O F100-NG chega com a promessa de competir com a brasileira Embraer e a canadense Bombardier, empresas que dominam o mercado de aeronaves de 80 a 110 assentos. O avião substitui o antigo Fokker 100, mas promete ser superior e mais barato do que o antecessor e seus concorrentes. O projeto prevê a produção de um modelo mais leve, econômico e silencioso, além de ser menos poluente. O custo de manutenção e de venda é estimado para ser 15% mais barato. O Governo do Distrito Federal entrou na briga para trazer a fábrica de aeronaves da holandesa Next Generation Aircraft. Leia mais no portal DefesaNet.
