Pergunta que não quer calar.

A pergunta que atravessa vales e montes, cerrados e matas, rios e mares internos deste País continental: o fato da seleção brasileira estar hospedada num hotel com campo de golfe pode ser o motivo dela estar jogando aquela “bolinha” tão pouquinha, tão simplezinha? O Palácio do Planalto tem que tomar suas providências rápido, antes que seja tarde demais. Afinal, uma desclassificação precoce da seleção pode significar que nem tudo está certo no País ou, pior, uma debacle nas urnas em 3 de outubro.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Pergunta que não quer calar.”

  1. Foi-se o tempo em que presidentes escolhiam os jogadores da seleção ou tinham influência direta no escrete canarinho. Hoje, no máximo, o “Grande Timoneiro” dá seus palpites, sempre muito otimista. Não há possibilidade do governo PT não continuar. Nem se o Brasil perder a Copa do Mundo e for atingido por um terremoto ao mesmo tempo. Aqueles que insistem em ventilar essa possibilidade, assumem posição política. Querem fazer crer que é possível um cenário de mudança, quando ele não é mais possível. Não teremos um plebiscito, teremos uma aclamação da primeira mulher presidente e ela não será nem preta, nem pobre.

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