológico para todo o estado. A maior parte do território está em nível de atenção, enquanto áreas do litoral e do sul paulista estão em alerta, indicando maior probabilidade de transtornos como alagamentos e quedas de árvores.
Solo encharcado eleva risco de deslizamentos

O grau de toxicidade dos pesticidas aumentou em todo o mundo de 2013 e 2019, com o Brasil entre os países líderes. A conclusão está em um estudo publicado este mês na revista Science e contraria a meta de redução de riscos dos pesticidas até 2030, estabelecida na 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP15).

Pesquisadores alemães da universidade de Kaiserslautern-Landau avaliaram 625 pesticidas em 201 países. Eles utilizaram o indicador de Toxicidade Total Aplicada (TAT), que considera o volume usado e o grau de toxicidade de cada substância.
Seis de oito grupos de espécies estão mais vulneráveis aos níveis crescentes de toxicidade. São eles: artrópodes terrestres (como insetos, aracnídeos e lacraias), cuja toxicidade aumentou 6,4% ao ano; organismos do solo (4,6%), peixes (4,4%); invertebrados aquáticos (2,9%), polinizadores (2,3%) e plantas terrestres (1,9%).
O TAT global diminuiu apenas para plantas aquáticas (−1,7%) e vertebrados terrestres (−0,5% ao ano). Humanos fazem parte desse último grupo.
“O aumento das tendências globais de TAT representa um desafio para o alcance da meta de redução de risco de pesticidas da ONU e demonstra a presença de ameaças à biodiversidade em nível global”, diz um dos trechos do estudo.
O Brasil aparece como um dos principais protagonistas desse cenário. O estudo identifica o país como detentor de uma das maiores intensidades de toxicidade por área agrícola em todo o planeta, ao lado de China, Argentina, Estados Unidos e Ucrânia.
Além disso, Brasil, China, Estados Unidos e Índia respondem juntos por 53% a 68% da toxicidade total aplicada no mundo.
A relevância brasileira está diretamente ligada ao peso do agronegócio, especialmente de culturas extensivas. Embora cereais tradicionais e frutas ocupem grandes áreas, a toxicidade associada a culturas como soja, algodão e milho exerce impacto significativamente maior em relação à extensão cultivada.
Um dos achados mais relevantes do estudo indica que o problema é altamente concentrado: em média, apenas 20 pesticidas por país respondem por mais de 90% da toxicidade total aplicada.
O levantamento aponta que diferentes classes químicas dominam os impactos. Classes de inseticidas, como piretroides e organofosforados, contribuíram com mais de 80% do TAT de invertebrados aquáticos, peixes e artrópodes terrestres. Neonicotinoides, organofosforados e lactonas representaram mais de 80% do TAT de polinizadores.
Organofosforados, juntamente com outras classes de inseticidas, foram os que mais contribuíram para os TATs de vertebrados terrestres. Herbicidas acetamida e bipiridil contribuíram com mais de 80% para o TAT das plantas aquáticas, enquanto uma mistura mais ampla de herbicidas (incluindo acetamida, sulfonilureia e outros) definiu o TAT das plantas terrestres. Herbicidas de alto volume, como acetoclor, paraquat e glifosato, pertencem a essas classes e têm sido associados a riscos ambientais e à saúde humana.
Fungicidas conazol e benzimidazol, juntamente com os inseticidas neonicotinoides, aplicados no revestimento de sementes, contribuíram principalmente para o TAT dos organismos do solo.
O estudo também avaliou a trajetória de 65 países. O diagnóstico é de que, sem mudanças estruturais, apenas um país (Chile) atingirá a meta da ONU de redução de 50% da toxicidade dos pesticidas até 2030.
Segundo os pesquisadores, China, Japão e Venezuela estão no caminho para atingir a meta e apresentam tendências de queda em todos os indicadores. Mas precisam de uma aceleração nas mudanças de uso de agrotóxicos.
Tailândia, Dinamarca, Equador e Guatemala estão se afastando da meta, com pelo menos um indicador dobrando nos últimos 15 anos. Eles precisam reverter as tendências de rápido aumento para voltar a trajetória anterior.
Todos os outros países do estudo, o que inclui o Brasil, precisam retornar os riscos de pesticidas aos níveis de mais de 15 anos atrás. O que significa reverter padrões de uso das substâncias consolidadas há décadas, em termos de volume e toxicidade das misturas.
Os pesquisadores indicam três frentes principais para conter a escalada dos riscos: substituição de pesticidas altamente tóxicos, expansão da agricultura orgânica e adoção de alternativas não químicas. Tecnologias de controle biológico, diversificação agrícola e manejo mais preciso são apontadas como estratégias capazes de reduzir impactos sem comprometer produtividade.

Em 2025, cerca de 15 mil fazendas nos Estados Unidos fecharam, refletindo um cenário de dificuldades econômicas que afetou especialmente pequenos e médios produtores.
Entre os fatores que contribuíram para esses fechamentos estão os altos custos de insumos agrícolas, como fertilizantes e combustível, a volatilidade nos preços das commodities e a dificuldade de sucessão familiar em propriedades menores.
Muitos agricultores não conseguiram manter a competitividade frente à consolidação de grandes fazendas, que conseguem operar com margens menores e maior produtividade.
Outro fator importante foram as tarifas impostas durante o governo Donald Trump, principalmente nas exportações agrícolas para países como China.
Essas medidas geraram retaliações e reduziram a demanda por produtos como soja e milho, pressionando ainda mais a renda dos agricultores. A combinação de políticas comerciais, custos crescentes e desafios estruturais levou milhares de fazendas a encerrar suas atividades nos Estados Unidos.
Foto de Ricardo Stuckert – PR – Conteúdo da Agência Brasil
Um acordo envolvendo minerais críticos e terras raras foi assinado hoje (21) entre os governos do Brasil e da Índia. Em declaração à imprensa realizada nesta madrugada em Nova Delhi, na Índia, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi informou que o acordo é “um grande passo” para os dois países.

“O acordo assinado sobre minerais críticos e terras raras é um grande passo em direção a construir cadeias de suprimento resilientes”, disse Modi a jornalistas.
Ao lado de Modi, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que a assinatura desse acordo coloca a tecnologia “a serviço do desenvolvimento inclusivo”.
“É notável a evolução indiana em setores de ponta, como tecnologia da informação, inteligência artificial, biotecnologia e exploração especial. Isso cria muitas oportunidades de cooperação com o Brasil e traduz nosso compromisso com uma agenda que coloca tecnologia a serviço do desenvolvimento inclusivo. Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje”, falou Lula.
O Brasil detém as segundas maiores reservas globais desses recursos, atrás da China.
Durante o encontro realizado neste sábado, em Nova Delhi, na Índia, os dois líderes assinaram um memorando de entendimento também nas áreas de comércio, empreendedorismo, defesa e saúde.
“Nós temos possibilidades ilimitadas de cooperação na área de saúde, na área farmacêutica e nós vamos trabalhar em melhorar o fornecimento de medicamentos a preço acessível e de qualidade para o Brasil”, disse Modi.
Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas hoje no concurso 2975 da Mega-Sena. Os números sorteados foram 07-10-17-35-44-46.
106 apostas acertaram cinco dezenas e ganharam R$ 36.398,76 cada.

Na manhã de sexta-feira (20), por volta das 6h, uma grande operação policial resultou na erradicação de aproximadamente 200 mil pés de maconha e na apreensão de uma tonelada da droga pronta para comercialização na zona rural de Brotas de Macaúbas, na região da Chapada Diamantina.
A ação fez parte da Operação Nexus Nordeste 2026 RENOE (Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas), promovida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). Participaram da operação equipes da Polícia Militar da Bahia, por meio da CIPT-MO (Rondesp Meio Oeste), CIPE-Caatinga, CIPE-Chapada, BOPE, GRAER e 28ª CIPM, além de atuação integrada com a Polícia Federal, através da Delegacia da Polícia Federal em Juazeiro.
De acordo com as forças de segurança, o plantio foi identificado após análise de dados e levantamentos de inteligência. A plantação ocupava uma área de aproximadamente seis hectares e contava com estrutura considerada sofisticada, incluindo sistema de irrigação, uso de energia solar e tecnologia de fertirrigação avançada.
A estimativa é de que o cultivo poderia produzir cerca de 66 toneladas da droga, com potencial de gerar aproximadamente R$ 160 milhões ao tráfico de entorpecentes.
Todo o plantio foi erradicado e incinerado no local. A ocorrência e o material apreendido foram apresentados à Delegacia da Polícia Federal em Juazeiro (BA), onde serão adotadas as medidas legais cabíveis.
Segundo a polícia, não houve conduzidos durante a operação.

O Carnaval de Correntina, no oeste da Bahia, movimentou mais de R$ 370 milhões na economia do município e registrou cerca de 100 mil pessoas diariamente, em média, durante os cinco dias de festa. No domingo, dia de maior concentração, o monitoramento registrou cerca de 127 mil pessoas circulando simultaneamente entre os diferentes pontos da programação.
Não foi apenas a avenida que recebeu público. O movimento se espalhou. Pela manhã, a orla e os rios já estavam tomados. À tarde, o fluxo se mantinha intenso. À noite, a convergência para o circuito completava a ocupação urbana. O efeito mais visível do Carnaval aparece nas ruas. A estimativa média de gasto por pessoa ficou em torno de R$ 700 por dia, considerando hospedagem, alimentação, consumo no circuito e movimentação no comércio local.
“Os números confirmam aquilo que a cidade inteira sentiu nas ruas: fizemos o maior Carnaval da história de Correntina. Ter mais de R$ 370 milhões movimentados em poucos dias e um pico de 127 mil pessoas em um único momento mostra a força do nosso município e a capacidade que temos de atrair visitantes e gerar oportunidades”, disse o prefeito Mariano Correntina.
Entre os nomes que se apresentam na cidade estavam Xanddy Harmonia, Fantasmão, Lá Fúria, Cheiro de Amor, Zé Neto e Cristiano, Axé do Bruto, Black City, Trio da Paquera, Lucas Lima, Swing do Patrão, Gui Ghetto, O Poeta e Jú Marques, além de outros artistas regionais.
A movimentação econômica teve impacto direto em hotéis e pousadas, pelos imóveis alugados por temporada, pelos restaurantes, supermercados, ambulantes, motoristas, fornecedores e trabalhadores temporários. A hotelaria operou com alta ocupação. Restaurantes ampliaram horários. Pequenos comerciantes que não estão no circuito principal também registraram aumento de fluxo.
“O que mais me impressiona é que a festa não ficou restrita ao circuito. A cidade inteira pulsou. Pela manhã, nossas praias e rios estavam cheios; à tarde, o comércio abastecido; e à noite, a avenida completamente tomada. Isso demonstra que o Carnaval passou a ocupar todos os espaços urbanos e a beneficiar trabalhadores de diversos setores”, afirmou o prefeito.
A soma entre presença física expressiva, circulação econômica elevada e alcance digital superior a 23 milhões de visualizações projeta o município para além do eixo tradicional de visitantes. A cidade passa a ocupar espaço consolidado no mapa dos grandes eventos do interior baiano, destaca o prefeito.
“Correntina está vivendo um novo momento. O impacto econômico chega para os hotéis, para quem aluga casa, para os restaurantes, ambulantes, motoristas, mercados e pequenos comerciantes. É dinheiro circulando, é renda entrando, é emprego sendo gerado. É assim que fortalecemos nossa economia”, salientou.

A Secretaria Municipal da Cidadania de Luís Eduardo Magalhães realizou nesta sexta-feira (20), o seu tradicional evento carnavalesco voltado à terceira idade. Com o tema “Viva La Vida”, o Bailinho de Carnaval do PROMATI celebrou, com alegria e muita descontração, a integração entre os participantes do projeto.
De acordo com a coordenadora do Programa Municipal de Atendimento à Terceira Idade (PROMATI), o baile de carnaval é uma iniciativa fundamental para fortalecer vínculos, estimular a socialização e promover o bem-estar físico e emocional dos idosos. É também um momento de resgate cultural, valorização das memórias afetivas e incentivo à autoestima. “O evento foi idealizado com muito carinho pela secretaria da Cidadania, Cinthya Marabá, pensando em cada detalhe para proporcionar alegria e acolhimento aos nossos idosos”, destacou.

A programação contou com marchinhas de carnaval e música baiana, além de momentos de dança e integração. Desde a entrada, os participantes do baile foram acolhidos com amor e carinho. Cada um no seu estilo, fantasiado para o baile carnavalesco, já que a melhor caracterização valeu premiação. Com cerca de 500 idosos atendidos por semana pelo programa, o PROMATI oferece diversas atividades que promovem convivência, saúde e qualidade de vida.
Guilherme Boulos, no Twitter:
“Faltou banheiro químico e apoio da prefeitura aos blocos de carnaval em SP, mas não faltaram R$183 milhões pagos para uma empresa laranja, que Ricardo Nunes contratou para terceirizar a “organização” do carnaval.”
Acima, a imagem da casa da dona da empresa terceirizada, Nathalia Carolina da Silva Souza, e também sede da empresa M.M. Quarter.

