Quem são os responsáveis pelo trânsito caótico na BR-242?

Está moto está na contramão do trânsito. O condutor freia forte  na tentativa de voltar a um lugar mais seguro. Clique nas imagens para ampliar.

O velho caminhão e a grande carreta inauguram a mão inglesa em Luís Eduardo. O velho vai adentrar a pista sem luzes de sinalização. Credo!

A moto e o carro freiam porque o enorme ônibus tomou o espaço. Atrás do ônibus vinha um carro de som aos berros.

Nesta foto nem a legenda pode explicar a confusão: carros, motos e bicicletas num final de tarde confuso.

E esta situação, quem explica? Outra vez todo mundo na contramão, se defendendo dentro dos acessos mais burros criados pela mão do homem.

O ciclista, que não é bobo, espera, junto ao meio fio, uma brecha para definir quem é quem. Lá junto ao leito da rodovia, duas pedestres esperam a vez de atravessar a pista.

E agora motoqueiro, vai encarar esse baú? Você está na contramão ou é o resto do mundo que está errado?

Só para mudar de assunto, mais ainda na bagunça da BR-242: dentro do próximo segundo, este potente, com base na densa cavalaria de seu animado 1.0, vai arriscar o pescoço e ultrapassar o caminhão à frente.

Repete-se a pergunta: quem são os responsáveis pelos acessos à BR-242: a Prefeitura, que afirma que vai municipalizar a estrada? O DNIT que não toma providências para modificar os acessos, com pouco dinheiro e bom senso? Ou as forças policiais que não estão nem aí para a confusão. É um milagre de Nossa Senhora de Fátima, protetora dos humildes, que não aconteça uma ou mais mortes por dia. Este acesso das fotos acima fica a 100 metros da Prefeitura e a maioria dos dirigentes do Município passa todo dia por aí. Se eles não tem jurisdição sobre a estrada, que ao menos peçam providências a quem pode resolver.


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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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