O presidente da Câmara Municipal, Eder Fior, encaminhou esta semana, à promotora pública da Comarca de Luís Eduardo, Semiana de Oliveira Cardoso, ofício em que relata “reclamações da população por medidas urgentes no cumprimento da Lei Municipal do Silêncio”. Fior indica ainda solução tomada pelo Ministério Público da cidade baiana de Eunápolis, onde foi instalado o equipamento denominado “Somblock”, capaz de interromper volume acima do limite legal.
O responsável pelo invento e instalação do aparelho é o técnico em eletrônica José Geovaldo Vianna de Miranda. O equipamento desliga imediatamente o aparelho que estiver produzindo som acima de 55 decibéis, limite no caso de Eunápolis.
Conforme reportagem do Jornal A Tarde (leia a reportagem na íntegra), anexada pelo edil ao ofício enviado à promotora, a invenção do limitador de som é fruto de uma decisão judicial, expedida em 2007, quando todos os carros de propaganda sonora foram proibidos de circular em Eunápolis. Ao todo, foram oito meses de proibição, o que gerou desemprego. O promotor de justiça João Alves da Silva Neto, autor da ação que proibia os carros de som na cidade, precisava encontrar uma solução para o impasse e mandou chamar Geovaldo, que criou o Somblok, um aparelho de 7 cm por 25 cm.
O aparelho é programado para que o som circule no limite estabelecido. Há um modo em que o som é desligado assim que os decibéis estão acima do permitido. A outra opção emite um aviso de que o volume está acima do limite. Se não for corrigido, o Somblok começa a gerar interferência no som. Caso o volume continue alto, o som é desligado sem prejuízo para o equipamento. Quando instalado, o Somblok só pode ser retirado se o lacre for rompido. E quem faz isso está sujeito a multa de R$ 1,2 mil.
“Foi um invento que só veio para melhorar a vida das pessoas. O centro da cidade estava uma bagunça, com carros de som com volumes nas alturas”, disse o promotor João Alves da Silva Neto. Além de carros, o Somblok foi instalado também em bares, boates, igrejas e academias de ginástica. Geovaldo patenteou o Somblok no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Ele já instalou o aparelho, também por determinação da Justiça, em boates de Porto Seguro. Já foram vendidos mais de 80 aparelhos, que custam R$ 800.


Os 80 aparelhos custam 800 reais ou cada aparelho custa 800 reais, se cada aparelho custar 800 reais não sei se vale a pena, vc vai colocar um aparelho destes em cada carro de som, dificel. idéia interessante mais cara. Certo e aplicar multas, hora que comecar a doer no bolso, os infratores vao pensar duas vezes antes de aumentar o som
será que ele gastou isto tudo com o aparelho?nao seria melhor multar os infratores?ou será melhor vender os aparelhos?será sera ????hummmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!!!!!!!!!!!!!!!!