A reforma administrativa de José Sarney no Senado é só jogada de efeito para a torcida e pode manter a folha de pagamento em astronômicos R$2,1 bilhões. As chamadas funções comissionadas podem não ser reduzidas, já que estão incorporadas ao salário. Os funcionários pressionam a Fundação Getúlio Vargas, contratada para elaborar a proposta da reforma, a manter as gratificações, utilizando-se de brechas jurídicas da mesma proposta. Que nação no mundo pode colocar no lixo algo como 30 bilhões de reais por ano, principalmente nesse senado, onde quase 40% dos parlamentares têm problemas com a justiça? Sonhe acordado com a extinção dessa parte podre da democracia e planeje como se poderia gastar essa dinheirama em coisas úteis para o País. Depois ainda falam em “respeito às instituições”!
