Dado o evidente viés político do escândalo das prisões de ontem em Salvador, pode-se concluir que ninguém é inocente nas brumas desse embroglio: tanto acusados como acusadores têm contas a pagar. O envolvimento do presidente regional do PMDB, Lúcio Vieira Lima, deixa o cenário claro. A vingança é um prato que se come frio, lentamente e pelas beiradas. O governador Jaques Wagner fica vestido de maneira cômica como a vestal do templo, guardiã da chama sagrada da honestidade e da honradez.
