





A fraude no INSS voltou ao centro das investigações com a informação de que o empresário Maurício Camisotti se comprometeu a devolver R$ 400 milhões aos cofres públicos em um acordo de colaboração premiada firmado com a Polícia Federal. As informações são da coluna do jornalista Cézar Feitosa, editadas pelo Brasil247.
O acordo de delação foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana. Antes de uma decisão do ministro André Mendonça, os termos da delação ainda serão examinados pela Procuradoria-Geral da República, sob a condução do procurador-geral Paulo Gonet. O caso envolve apurações sobre descontos ilegais em benefícios previdenciários e segue agora para análise das instâncias responsáveis pela homologação.
A Polícia Federal intimou mais de 30 pessoas para prestar depoimento em um inquérito que apura suspeitas de desvios em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As informações foram divulgadas inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmadas pela Folha de S.Paulo.
Entre os citados nas investigações está a empresária Roberta Luchsinger, sócia da RL Consultoria e Intermediações, apontada como possível elo entre Fábio Luís Lula da Silva, e o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Ela já foi alvo de busca e apreensão no âmbito da operação.
A defesa da empresária afirmou que não houve intimação formal. Em nota, o advogado Bruno Sales declarou: “A defesa recebeu um email indagando se ela gostaria de prestar depoimento pessoal”. Segundo ele, Luchsinger já apresentou esclarecimentos por escrito e permanece à disposição das autoridades.
As apurações incluem pagamentos atribuídos ao lobista, que, segundo a Polícia Federal, teria repassado cerca de R$ 1,5 milhão à empresária ao longo do tempo, incluindo uma parcela de R$ 300 mil identificada em mensagens apreendidas. Em uma dessas comunicações, o operador questiona o destino do valor, ao que Antunes responde que seria “o filho do rapaz”, sem especificar o nome. A PF busca esclarecer se a referência poderia ser a Fábio Luís.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta quinta-feira, 9, que o governo quer liberar R$ 7 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 10 milhões de trabalhadores que tinham o valor retido por terem aderido ao saque-aniversário. A medida deve ajudar a conter o endividamento no país, uma das preocupações do governo em ano eleitoral.
Em entrevista no programa Alô Alô Brasil, apresentado por José Luiz Datena, Marinho citou as duas medidas provisórias assinadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para liberar o valor retido do fundo para quem tinha sido demitido e estava com restrição de saque por conta da lei do saque-aniversário.
“Liberamos no primeiro semestre R$ 12 bilhões para 12 milhões de trabalhadores e, no final do ano, liberamos R$ 8 bilhões e meio para 14 milhões de trabalhadores”, disse Marinho. “A Caixa (Econômica Federal), no meu entendimento, cometeu um erro aqui porque ela não liberou a totalidade desses recursos”, afirmou.
E complementou: “Tem um resíduo de R$ 7 bilhões que nós estamos trabalhando e propondo que libere agora. Estamos apurando exatamente a quantidade de trabalhadores e trabalhadoras que vão receber o que é direito legítimo deles, mas acreditamos que é em torno de 10 milhões.”
Na entrevista, Marinho citou o processo grande de endividamento de parte da população. “Nós estamos trabalhando essa lógica de buscar criar condições de redução desse endividamento”, disse. “Criar condições efetivas para que os trabalhadores possam voltar à sua vida normal.”
O saque-aniversário foi criado por lei em 2019 e permite ao trabalhador sacar parte do saldo da conta do FGTS todos os anos no mês de seu aniversário.
No entanto, caso ele seja demitido, poderia sacar apenas o valor referente à multa rescisória, sem ter acesso ao valor integral da conta.
No final do ano passado, o governo editou uma medida provisória para permitir, temporariamente, a liberação do saldo do FGTS retido para trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário e foram demitidos entre janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025.
Marinho também falou sobre o fim da escala 6×1, uma das bandeiras do governo Lula, e disse que seria prudente o presidente deixar tramitar os projetos de lei que estão na Câmara.
“E aí o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) teria condição de, imediatamente, caso ele assim tenha a vontade, dialogando com as lideranças da Câmara, pautar em plenário”, disse o ministro, referindo-se ao presidente da Câmara.
Teerã: foto de © Hossein Zohrevand/Press TV
Os 40 dias de bombardeios de Israel e dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã danificaram 125 mil unidades civis, sendo 100 mil residências, em todo o país persa. Foram atingidas ainda 32 universidades e 339 unidades de saúde.

Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (10) pela organização não governamental (ONG) Crescente Vermelho, que atua com resgates humanitários em diversos países árabes.
“Algumas delas foram completamente destruídas, enquanto outras estão danificadas. Esses são documentos que enviaremos posteriormente às organizações internacionais”, informou Pir-Hossein Kolivand, presidente do Crescente Vermelho no país, em entrevista à mídia iraniana TV SNN.
Kolivand explicou que, do total, são 23 mil unidades comerciais. Entre os centros médicos, estão incluídos hospitais, farmácias, laboratórios, centros de saúde e de emergência. “Algumas foram desativadas, enquanto outras foram reativadas. Por exemplo, o Hospital Khatam foi reativado em menos de 24 horas”, completou.
A organização, que atua no Irã com mais de 28 mil trabalhadores, acrescentou que 857 escolas e 20 centros da Crescente Vermelha foram alvejados pelos bombardeios.
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Um dos ataques foi contra a Universidade de Tecnologia Sharif, em Teerã, principal instituição do país da área de tecnologia e engenharia. Em resposta, 36 universidades do país emitiram nota condenando esses ataques.
“Exortamos todas as instituições religiosas, científicas, universitárias e culturais do mundo a se levantarem com uma só voz contra essas violências e a não permitirem que os direitos fundamentais da humanidade sejam sacrificados pelas ambições desmedidas das potências agressoras”, diz comunicado das universidades iranianas.
O ataque contra infraestrutura civil é condenado pelo direito internacional. Ainda assim, o presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a ameaçar destruir o Irã, o que configuraria crime de genocídio.
Por outro lado, o secretário de Estado, Marco Rubio, ponderou, em algumas situações, que ataques à infraestrutura civil podem ser “efeitos colaterais” dos combates.
O jornalista e especialista em geopolítica Anwar Assi avalia que o alto número de unidades civis atacadas no Irã, em Gaza e no Líbano indicam que não se trata de efeito colateral da guerra, mas de uma estratégia deliberada.
“É um crime de guerra e pretendem, com isso, pressionar e aterrorizar a população civil, mostrando que eles vão atacar e não vai ter ninguém para ajudar. Isso é uma estratégia que Israel usa desde a década de 1990”, afirmou.
Israel ainda não se manifestou sobre os ataques à infraestrutura civil no Irã, mas costuma justificar ataques a escolas, hospitais e outras estruturas civis, alegando que elas estariam sendo usadas para fins militares, como é recorrente na Faixa de Gaza e no Líbano.
Por Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

Junior Marabá, prefeito de Luís Eduardo Magalhães, recebeu nesta sexta-feira (10), na Assembleia Legislativa da Bahia o Título de Cidadão Baiano, honraria proposta pelo deputado estadual Antônio Henrique Júnior (PP).
A cerimônia de entrega do Título – que representa reconhecimento, pertencimento e gratidão da sociedade baiana ao homenageado, aconteceu no Plenário Deputado Orlando Spínola, na ALBA.
O prefeito Marabá disse “estar honrado pela homenagem oferecida pela ALBA, principalmente por ter sido indicada pelo deputado Toinho, que também é um representante do Oeste baiano”.
Durante a cerimônia, repleta de amigos e autoridades, foi apresentada a história desse goiano que chegou à Bahia aos 12 anos com a família, para trabalhar e iniciar um novo ciclo de vida em Luís Eduardo Magalhães. Hoje aos 35 anos comanda a quinta economia do Estado.
“Sinto que estamos no caminho certo quando vejo nosso município alcançar mais de 95% de índice de alfabetização e consolidar avanços na educação e com o futuro das novas gerações”, disse o homenageado.
O Título de Cidadão Baiano é a maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) a pessoas nascidas fora do Estado que prestaram serviços relevantes à Bahia e ao seu povo. A comenda oficializa o vínculo afetivo e social, reconhecendo contribuições para o desenvolvimento do Estado.
Ao final da apresentação da história do prefeito Marabá, uma frase resumiu tudo: “Junior Marabá já faz parte da Bahia. E o compromisso com a terra que escolheu para viver, e criar sua família, ele já está escrevendo com a sua história”.

O sorteio do concurso 2.994 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (9), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 40 milhões.
O próximo sorteio da Mega será no sábado (11).

Parlamentares do PT entregaram nesta quarta-feira (8/abr) ao STF (Supremo Tribunal Federal) o Relatório da Maioria que responsabiliza o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro por fraudes no INSS. O documento atribui o esquema ao governo do hoje apenado por tentativa de golpe de Estado e pede indiciamentos com base em investigações da CPMI.
Paulo Pimenta (RS) disse a jornalistas, ao lado de Alencar Santana (SP) e Rogério Correia (MG), que o texto demonstra, através de provas documentais, demonstramos como mudanças legislativas facilitaram ações de uma organização criminosa contra aposentados e pensionistas, além de revelar nove núcleos operacionais e dificultar a fiscalização do Estado brasileiro.
“Em cada um desses núcleos operacionais, nós descrevemos, do ponto de vista hierárquico, o papel de cada um dos integrantes e propusemos o indiciamento de 130 pessoas e pedimos que as investigações prossigam com relação a 71 pessoas“, afirmou o parlamentar gaúcho.
Pimenta destacou que foram apresentados “ao ministro nove iniciativas legislativas que tem por objetivo aperfeiçoar a a capacidade de fiscalização e controle do Estado brasileiro para evitar que situações como essa possam se repetir“.
Segundo Pimenta, este ministro “recebeu a documentação e nos informou que toda essa documentação que nós apresentamos, ela será remitida à Polícia Federal e servirá como subsídio às investigações já em curso, aos inquéritos que já estão em curso“.
Pimenta afirmou que a documentação apresentada será integrada ao trabalho da Polícia Federal, contribuindo para resultados mais abrangentes, especialmente relacionados aos consignados e à participação do Banco Master no esquema criminoso.
O deputado gaúcho afirmou que a equação do desconto associativo foi quase resolvida, identificando os responsáveis. Em relação ao crédito consignado, a investigação da CPMI chegou ao Banco Master.
“E esse detalhamento, nós achamos que ele precisa ser aprofundado para que, de fato, a sociedade brasileira possa entender as responsabilizações individuais e criminosas que permitiram que esse esquema lesasse tanta gente no nosso país“, disse.
O deputado Alencar Santana destacou que “a oposição, através do presidente (da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG) ) evitou que o nosso relatório viesse a público e que as autoridades tivessem conhecimento”. E que “a prova disso é que ele sequer incorporou nos documentos da CPMI e sequer deixou ir a voto quando o relatório da minoria foi vencido“.
Santana disse que a entrega do Relatório da Maioria ao STF foi a última etapa da distribuição de cópias à Polícia Federal, CGU e PGR. “E agora é a vez do ministro André Mendonça, que é o relator“.
O deputado afirma que a investigação deve prosseguir conforme a lei e as provas documentais, destacando que a CPMI coletou depoimentos enfáticos sobre o início e crescimento dos fatos ocorridos no governo anterior.
E que, “se a oposição tentou blindar algumas pessoas, como o Zetel, tentou blindar como o governo anterior, autoridades como governo anterior, tentou impedir que o nosso relatório viesse a público, essa entrega de hoje e as de ontem demonstram claramente que nós do governo colhemos informações, colhemos provas, quer queremos que a investigação continue e queremos que o nosso relatório seja levado em consideração.
Alencar Santana disse que isso é importante pois evidencia o compromisso com a verdade, a punição dos culpados e, especialmente, com as pessoas roubadas, como aposentados do país. “Esperamos, como o ministro disse, que vai levar o conhecimento da Polícia Federal, que a investigação de fato a partir das provas que possuam, chegam verdadeiramente nas pessoas responsáveis“.
Rogério Correia destacou a relação entre os descontos associativos e o crédito consignado, afirmando que ambos estão conectados e foram geridos pela mesma equipe durante o governo Bolsonaro, enfatizando a origem comum que envolve o roubo aos aposentados.
Editado por Urbs Magna
O cessar-fogo entre EUA e Irã pode ser considerado frágil, mas os mercados não quiseram nem saber e mostraram força novamente nesta quinta-feira, com o Ibovespa disparando 1,52%, aos 195.129,25 pontos, um ganho de 2.928,09 pontos, o maior patamar de fechamento da história, batendo com força a marca alcançada na véspera, de 192.201,16 pontos. É a oitava sessão seguida de ganhos.
Afirmação do InfoMoney:
Não, a guerra não acabou. Os trogloditas ainda medem forças no Oriente Médio, mas os investidores tentam ver uma luz por entre a poeira levantada. Há ainda muitas incertezas no acordo de cessar-fogo que nem bem é um acordo de fato entendido por todas as partes.
A situação do Estreito de Ormuz levanta muitas dúvidas. “Está instável demais para qualquer um se comprometer”, disse Oscar Seikaly, CEO da NSI Insurance Group, uma corretora de seguros marítimos. O Irã continuou restringindo a passagem marítima.
Israel deu de ombros para as conversas entre EUA e Irã e seguiu atacando o Líbano, o que, segundo os iranianos, torna qualquer acordo sem sentido. Contudo, no meio da tarde, uma notícia animou os investidores, com informações de que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pretende iniciar negociações diretas com o Líbano, que rebateu dizendo que não dá para conversar sob ataque israelense.
No Oeste baiano, a cotação da soja reagiu 0,89% para R$113,42 a saca., enquanto em Chicago crescia em todos os vencimentos, chegando a +3,25% para maio. Amanhã a leguminosa deve ter quedas em função da valorização do Real frente ao Dólar.
O milho andou de lado, mantendo os R$60,00 a saca de 60 quilos.
Luiz Estevão, dono do Metrópoles e beneficiário do Banco Master
O Banco Master repassou R$ 27,2 milhões, entre 2024 e 2025, ao Metrópoles, site de notícias comandado pelo ex-senador Luiz Estevão, segundo documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
O relatório registra os pagamentos como suspeitos ao apontar que o veículo fez “débito imediato” dos valores recebidos do Master em direção a outras empresas da família de Luiz Estevão, o que “pode configurar possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”.
Além disso, o documento classifica os aportes do Master como “inusitados” e aponta uma movimentação do Metrópoles “incompatível com o faturamento médio mensal”.
Procurado, o ex-senador afirmou que os pagamentos dizem respeito ao patrocínio do Will Bank, que pertencia ao Master, à transmissão da Série D do Campeonato Brasileiro de 2025, feita pelo Metrópoles, e à venda dos naming rights da competição. Em relação às transferências para empresas da família, ele disse que pode dar a destinação que quiser ao dinheiro recebido.
Ao todo, o Master enviou R$ 27.283.800 à empresa Metrópoles Marketing e Propaganda LTDA. No segundo semestre de 2024, o banco fez dois pagamentos que totalizaram R$ 838,8 mil. Todo o restante foi transferido entre janeiro e outubro de 2025.
Esse período foi crucial para a instituição financeira. O banqueiro Daniel Vorcaro tentou vendê-la ao BRB, em março, virou alvo de investigações por suspeita de fraude financeira bilionária e viu sua empresa ser liquidada pelo Banco Central, em novembro. Vorcaro está preso.
De acordo com o relatório, o Master aparece como “principal remetente” de recursos ao Metrópoles nos períodos analisados em 2025, com pagamentos mensais que variaram de R$ 5 milhões a R$ 5,7 milhões.
Embora esses repasses tenham começado em janeiro de 2025 e Luiz Estevão os atribua ao contrato de patrocínio da Série D, as transmissões só passaram a exibir a logomarca do Will Bank três meses após o início do campeonato.
A competição começou em 19 de abril de 2025. O Metrópoles e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciaram, nos dias 2 e 3 de julho, respectivamente, um acordo referente apenas à transmissão dos jogos. As primeiras partidas exibidas no YouTube, gratuitamente, foram as da 11ª rodada da Série D, com 15 jogos transmitidos nos dias 5 e 6 de julho.
Luiz Estevão também havia negociado com o banco a venda dos naming rights. O campeonato passou a ser chamado de “Brasileirão Série D Will Bank”. Foi a primeira vez que a competição, organizada pela CBF, teve os “direitos sobre o nome” comercializados.
No entanto, a logomarca do Will Bank só foi instalada na placa de publicidade central dos campos a partir de 26 de julho, na 14ª rodada, a última da primeira fase — ou seja, mais de três meses após o início do campeonato e seis meses após o Master começar a repassar recursos ao Metrópoles.
O ritmo de ocupação reforça a força comercial da feira e a confiança do mercado em sua capacidade de reunir negócios, relacionamento e demonstração de soluções em um mesmo ambiente.
O Complexo BFS conta com capacidade instalada para receber, com a infraestrutura necessária, em torno de 840 estandes. De acordo com o relatório comercial mais recente, além dos negócios já fechados, outras quase 200 unidades seguem em fase de tratativas para a edição que será realizada entre os dias 8 e 13 de junho, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.
“A busca pelos espaços confirma a confiança das empresas na Bahia Farm Show, como um ambiente estratégico para a geração de negócios e apresentação de soluções para as demandas atuais do campo.”
Segundo o diretor da feira, Alan Malinski, a rápida ocupação reflete a eficácia das feiras como modelo comercial, ao concentrar procura e demanda, ao mesmo tempo, em um só lugar. A leitura é de consolidação: a Bahia Farm Show segue operando como plataforma estratégica para marcas, fabricantes, empresas de tecnologia e fornecedores ligados ao agronegócio.
As obras para consolidar o incremento de 35% na área do complexo seguem em ritmo forte. A nova configuração amplia a capacidade operacional da mostra e fortalece sua vocação para receber grandes estruturas expositivas, com destaque para maquinário de grande porte e demonstrações práticas em campo.
De acordo com Malinski, serão mais de 660 unidades em espaços abertos, uma configuração técnica pensada para atender com mais eficiência as necessidades de exposição de máquinas, equipamentos e soluções aplicadas ao agro.
A edição de 2026 celebra duas décadas de história da Bahia Farm Show, marco que será compartilhado por fabricantes de máquinas, empresas de tecnologia, fornecedores de insumos, visitantes e, principalmente, produtores que acompanham a evolução da feira como vitrine de inovação e ambiente de negócios.
Promovida pela Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), em parceria com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Associação dos Revendedores de Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba) e a Fundação Bahia, a Bahia Farm Show se consolidou como a maior mostra do agro das regiões Norte e Nordeste.


A partir de segunda-feira (13) será realizada a Semana Nacional do Registro Civil – Registre-se!; campanha promovida pela Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ), com atendimento gratuito voltado à garantia de direitos básicos e promoção da cidadania. E a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães estará presente com diversos atendimentos e serviços para a população entre os dias 13 e 17 de abril.
Durante o período, a população terá acesso a diversos serviços essenciais, como a emissão e regularização de documentos civis, incluindo certidões de nascimento, casamento e óbito. Também estarão disponíveis atendimentos para correções de registros, alteração de prenome e gênero, reconhecimento socioafetivo e registro de nascimento tardio, assegurando a identidade legal dos cidadãos. Outro serviço oferecido será a emissão, atualização e regularização do Cartão SUS, documento indispensável para acesso aos serviços de saúde pública, como consultas, exames e acompanhamento médico.
A ação também contemplará a atualização do Cadastro Único, fundamental para a manutenção do benefício do Bolsa Família. Manter os dados atualizados é essencial para evitar bloqueios e garantir a continuidade do recebimento. Além disso, haverá atendimento para regularização eleitoral, incluindo emissão, transferência e atualização do título de eleitor, documento necessário para o exercício do voto e acesso a determinados serviços públicos.
O atendimento será realizado no CRAS Santa Cruz, localizado na Rua Ibitiba, nº 1790, das 9h às 16h, com participação aberta a toda população.
Durante a semana, também estarão abertas as inscrições para o Casamento Coletivo, realizado em parceria com o CEJUSC. A iniciativa possibilita que casais formalizem gratuitamente sua união civil, garantindo direitos legais e segurança jurídica para a família.
Os interessados no casamento coletivo devem comparecer ao local de atendimento com os documentos básicos, como RG, CPF, certidão de nascimento (para solteiros) ou certidão de casamento com averbação de divórcio (para divorciados), além de comprovante de residência.
A Prefeitura reforça a importância da participação da população, destacando que a ação é uma oportunidade de acesso facilitado a serviços fundamentais para o exercício da cidadania.
Registre-se!
Semana Nacional do Registro Civil
Quando: De 13 a 17 de abril
Onde: CRAS do Bairro Santa Cruz, Rua Ibitiba, nº 1790
Horário: Das 09h às 16h

A Polícia Militar apreendeu mais de uma tonelada de drogas em Juazeiro durante uma operação realizada nesta quarta-feira (8). Os oficiais desarticularam um laboratório clandestino de refino de entorpecentes no bairro Piranga II.
A ação resultou no desmonte de uma estrutura industrial voltada ao tráfico, incluindo três prensas hidráulicas, nove balanças de precisão, liquidificador industrial e materiais químicos como soda cáustica.
O balanço das apreensões feitas pelos policiais militares da 75ª e 76ª CIPMs confirma a retirada de circulação de mais de uma tonelada de cocaína, fracionada em 21 sacos de 50 kg, 27 barras e 13 porções da droga e pasta base, além de quatro sacos de maconha. Somado ao volume expressivo de entorpecentes, a Polícia Militar apreendeu um arsenal de munições de alto poder bélico, incluindo mais de 300 cartuchos para fuzis (calibres 7.62 e 5.56), além de munições .380 e .32.
Todo o material apreendido, que incluía ainda baldes de substâncias para refino e peneiras, foi apresentado à Delegacia de Polícia Civil local. A operação reforça a estratégia de integração das unidades da Polícia Militar da Bahia no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade violenta no norte do estado, desarticulando pontos logísticos cruciais para a distribuição de entorpecentes.


“Uma justa homenagem a quem tem dedicado sua vida pública ao desenvolvimento da nossa região, ao bem-estar do povo de Luís Eduardo Magalhães, e de toda a Bahia. Junior é um gestor comprometido, moderno, que tem feito um trabalho que orgulha todo Oeste Baiano. Essa honraria reforça um reconhecimento ao seu compromisso com a Bahia”, declarou o parlamentar.
“Cheguei aos 12 anos de idade em Luís Eduardo Magalhães e foi aqui na Bahia que construí a minha vida. Hoje, sou casado, pai de dois baianos, Davi e Arthur, e Prefeito da cidade que mais cresce no Estado. Agradeço a homenagem realizada pelo meu amigo, Deputado Antônio Henrique Júnior, e também a aprovação pela Assembleia Legislativa da Bahia”, celebrou o homenageado, que é natural de Rio Verde, em Goiás.
Com apenas 35 anos, Junior Marabá já está no seu segundo mandato como prefeito de Luís Eduardo Magalhães, tendo sido reeleito em 2024 com 83,52% dos votos válidos.
Quem é Junior Marabá
Ondumar Ferreira Borges Junior nasceu no dia 23 de agosto de 1990 na Cidade de Rio Verde, Goiás, mas viveu em Acreúna, também no Goiás, até seus 12 anos de idade.
Em 2002 mudou para Luís Eduardo Magalhães com seus pais, Ondumar Ferreira Borges (in memoriam) e Miriam Silva Souza Borges (in memoriam) e com seus irmãos, Jader Souza Borges e Hernanee Souza Borges.
Cresceu junto com a Cidade e desde seus 12 anos ocupou funções no Supermercado da família, aliando estudo e trabalho. Concluiu o Ensino Superior no Município, formando para Direito na UNIFAAHF em 2015.
Casou-se em 2011, ainda muito jovem, aos 20 anos de idade, com Cinthya Nunes Faria, e constituiu a sua família. Hoje Junior e Cinthya têm dois filhos, Davi Faria Borges e Arthur Faria Borges.
Já em 2020 Junior Marabá venceu a eleição com 59% dos votos válidos, sendo reeleito em 2024 com 83,5%, a maior frente aberta na história do município.
Hoje, Junior Marabá comanda a quinta economia do Estado, sendo o município que mais cresce no Estado e o terceiro em nível Nacional. Luís Eduardo Magalhaes tem em seu comando um jovem de 35 anos que tem o seu olhar voltado para o futuro da Bahia.

A Galvani, empresa 100% brasileira com mais de 50 anos de atuação em mineração e produção de fertilizantes, líder na região do Matopiba (trechos dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), reconhecida pelo terceiro ano consecutivo como uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil pelo Great Place to Work (GPTW), abriu 18 novas vagas de emprego distribuídas entre unidades na Bahia e em São Paulo. As oportunidades contemplam diferentes áreas e níveis de experiência, com posições que vão de jovem aprendiz a cargos técnicos e de engenharia.
As vagas estão distribuídas entre São Paulo (7 posições), Luís Eduardo Magalhães (2), Angico dos Dias (8 vagas para aprendizagem) e Irecê (1 posição), onde a empresa inicia operação no segundo semestre deste ano.
O movimento de contratação acompanha a expansão da companhia, que anunciou investimentos de R$ 1,1 bilhão na Bahia até 2027, com expectativa de ampliação das operações e geração de novos postos de trabalho na região.
Em São Paulo, as oportunidades incluem cargos como analista financeiro (com foco em Seguro Corporativos), Fiscal (temporário), especialista Ambiental, Advogado plano, Assistente Administrativo I (para área de logística) e II (para a área de Compras) e Operador de Monitoramento.
Na unidade de Luís Eduardo Magalhães, há vagas para coordenador de automação e instrumentação e Engenheiro de Manutenção Pleno.
Em Angico dos Dias, estão abertas oito vagas para jovem aprendiz na área administrativa. Já em Irecê, a oportunidade contempla o cargo de analista de comunicação.
Segundo a empresa, novas oportunidades devem surgir ao longo do ano, acompanhando o avanço dos projetos em andamento.
Os interessados podem consultar os pré-requisitos e se candidatar por meio do portal oficial:
https://trabalheconosco.vagas.com.br/galvani/oportunidades
O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou para download, nesta segunda-feira (6), o aplicativo MEC Livros com quase oito mil obras literárias disponíveis para leitura de forma gratuita.

“Com isso, vamos fortalecer a leitura e levar a literatura a todo o povo brasileiro”, antecipou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas redes sociais.
O aplicativo funciona como uma biblioteca pública online, com empréstimos de livros autorais, como lançamentos e os mais vendidos. Também serão disponibilizadas obras em domínio público para download no formato ePub.
Entre os autores estão obras de brasileiros como Clarice Lispector e Ariano Suassuna e estrangeiros como José Saramago e Gabriel García Márquez.
Além da leitura, o aplicativo também oferece experiências complementares ao usuário, como personalização, com opções de ajuste de fonte e contraste, uso de elementos de jogos na leitura e ainda notificações automatizadas. Duvidas também poderão ser consultadas a um agente de inteligência artificial (IA).
O aplicativo está disponível para Android, computadores e também tem integração com o portal gov.br.
Veja mais detalhes no Repórter Brasil, da TV Brasil:
Ao anunciar o lançamento do aplicativo, o presidente Lula antecipou que também será lançado em breve o aplicativo MEC Idiomas, com a oferta de 800 aulas de inglês e espanhol, para aprendizagem bilíngue em formato autoinstrutivo.
Com a nova ferramenta, o estudante poderá percorrer seis níveis de aprendizado nos idiomas, do básico ao avançado. Nesse caso, as experiências serão melhoradas com o apoio do agente de inteligência artificial para prática de conversação, teste de proficiência, notificações e aulas de reforço.
“O objetivo é ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados”, informou o MEC, por meio de nota.
De acordo com o MEC, a iniciativa demandará investimentos de R$ 1,68 milhão ao ano e poderá alcançar 16 mil estudantes por semestre.
Reabertura parcial do estreito de Ormuz mexe com a economia mundial.
O dólar caiu ao menor nível em quase dois anos e o Ibovespa renovou recordes nesta quarta-feira (8), em um dia marcado pela melhora do apetite ao risco global após o anúncio de um cessar-fogo temporário entre Estados Unidos e Irã.

A trégua, anunciada na noite de terça-feira (7) pelo presidente norte-americano, Donald Trump, reduziu tensões no Oriente Médio e provocou forte reação nos mercados financeiros.
O dólar comercial fechou em queda de cerca de R$ 0,052 (-1,01%)%, cotado a R$ 5,103, no menor nível desde 17 de maio de 2024. Durante a manhã, a moeda chegou a cair ainda mais, encostando em R$ 5,06, com a euforia inicial dos investidores.
Ao longo da tarde, porém, a divisa reduziu o ritmo de queda diante de sinais de fragilidade no cessar-fogo. Declarações de autoridades iranianas e novos episódios de tensão na região trouxeram volatilidade ao câmbio.
Apesar das novas tensões, investidores interpretaram os movimentos como pressa do governo estadunidense em encerrar o conflito, o que manteve a euforia no mercado financeiro.
No ano, o dólar acumula desvalorização superior a 7,02% frente ao real.
Na renda variável, o Ibovespa acompanhou o movimento global e renovou máximas históricas. O índice subiu 2,09%, aos 192.201 pontos, após atingir mais de 193 mil pontos no melhor momento do pregão.
Foi o sétimo avanço consecutivo da Bolsa brasileira, impulsionado pela retirada de prêmios de risco e pela valorização de ações de bancos e empresas ligadas ao ciclo doméstico.
No exterior, índices de Nova York também registraram fortes ganhos, refletindo o ambiente de maior apetite por ativos de risco.
Por outro lado, ações de petroleiras tiveram desempenho negativo, pressionadas pela queda do petróleo no mercado internacional.
Os preços do petróleo caíram com força, voltando a ser negociados abaixo de US$ 100 por barril, diante da expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de energia.
O barril do tipo Brent, usado nas negociações internacionais recuou mais de 13%, para cerca de US$ 94. O barril WTI, do Texas, caiu mais de 16%, também para a faixa de US$ 94.
A queda reflete a perspectiva de normalização da oferta global, embora o mercado ainda veja o cessar-fogo como frágil diante das incertezas geopolíticas na região.
Criatórios verticais de suínos na China.
A China é o maior importador mundial de soja, com compras que superam US$ 50 bilhões por ano e cerca de 80% de toda a soja que o país consome vem de fora, principalmente do Brasil e dos Estados Unidos. Mas uma mudança silenciosa está em curso nas granjas chinesas: produtores e o governo de Pequim estão substituindo parte do farelo de soja por ração fermentada produzida localmente, mais barata e feita a partir de resíduos agrícolas e subprodutos da própria indústria. Na prática, isso pode reduzir pela metade o uso de soja na alimentação dos suínos.
A motivação imediata é econômica. A ração representa cerca de 70% do custo de produção na suinocultura chinesa, e o preço da soja pressionado por tensões comerciais e conflitos geopolíticos vem comprimindo as margens dos produtores. Mas por trás da mudança no campo existe uma diretriz estratégica do governo: diminuir a dependência de importações de soja, especialmente dos Estados Unidos, num contexto de disputas comerciais recorrentes. Se as projeções se confirmarem, a China pode reduzir suas importações de soja em até 6,3% o que tiraria bilhões de dólares dos países exportadores.
Segundo o portal CompreRural, em fazendas como a de Gao Qinshan, na região de Taizhou, tanques com misturas fermentadas já são parte da rotina. O sistema utiliza resíduos agrícolas e subprodutos locais farelos, ramas e sobras de fermentação que são transformados em ração altamente digestível.
O diferencial está no processo: a fermentação quebra as proteínas previamente, facilitando a absorção pelos animais e reduzindo a necessidade de proteínas nobres como as presentes na soja.
O resultado é uma ração mais barata que entrega nutrição equivalente por um custo inferior. Para produtores que enfrentam preços de suínos nos níveis mais baixos em 16 anos, excesso de oferta no mercado interno e demanda enfraquecida do consumidor, a ração fermentada não é opção é sobrevivência.
A possibilidade de cortar pela metade o uso de soja na alimentação animal sem sacrificar o desempenho produtivo muda completamente a equação de custos da suinocultura chinesa.
Pequim intensificou, especialmente a partir de 2025, políticas para diminuir o uso de farelo de soja nas rações e diversificar as fontes de proteína animal.
As metas são ambiciosas: redução gradual do farelo de soja, estímulo ao uso de proteínas alternativas fermentadas, sintéticas e vegetais e aumento da eficiência alimentar nos sistemas produtivos. A ração fermentada representava apenas 3% da ração industrial chinesa em 2022, já alcança cerca de 8% atualmente e pode atingir 15% até 2030.
Se esses números se confirmarem, o impacto sobre o mercado global de soja será concreto.
Uma redução de 6,3% nas importações chinesas de soja significaria bilhões de dólares a menos para países exportadores como Brasil e Estados Unidos os dois maiores fornecedores do grão para a China. Não é uma mudança que acontece da noite para o dia, mas a direção está clara e os investimentos já estão sendo feitos em escala industrial.
A transição não está restrita a pequenos produtores. Grandes corporações chinesas lideram o processo. A Muyuan Foods, uma das maiores suinocultoras do mundo, já reduziu o uso de soja na ração substituindo-a por aminoácidos sintéticos.
A New Hope desenvolve dietas completamente sem soja para aves. Gigantes do setor de laticínios como Yili e Mengniu cortaram até 20% do uso do insumo em suas operações.
O mercado de ração fermentada na China já movimenta cerca de US$ 6 bilhões, aproximando-se do tamanho do mercado europeu.
Empresas globais como a Louis Dreyfus, uma das maiores traders de soja do mundo, já planejam instalar unidades de produção de ração fermentada na China, sinalizando que a transformação é estrutural e de longo prazo. Quando a própria trader de soja investe em alternativas à soja, a mensagem para o mercado é inequívoca.
Apesar dos avanços, a transição ainda enfrenta obstáculos. A falta de padronização nos processos de fermentação pode gerar perdas por deterioração da ração, crescimento mais lento dos animais e maior suscetibilidade a doenças.
Especialistas alertam que a redução da soja reconhecida por seu perfil nutricional superior pode afetar sabor e desempenho produtivo se não for bem balanceada.
A soja não vai desaparecer da dieta dos suínos chineses. O rebanho é imenso o maior do mundo e mesmo com redução percentual no uso do grão, os volumes absolutos de importação de soja continuarão expressivos no curto prazo.
Mas a tendência de médio e longo prazo é clara: a China quer depender menos do exterior para alimentar seus porcos, e a ração fermentada é a ferramenta que viabiliza essa estratégia.
Para o Brasil, que tem na China seu maior comprador de soja, a mudança exige atenção: a demanda segue forte hoje, mas o futuro já está sendo reescrito nas granjas de Taizhou.

Na tarde desta terça-feira (07.04), o candidato a prefeito da ultima eleição em Barreiras, Danilo Henrique, recebeu representantes da imprensa barreirense para anunciar seus próximos passos políticos. A coletiva aconteceu no Casarão dos Balbino, no centro histórico. Também estiveram presentes Karlucia Macedo, presidente do diretório municipal do MDB em Barreiras e os representantes do legislativo municipal, Dra. Graça, Beza, Carmélia da Mata e Allan do Allanbick.
Danilo Henrique anunciou sua pré-candidatura ao cargo de deputado federal e sua filiação ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Questionado sobre a troca de partido, o candidato afirmou
“Temos bons e maus políticos em todos os partidos. O MDB, historicamente, é um partido de diálogo e pluralidade. Em São Paulo, o partido vai apoiar a reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos)”.
Acerca da disputa no âmbito estadual, Danilo defendeu a candidatura do governador Jeronimo, por acreditar que sua gestão trouxe benefícios para a região Oeste.
“Ainda há problemas? Claro que sim. Mas se Jerônimo é do PT, do PL ou do Novo, isso pouco importa. Eu acredito em ideais e defendo projetos. Escolhi estar ao lado de quem tem trabalhado para melhorar a vida das pessoas, pois pretendo fazer de igual forma. Quero ser a voz da região Oeste da Bahia no Congresso Nacional”, disse Danilo.
Quanto à disputa que se dará localmente, o pré-candidato finalizou a coletiva ao dizer que na última eleição municipal, mais de 60% dos eleitorado de Barreiras rejeitou o projeto liderado por Zito Barbosa.
“Eu quero dialogar com essas pessoas e, também, com os eleitores dele, que nesse instante avaliam de forma negativa seu terceiro mandato de prefeito, representado por Otoniel”.

Uma operação da Polícia Militar (PM) realizada no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, apreendeu cerca de 50 toneladas de maconha, além de fuzis e pistolas. A diligência aconteceu na terça-feira (07), na comunidade Nova Holanda.
De acordo com informações da PM, as 48 toneladas de maconha estavam armazenads em um bunker escondido e improvisado no terraço de uma fábrica. Os cachorros do Batalhão de Ações com Cães (BAC) foram os responsáveis por revelar o esconderijo, consagrando essa operação como uma das maiores em apreensão de drogas no estado.
Segundo o tenente-coronel Luciano Pedro, comandande do BAC, o galpão não chamava nenhuma atenção e só foi possível descobrir porque os cães farejaram a droga. “Eles são treinados justamente para isso, para em qualquer ambiente eles detectarem essa partícula de odor da droga e sinalizar para a patrulha para os homens poderem chegar ao esconderijo”, explicou.
No total, participaram da megaoperação cerca de 250 policiais militares, entre eles agentes do Comando de Operações Especiais (COE), do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), e do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (Recom).
Informação editada pelo Bnews.
Iranianos resistem nas ruas às ameaças de ataques.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, no início da noite desta terça-feira (7), que concordou em “suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas”. 
Conforme previam analistas internacionais, Trump não resistiu às pressões internas, ameaças de impeacment e falta de apoio das próprias forças armadas.
Trump disse que conversou com líderes do Paquistão, que apresentou uma proposta de cessar-fogo de duas semanas na guerra contra o Irã.
“Com base em conversas com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif e o marechal de campo Asim Munir, do Paquistão, e nas quais eles solicitaram que eu suspendesse a força destrutiva sendo enviada esta noite para o Irã, e sujeito à República Islâmica do Irã concordar com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, eu concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas”, escreveu Trump nas mídias sociais.
“Esse será um CESSAR-FOGO de mão dupla”, disse Trump.
Segundo Trump, uma proposta de 10 pontos foi apresentada para um acordo e que “acredita que é uma base viável para negociar”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irã, Abbas Araqchi, informou nesta terça-feira (7), em nota oficial, que seu país irá cessar os ataques, desde que não sofra ataques e ameaças.
A mensagem foi divulgada após Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ter concordado em “suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas”.
Araqchi disse ainda que haverá trânsito seguro pelo Estreito de Ormuz nas próximas duas semanas em coordenação com as Forças Armadas iranianas.
“Durante duas semanas, a passagem segura através do Estreito de Ormuz será possível com a coordenação das forças armadas do Irã e tendo em conta as restrições técnicas existentes”, diz a nota do ministro iraniano.
Vista aérea da costa iraniana e da ilha de Qeshm, no estreito de Ormuz — Foto: Reuters
Mais cedo, Trump ameaçou acabar com “uma civilização inteira” hoje caso os iranianos não reabrissem o Estreito de Ormuz.
“Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, anunciou, em mais uma ameaça de genocídio contra o Irã.
Questionado nessa segunda-feira (6) por um jornalista nos jardins da Casa Branca sobre a ameaça ser um crime de guerra, o presidente Donald Trump ignorou a pergunta.
Convenções internacionais, como a Convenção de Genebra ou a Convenção sobre Prevenção do Genocídio, proíbem o ataque contra infraestruturas civis ou ações que causem danos a civis, exigindo que os Estados usem ainda a proporcionalidade em suas ações militares.
Estima-se que a civilização persa, da qual o Irã é herdeiro, tenha entre 2,5 mil e 3 mil anos de história, com inúmeras contribuições culturais, filosóficas e científicas deixadas para toda a humanidade.
A agência Mehr, controlada pelo governo iraniano, disse que os 10 pontos que Teerã apresentou aos EUA são:
Com base em texto da Agência Brasil, Reuters e outras fontes.

As Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), um dos maiores complexos de saúde do Brasil com atendimento 100% gratuito, guardam em suas origens um dos episódios mais emblemáticos na vida de uma freira baiana que viria a se tornar a primeira santa brasileira, a Santa Dulce dos Pobres.
Em 1949, sem ter para onde ir com cerca de 70 doentes recolhidos das ruas de Salvador, Irmã Dulce ocupou um simples galinheiro localizado ao lado do Convento Santo Antônio, no bairro do Bonfim. Décadas depois, o local deu origem a uma estrutura que hoje impressiona, e que responde, somente na sede da OSID, por mais de 2 milhões de procedimentos ambulatoriais por ano – volume que alcança os 4 milhões quando somado à atuação da instituição em âmbito estadual.

O antigo galinheiro virou então sinônimo de cura e esperança para mais de 3 milhões de pessoas por ano na Bahia, incluindo pacientes oncológicos, idosos, pessoas com deficiência e com deformidades craniofaciais, crianças e adolescentes em situação de risco social, usuários de substâncias psicoativas, pessoas em situação de rua, e demais usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“As Obras Sociais Irmã Dulce são a prova viva de um milagre que se renova a cada dia. É a materialização do sonho de Irmã Dulce por uma Saúde digna, gratuita e universal. Aqui, cada paciente é acolhido de forma integral; a partir de um cuidado humanizado que enxerga no paciente não apenas a doença, mas sua vida como um todo”, destacou a superintendente da OSID e sobrinha de Santa Dulce, Maria Rita Pontes.
A coordenadora médica do Centro de Geriatria da OSID, Manuela Magalhães, relembra o legado de Irmã Dulce e destaca sua capacidade de inovar em um período em que a assistência social e a saúde ainda eram tratadas de forma fragmentada. “Irmã Dulce foi uma visionária. Em 1986, ela estruturou uma moradia para a população idosa, quando poucos enxergavam o idoso como alguém em quem se pudesse investir. Poderia ter oferecido apenas abrigo, mas foi além: formou uma equipe interdisciplinar e estruturou um modelo de cuidado integrado, que permanece até hoje. Ela enxergou que um galinheiro poderia se transformar em uma instituição de saúde e compreendeu a assistência como algo muito maior do que apenas o atendimento médico”.
Com mais de 720 leitos hospitalares somente em sua sede na capital baiana – estrutura que chega a mais de 1.800 leitos contando com as unidades de saúde vinculadas ao governo estadual e municipal geridas pelas Obras Sociais Irmã Dulce – a instituição alia alta complexidade hospitalar a um modelo de assistência humanizada e multidisciplinar. Seu legado se traduz em iniciativas que integram assistência médica e social, com destaque ainda para uma reconhecida atuação nas áreas de ensino em saúde e pesquisa, incluindo programas de residência médica e multiprofissional, além de centros dedicados à investigação científica. Fora dos hospitais, desenvolve projetos sociais e educacionais voltados a crianças e jovens em risco social.
Por trás de cada número, estão histórias de pacientes e famílias impactadas por esse modelo de cuidado. Moradora de Jitaúna (BA), Carla Oliveira encontrou na instituição o suporte necessário para o tratamento do filho. “Sempre fomos muito bem acolhidos e, graças a Deus, ele tem se desenvolvido muito desde que começou o acompanhamento. Para mim, a instituição representa esperança e gratidão. Se não fosse essa estrutura, talvez ele não tivesse acesso ao tratamento de que precisa, já que na nossa cidade é muito difícil encontrar esse tipo de atendimento”.
O cuidado também se estende a outros perfis de paciente, com serviços especializados no atendimento, por exemplo, a pessoas com dependência de álcool e sofrimento psíquico, por meio do Centro de Acolhimento e Tratamento de Alcoolistas da entidade. Mais do que tratar doenças, a instituição segue há mais de 60 anos como sinônimo de saúde que coloca a dignidade humana no centro do cuidar.
Neste Dia Mundial da Saúde reforçamos que manter esse legado ativo é uma missão coletiva. Cada gesto de apoio ajuda a continuar essa história de amor e cuidado que transforma vidas. Para se cadastrar no programa Sócio-Protetor e também conhecer outras formas de contribuir com essa causa, basta acessar o site doe.irmadulce.org.br ou entrar em contato com a Central de Relacionamento com o Doador pelo telefone (71) 3316-8899, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30.


As declarações provocaram reação imediata em Teerã. Segundo a televisão estatal iraniana, o governo decidiu suspender as negociações indiretas que vinham sendo conduzidas com os Estados Unidos, mesmo com avanços recentes.
O impasse ocorre em meio ao ultimato imposto por Washington para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz até as 21h desta terça-feira, no horário de Brasília. A região é estratégica para o comércio global, já que concentra cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo.
Na véspera, Estados Unidos e Irã já haviam rejeitado uma proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão. Trump chegou a afirmar que, sem um acordo imediato, “todas as pontes e usinas de energia do Irã serão destruídas em poucas horas”.
O presidente americano também minimizou possíveis acusações de crime de guerra por ataques a estruturas civis. Segundo ele, “o verdadeiro crime de guerra é permitir que um país com líderes que considera ‘dementes’ tenha acesso a armas nucleares”.
Em outra declaração, feita na Casa Branca, Trump afirmou que, se pudesse, assumiria o controle do petróleo iraniano, embora tenha reconhecido que a população americana deseja o fim do conflito.
Do lado iraniano, a resposta foi dura. O Exército classificou as falas como “delirantes” e afirmou que elas não apagam “a vergonha e a humilhação” dos Estados Unidos na região.
Mesmo com o prazo se aproximando, os confrontos seguem intensos. Um ataque recente na província de Alborz, nas proximidades de Teerã, deixou ao menos 18 mortos e 24 feridos. A capital também voltou a ser alvo de bombardeios, inclusive em áreas residenciais e em um aeroporto.
O governo iraniano também acionou a UNESCO após ameaças de ataques ao sistema ferroviário do país, considerado patrimônio mundial.
Internamente, o presidente Masoud Pezeshkian adotou um discurso de mobilização total e afirmou que milhões de pessoas estariam dispostas a morrer na guerra. Ele declarou ainda estar pronto para sacrificar a própria vida.
A tensão também se concentra na ilha de Kharg, considerada vital para as exportações de petróleo do Irã. Relatos de explosões foram divulgados pela imprensa local, enquanto veículos americanos apontam que os Estados Unidos atingiram alvos militares na região.
Segundo autoridades americanas, os ataques foram realizados por via aérea, sem envio de tropas terrestres, e não atingiram diretamente instalações petrolíferas.
A ilha, responsável por cerca de 90% das exportações iranianas de petróleo, é vista como peça-chave no controle do Estreito de Ormuz. Por isso, qualquer ação militar no local pode ampliar ainda mais o conflito.
Relatórios de inteligência citados pela imprensa indicam que o Irã reforçou sua presença militar na região, ampliou defesas e preparou o território para uma possível ofensiva.
A praga é altamente limitante da produção. Foto de Charles Oliveira, da Embrapa.
O maior pesadelo sanitário dos produtores de milho do país, uma praga chamada cigarrinha-do-milho, causa prejuízo anual estimado em US$ 6,5 bilhões, o equivalente a R$ 33,6 bilhões, com base no câmbio atual.
No Oeste baiano, em particular, praga pode causar prejuízos significativos com o aumento do plantio do milho em função da indústria de álcool, óleo e DDG.

Nas quatro safras de 2020 a 2024, as perdas causadas pelo inseto nas lavouras alcançaram US$ 25,8 bilhões, mais de R$ 134,16 bilhões.
O impacto reflete perda média de produção de 22,7% entre 2020 e 2024, equivalente a cerca de 31,8 milhões de toneladas de milho por ano. Cerca de 2 bilhões de sacas de 60 quilos deixaram de ser produzidas.
Além disso, custos de aplicação de inseticidas para o controle do Dalbulus maidis, nome científico da cigarrinha-do-milho, aumentaram 19% no período, superando US$ 9 (R$ 46) por hectare.
As estimativas fazem parte de um estudo divulgado nesta terça-feira (7) pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária.
O levantamento foi publicado na edição de abril da revista científica internacional Crop Protection, direcionada a proteção de cultivos agrícolas.
Com base em dados desde 1976 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ligada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, os pesquisadores calcularam os danos dos enfezamentos do milho, doença causada por bactérias transmitidas pela cigarrinha-do-milho.
Também participaram do estudo especialistas da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Milho atacado por cigarrinhas

Segundo a Embrapa, a praga é “o maior desafio sanitário do sistema produtivo de milho no Brasil das últimas décadas”.
O levantamento foi conduzido em 34 municípios representativos das principais regiões produtoras do Brasil.
De acordo com o pesquisador da divisão Cerrados da Embrapa, Charles Oliveira, “em cerca de 80% das localidades avaliadas, a cigarrinha ou os enfezamentos foram apontados como fator central para a queda de produtividade”.
A cigarrinha-do-milho adquire os patógenos causadores do enfezamento (falta de desenvolvimento) do milho ao se alimentar em plantas de milho infectadas e, depois, passa a transmiti-los para as plantas sadias.
A doença se desenvolve no milho de duas formas: o pálido e o vermelho.
Também altera a coloração da planta e também leva ao aparecimento de estrias, além, claro, de afetar a produção de grãos.
O pesquisador Charles Oliveira chama atenção para o fato de que não há tratamento preventivo contra o enfezamento causado pela praga, o que pode levar à perda total de lavouras.
Oliveria contextualiza que a doença é conhecida desde a década de 70, mas que surtos epidêmicos tornaram-se frequentes a partir de 2015.
“Mudanças no sistema de produção ocorridas nas últimas décadas, como a expansão da safrinha [segunda safra de milho no mesmo ano agrícola] e o cultivo de milho durante quase todo o ano, criou um cenário favorável para a sobrevivência da cigarrinha e dos microrganismos”, descreve.
O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho e um dos principais exportadores do grão. A estimativa para a safra 2025/2026 é de uma produção de 138,4 milhões de toneladas, segundo a Conab, e um valor de produção de cerca de US$ 30 bilhões (quase R$ 155 bilhões).
O assessor técnico da CNA Tiago Pereira aponta que a praga representa “perdas que impactam diretamente a renda do produtor, a estabilidade produtiva e a competitividade do país”.
A pesquisadora da Epagri, Maria Cristina Canale, aponta que os danos não ficam restritos da porteira das fazendas para dentro.
“Como o milho é base para a produção de proteína animal (aves, suínos e leite) e biocombustíveis, as quebras de safra elevam os preços para o consumidor e afetam a balança comercial brasileira”, diz.
Para ela, estudos que levam a mensurar os prejuízos são úteis para “orientar a destinação de recursos financeiros, orientar o setor de seguro agrícola, definir janelas de plantio, planejar estratégias para mitigar os danos e avaliar a eficácia das práticas adotadas”.
No cenário em que a cigarrinha-do-milho tem alta capacidade de reprodução e dispersão e sem tratamento preventivo, a Embrapa lista recomendações que podem minimizar o alcance da praga. Há também uma cartilha online para orientar agricultores.
Entre os cuidados sugeridos estão:
Existe a tentativa de usar controle biológico com fungos entomopatogênicos, inimigos naturais da praga, uma vez que algumas populações de cigarrinha-do-milho já apresentam resistência a certos grupos de inseticidas.
O sorgo não é suscetível da mesma forma que o milho. É o principal sucedâneo ao milho na produção de álcool e como base energética de rações animais. Embora o inseto possa ser encontrado na cultura do sorgo, ele não se reproduz nela e não transmite as doenças causadoras do enfezamento (pálido e vermelho) que devastam as lavouras de milho
Em meio a mais um ultimato do presidente Donald Trump, a Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) desafiou os Estados Unidos (EUA) afirmando que o Estreito de Ormuz “jamais voltará a ser como era, especialmente para os EUA e Israel”.

“A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica está concluindo os preparativos operacionais para a nova ordem do Golfo Pérsico”, diz comunicado publicado nas redes social no domingo (5).
A iniciativa visa estabelecer novas regras para passagem pelo Estreito de Ormuz. As autoridades iranianas têm defendido que as regras para passar pelo Estreito serão definidas em parceria com o Omã, sem interferência das potências estrangeiras ao Golfo Pérsico.
O Estreito de Ormuz, por onde transitam cerca de 20% do petróleo e gás do planeta, está fechado desde o início da agressão dos EUA/Israel contra o Irã, só sendo permitida a passagem de navios autorizados por Teerã.


O governo vai elevar o preço do cigarro para compensar a isenção no querosene de aviação em resposta à pressão causada pela alta dos combustíveis no cenário internacional. A medida envolve o aumento do IPI e busca equilibrar perdas fiscais após a desoneração do combustível aéreo. As informações são do jornal O Globo.
A decisão ocorre após a elevação do querosene de aviação em meio à guerra no Oriente Médio. O pacote foi apresentado como uma tentativa de reduzir impactos no setor aéreo e conter efeitos econômicos no país.
Com a mudança, a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados sobre cigarros sobe de 2,25% para 3,5%. O reajuste também eleva o preço mínimo da carteira, que passa de R$ 6,50 para R$ 7,50.
A equipe econômica estima arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão em dois meses com a medida. O objetivo é compensar a perda de receita gerada pela redução a zero das alíquotas de PIS e Cofins sobre o querosene de aviação.
A desoneração do combustível aéreo deve resultar em economia de aproximadamente R$ 0,07 por litro. Ainda assim, a iniciativa representa um custo estimado em R$ 100 milhões por mês para os cofres públicos.
A medida integra um pacote mais amplo voltado a enfrentar a alta dos preços internacionais do petróleo, que afeta diretamente os combustíveis fósseis e setores estratégicos da economia.
Durante o anúncio no Palácio do Planalto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, mencionou experiências anteriores com ajustes semelhantes. “Houve uma majoração (do IPI sobre cigarros) no passado que não teve o efeito esperado, tanto pela área da Saúde, de redução do consumo, quanto pela tributária, de aumento da arrecadação”, afirmou.
Após semanas de discussão, o governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. 

As ações incluem uma medida provisória (MP), um projeto de lei e decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O conjunto de iniciativas prevê subsídios para diesel e gás de cozinha, além da redução de impostos e apoio ao setor aéreo. A expectativa é aliviar os custos para consumidores e setores produtivos, além de garantir o abastecimento no país.
Entre as principais medidas está a criação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro para a importação de diesel, com divisão igual de custos entre União e estados.
O benefício será válido inicialmente por dois meses e pode chegar a R$ 4 bilhões. Inicialmente, o Ministério da Fazenda tinha informado que esse subsídio custaria R$ 3 bilhões.
Também foi anunciada uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com custo estimado de R$ 3 bilhões mensais. Em ambos os casos, empresas deverão repassar a redução ao consumidor.
Além disso, o governo vai zerar os impostos federais sobre o biodiesel, que compõe parte do diesel vendido nos postos, e o querosene de aviação.
Para o gás liquefeito de petróleo (GLP), será concedido subsídio de R$ 850 por tonelada para o produto importado. A medida busca equiparar o preço ao GLP nacional e reduzir o impacto no custo do gás de cozinha, especialmente para famílias de baixa renda.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, também informou outras fontes de receita que compensarão o custo das medidas: o Imposto de Exportação de 12% sobre o petróleo anunciada em março; o aumento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas que vendem petróleo e as receitas de leilão de petróleo .
Em relação à compensação pela isenção do querosene de aviação e do biodiesel, Durigan anunciou a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre cigarros. Segundo ele, essa medida gerará R$ 1,2 bilhão na arrecadação extra para o governo em 2026.
O pacote também prevê até R$ 9 bilhões em crédito para companhias aéreas, com recursos operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Fundo Nacional de Aviação Civil.
Outra medida é a isenção do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre o querosene de aviação, além do adiamento do pagamento de tarifas de navegação aérea.
Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, os subsídios e as isenções serão compensados pelo aumento das receitas de royalties de petróleo, que subiram desde o início da guerra no Oriente Médio.
O governo também anunciou o reforço na fiscalização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para evitar aumentos abusivos de preços em situações de crise, como conflitos geopolíticos e calamidades públicas.
O projeto de lei a ser enviado ao Congresso em regime de urgência constitucional prevê pena de 2 a 5 anos de prisão para esse tipo de prática.
Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, não apenas as empresas, mas as pessoas físicas que infringirem a Lei da Economia Popular serão punidas, inclusive os sócios dos estabelecimentos.
Além disso, a MP passa a permitir a interdição de postos de combustíveis que aumentarem os preços de forma abusiva. Até agora, os estabelecimentos eram apenas multados.
Segundo Silveira, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) passará a ser obrigatoriamente informado de suspeitas de violação da ordem econômica.
As multas, informou o ministro, serão agravadas conforme o ganho inadequado e a usura do agente econômico.
A MP também traz uma previsão para que os agentes econômicos que recebam as subvenções adotem mecanismos para suavizar as oscilações internacionais de preços.
Segundo o Executivo, o pacote busca reduzir os efeitos da crise internacional sobre os preços internos e manter o Brasil menos exposto às oscilações do mercado global de energia.

O cenário epidemiológico na Bahia acendeu um sinal de alerta vermelho neste início de abril. De acordo com boletins da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus Influenza, a popular “supergripe”, saltaram de 87 registros no início de 2025 para 254 casos no mesmo período de 2026, representando uma alta de 191,95%.
Embora o volume total de casos de SRAG no estado tenha tido um crescimento tímido de 2,24% (chegando a 1.732 ocorrências), a gravidade das infecções por Influenza A é o que mais preocupa as autoridades.
Salvador integra a lista da Fiocruz como uma das 14 capitais brasileiras em situação de risco ou alto risco. Apesar da explosão de casos de gripe, um dado positivo se destaca: o número de óbitos por complicações respiratórias no estado caiu 26%, registrando 62 mortes este ano contra 84 no ano passado.
– Influenza (Supergripe): 254 casos confirmados.
– Covid-19: 74 casos confirmados.
– Outros vírus e agentes: 1.126 casos (incluindo vírus não especificados).
– Total de Óbitos: 62 registros.
A Fiocruz associa esse avanço ao aumento da circulação da Influenza A em todo o território nacional, com uma alta de quase 37% na letalidade do vírus nas últimas quatro semanas.
Especialistas reforçam que, com a chegada do período de chuvas e temperaturas mais amenas em Salvador, a tendência é de continuidade na alta das infecções, tornando a vacinação iniciada em março a principal barreira contra o agravamento do quadro de saúde pública no estado.

Na BR-324, rodovia que concentra historicamente o maior fluxo durante o período, foram contabilizados cerca de 40 mil veículos ao longo do dia, com maior intensidade entre 10h e 20h. Apesar da redução, o retorno no domingo gerou pontos de congestionamento, com registros superiores a 15 quilômetros entre os municípios de Amélia Rodrigues e Simões Filho, além de retenções em diversos trechos. Os dados consolidados de fluxo do domingo (05) ainda estão em apuração.
As outras rodovias do estado também apresentaram movimento significativo na quinta-feira: a BR-116 registrou cerca de 47 mil veículos e a BR-101, aproximadamente 35 mil.
O número de mortes caiu em comparação com 2025, de sete para quatro, indicando menor letalidade nas ocorrências, apesar do aumento no total de acidentes (de 44 para 47).
A maioria dos sinistros ocorreu no domingo (17 registros), seguido pela quinta-feira (13). As rodovias com maior incidência foram a BR-116 (12 sinistros), BR-324 (12) e BR-101 (8).
As principais causas identificadas foram reação tardia ou ineficiente dos condutores, ausência de distância segura entre veículos, acesso à via sem a devida verificação de tráfego e ingestão de álcool. Os tipos de sinistros mais frequentes foram colisão traseira (10 ocorrências) e colisão transversal (9).
Confira os números:
– 47 sinistros de trânsito
-17 acidentes graves
-57 pessoas feridas
-4 mortes
As principais causas identificadas foram reação tardia ou ineficiente dos condutores, ausência de distância segura entre veículos, acesso à via sem a devida verificação de tráfego e ingestão de álcool. Os tipos de sinistros mais frequentes foram colisão traseira (10 ocorrências) e colisão transversal (9).
De quinta-feira, 2 de abril, até domingo, 5 de abril, a PRF intensificou as ações de fiscalização, resultando em:
– 6.817 pessoas fiscalizadas
-5.261 veículos abordados
-4.141 testes de alcoolemia realizados
Entre as principais infrações constatadas durante a operação, destacam-se:
-Ultrapassagens indevidas pela contramão em faixa contínua: 356
-Veículos com sistema de iluminação irregular: 182
-Veículos não licenciados: 159
-Condutores sem habilitação: 134
-Passageiros sem cinto de segurança: 106
-Irregularidades no transporte de passageiros ou carga: 97
-Veículos em mau estado de conservação: 94
Também foram registradas infrações relacionadas a ausência de equipamentos obrigatórios, uso inadequado de calçados ao dirigir, placas ilegíveis e recusa ao teste de alcoolemia.
Já as ações de enfrentamento ao crime resultaram em 21 pessoas detidas, sendo 3 por alcoolemia e 3 por receptação, o que resultou na recuperação de 3 veículos com registro de roubo ou furto.
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
A este valor somam-se outros R$ 10,8 bilhões em carteiras adquiridas pelo BRB a partir de “substituições”, em que o Banco de Brasília devolvia uma carteira podre do Credcesta ao Master e recebia no lugar novos ativos. A partir desta segunda-feira (6/4), o Metrópoles vai mostrar que esses ativos hoje em posse do BRB também são de baixíssima qualidade.
As compras de carteiras do Master começaram em julho de 2024 e se dividiram em crédito de varejo, atacado, CDI, CRI e fundos. A partir de março de 2025, quando o BRB detectou que parte das carteiras adquiridas do Master era fraudulenta, o banco não interrompeu os negócios – pelo contrário: comprou mais R$ 20,7 bilhões em produtos do Master.
Outro sinal de alerta ao BRB foi a negativa, pelo Banco Central, à compra do próprio Master, em setembro de 2025. Após a rejeição do pedido pelo BC, o BRB repassou ao Master mais R$ 1,9 bilhão.
As aquisições dos ativos seguiram até outubro de 2025, um mês após o Banco Central ter impedido a compra e pouco antes da liquidação do banco de Daniel Vorcaro.

Do jornal A Tarde
Uma tragédia foi registrada na manhã desta segunda-feira, 6, no município de Itambé, no sudoeste da Bahia. Um ônibus da empresa Rota Transportes invadiu um ponto de apoio rodoviário às margens da BA-263, em frente ao posto de combustíveis Rio Pardo, e atingiu diversas pessoas, deixando mortos e feridos.
De acordo com informações iniciais, o veículo, que fazia a linha Vitória da Conquista X Ilhéus chegou ao local por volta das 7h e acabou avançando sobre a estrutura onde passageiros aguardavam atendimento e embarque. Pessoas que estavam dentro e fora do estabelecimento foram atingidas com o impacto, que também destruiu parte da entrada do espaço.

A ocorrência deixou ao menos duas pessoas mortas ainda no local, além de vários feridos. A equipe de reportagem entrou em contato com a Polícia Militar e aguarda informações oficiais sobre o ocorrido.
De acordo com o Sindmetro, o motorista relatou que o ônibus teria perdido os freios no momento em que encostava para embarque e desembarque de passageiros na cidade.
Populares que presenciaram o acidente prestaram os primeiros socorros e acionaram equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que realizaram o atendimento às vítimas.

Uma nova imagem impressionante do nosso planeta foi registrada há apenas 15 minutos, revelando a Terra em tempo quase real. O registro foi feito pelo satélite GOES, operado pela NOAA, responsável por monitorar continuamente as condições climáticas no Hemisfério Ocidental com alto nível de precisão.
Esses satélites operam em órbita geoestacionária, a cerca de 35.800 quilômetros acima do equador, acompanhando a rotação do planeta e permanecendo fixos sobre uma mesma região. Um dos principais destaques é o ABI, um imageador multicanal que captura imagens da Terra em alta resolução nos espectros visível e infravermelho a cada 10 minutos, podendo chegar a atualizações de até 1 minuto em áreas específicas de interesse, o que permite acompanhar a evolução de tempestades quase em tempo real. Outro recurso essencial é o GLM, que detecta raios continuamente, ajudando na identificação de eventos severos.
Além do monitoramento meteorológico, os satélites GOES também acompanham o clima espacial, analisando atividades solares e partículas energéticas que podem impactar sistemas de comunicação. No Brasil, os dados são processados e disponibilizados pelo INPE, contribuindo para previsões mais precisas, prevenção de desastres naturais e monitoramento ambiental em larga escala.
Reprodução: noaa.gov/goes
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Apesar de estar levando uma surra no Oriente Médio, inclusive com a destruição de 9 bases em países aliados do Oriente Médio, Trump ainda está arrotando grandezas e ameaçando o Irã com a necessidade de um acordo imediato.
Na conta, a destruição de Tel Aviv, do porto de Haifa e das tropas terrestres de Israel que invadiram o Líbano. Também estão na conta negativa dos EUA o bombardeio do Porta-aviões de 13 bilhões de dólares, o Abraham Lincoln, que fugiu para um porto grego para lamber as feridas e desentupir os banheiros.
Apesar da insistência de Trump, está dificil deter o Irã depois de 6 semanas de bombardeio interrupto de parte a parte.
Americanos falam em colisão, mas outras fontes dizem que o USS Abraham Lincoln foi de fato atingido por mísseis, com incêndio violento a bordo e vários marinheiros feridos gravemente.
Por outro lado, fontes oficiais norte-americanos dizem que o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, voltou ao mar e está pronto para realizar missões após passar por reparos devido a um incêndio em suas lavanderias, segundo um comunicado divulgado na quinta-feira (2).

Caso de Política | Luís Carlos Nunes
A secretária de Cidadania de Luís Eduardo Magalhães (LEM), Cinthya Marabá, deixou o comando da pasta nesta sexta-feira, 03 de março. O afastamento marca a conclusão de um ciclo administrativo e posiciona a primeira-dama como pré-candidata a deputada estadual. Durante o anúncio em reunião aberta, Cinthya destacou que a mudança visa um “bem maior”, fundamentado na experiência adquirida à frente das políticas sociais do município.
O legado da gestão é sustentado por indicadores técnicos expressivos. Sob a liderança de Cinthya, Luís Eduardo Magalhães alcançou o melhor desempenho da Bahia no combate à violência física contra a mulher. Além disso, a pasta implementou uma gestão técnica que ampliou a rede de proteção social e inclusão, modernizando o atendimento às famílias vulneráveis. Entre as ações de impacto direto, destacam-se programas como a “Páscoa Solidária”, que aliou segurança alimentar e acolhimento digno para milhares de moradores.
“Hoje é uma despedida apenas do cargo, mas não de um propósito. Se há algo que aprendi e sei fazer, é cuidar de pessoas”, declarou Cinthya, enfatizando que a transição não interrompe seu projeto político-social, mas o expande para novos horizontes.

“Um ciclo que se encerra deixando um legado forte”, destacou o prefeito Júnior Marabá ao enaltecer a gestão de Cinthya Marabá na Secretaria de Cidadania. Para o gestor, o trabalho foi marcado por transformação real e dignidade para as famílias de LEM
O prefeito Júnior Marabá enalteceu os resultados alcançados, destacando que a trajetória da esposa e agora ex-secretária, foi marcada por transformação real.
“Foram ações que chegaram onde mais precisava, levando dignidade e oportunidades. Um ciclo que se encerra deixando um legado forte e resultados que continuam presentes na vida da população”, afirmou o gestor.
Com a saída da secretaria, Cinthya Marabá deve intensificar a agenda política para consolidar seu nome na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), representando o grupo político de Júnior Marabá e a região Oeste do estado.
O mundo só terá paz quando os EUA deixarem de existir como existem hoje. Quando eles forem um país tão pobre quanto o resto do planeta, incapaz de gastar trilhões de dólares em balas e bombas para matar crianças e impor seu imperialismo e colonialismo sobre nós.
Tenho repetido isso há anos e agora até o jornalista conservador Tucker Carlson reconhece que isso não só é necessário como está acontecendo.
A incapacidade dos EUA de vencer no lrã e seu isolamento, chegando ao ponto de ameaçar deixar a Otan, mostram que o império estadunidense na verdade já acabou. Eles não reconhecem esse fato, mas a realidade é que esse processo já começou. Os EUA não conseguem se impor contra qualquer nação que tenha um mínimo de capacidade de defesa. Pelo contrário, os EUA só têm obtido vitórias contra países pequenos e pobres como Panamá, Venezuela ou Palestina.
O mundo está testemunhando a incapacidade dos EUA de manter sua dominância de outra forma que não seja pela força e também está vendo que mesmo pela força eles não conseguem derrotar países que estão há décadas sob sanções como o lrã.
Carlson vê essa situação da mesma forma que eu tenho repetido: isso é uma ótima notícia. Os EUA não precisam deixar de existir para deixarem de ser uma nação criminosa. Basta eles mudarem. Como eles se recusam a mudar, então o mundo está mudando para tirar essa capacidade dos EUA. Países estão se armando e mostrando que o poder militar estadunidense não é invencível.
A hegemonia estadunidense está acabando e isso é excelente para o mundo. A paz mundial passa necessariamente pelo EUA deixarem se ser um bully internacional. Estamos vendo isso acontecer ao vivo.

A deputada federal Caroline de Toni (PL) lidera a corrida ao Senado por Santa Catarina, com 30,7% dos votos, segundo pesquisa da Atlas/Intel divulgada nesta quarta-feira (1º). O cenário consolidado considera os dois votos, visto que são duas vagas em disputa no estado.
O senador Esperidião Amin (PP) aparece em segundo, com 20,1%, e Carlos Bolsonaro (PL), com 18,3%, fica na terceira posição. Contudo, os dois estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos da pesquisa.
Décio Lima (PT) tem 13,4%, empatado tecnicamente com Carlos Bolsonaro. Afrânio Boppré (Psol) soma 9,7%. Brancos e nulos representaram 5% da pesquisa, enquanto 2,8% não souberam responder. A pesquisa teve 1.280 respostas, com metodologia na qual os entrevistados são selecionados durante a navegação de rotina pela internet.
Entre os principais candidatos ao Senado por Santa Catarina, Décio Lima apresenta a maior rejeição, com 52,3%. Carlos Bolsonaro aparece em seguida, com 43,6%. Carol de Toni, por sua vez, tem 23,9% de rejeição. Amin tem o menor índice percentual, com 21,6.
Navio na costa de Oman
O governo do Irã enviou às autoridades portuárias que controlam o Estreito de Ormuz uma solicitação de permissão de passagem de navios que transportem bens humanitários. A informação é da agência de notícias estatal iraniana Tasnin.

Segundo a agência, o chefe da Organização Portuária deve tomar as providências necessárias para permitir a passagem desses navios. Foi feita uma lista de navios considerados “relevantes” nesse contexto e as empresas associadas a esse tipo de transporte deverão receber uma carta do governo iraniano tratando da autorização de passagem por Ormuz.
O Estreito de Ormuz virou foco de atenção após o início da guerra deflagrada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Controlado pelos iranianos, Ormuz é rota de transporte de 20% do petróleo bruto produzido no mundo. Com o início dos bombardeios, o Irã chegou a fechar a passagem e ameaçou bombardear os navios que tentassem atravessar. O preço do petróleo disparou no mercado internacional.
Posteriormente, o Irã abriu a passagem a navios com bandeiras de nações consideradas não hostis. Ou seja, países que não participem nem apoiem os ataques de Israel e dos Estados Unidos teriam a passagem liberada. Desde a última quinta-feira (2), embarcações oriundas da França, Omã e Japão cruzaram o estreito de Ormuz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a falar em abrir a passagem à força, para permitir o trânsito de navios petroleiros. O plano seria atacar usinas de energia do Irã até que Ormuz fosse aberta. Dias depois, no entanto, o presidente dos EUA chamou a imprensa para falar sobre o conflito e também falou sobre o assunto, mudando o tom.
Trump declarou que os EUA não dependem do óleo comercializado por essa via disse que países que dependem devem se responsabilizar pelo acesso do canal marítimo. “Os Estados Unidos importam quase nenhum petróleo pelo Estreito de Ormuz — e não importarão no futuro. Não precisamos disso”.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas do planeta, responsável por conectar o Golfo Pérsico ao Oceano Índico. A via é estratégica para o transporte de petróleo e produtos agropecuários. O fechamento da passagem tem impacto direto no comércio global.