Saiu no twitter, autor desconhecido: não votei no cara, nem vou votar na corôa. O sujeito que mandou a mensagem tem razão: para acabar com o império da impunidade, com o elogio ao analfabetismo explícito, com a malandragem sistêmica, não podemos mais votar nem no cara, nem na coroa. Mas aí vota em quem: na cacatua das caatingas, no fauno das alterosas, na sunita das alagoas, na xiita do acre ou no maquiavélico mordomo de teatro de periferia? Este é o problema: fica difícil escolher alguém entre as ofertas da política.

Eu sempre voto em um candidato que nada faz pelo Brasil, e nem contra.
O nome dele é Nulo.