Geddel de olho no Oeste baiano

O Ministério da Integração Nacional tem realizado um mapeamento do uso do solo no Oeste da Bahia, bem como o cadastramento das propriedades rurais da região com o intuito de definir, a partir do diagnóstico obtido, projetos de sustentabilidade ambiental naquela área, que é maior produtora de soja, milho e algodão do estado.

Um dos aspectos positivos revelados pelo mapeamento é que, apesar da região ser um dos principais celeiros agrícolas do país, a vegetação nativa se mantém preservada em cerca de 68% da área estudada o que significa que, dos 6,4 milhões de hectares do bioma mapeado, 4,3 milhões de hectares de mata nativa estão inteiramente preservados.

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, observou que “o estudo desmente a falácia de que a produção agrícola na região não é sustentável e é nociva ao meio ambiente do cerrado baiano”. O ministro informou que esse trabalho faz parte do Projeto de Revitalização do São Francisco e é voltado para disciplinar o processo de ocupação humana, sobretudo na área de influência dos rios Grande, Corrente e Carinhanha, afluentes do São Francisco. O mapeamento abrange os municípios de Barreiras, Luis Eduardo Magalhães, Riachão das Neves, São Desidério, Correntina, Jaborandi e Cocos. Com informações do site Pura Política.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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