DNIT esqueceu da sinalização na “avenida central” de Luís Eduardo.

Onde estão as placas que deveriam estar aqui?

Quase 10 km do trecho urbano da BR-242, em Luís Eduardo Magalhães, estão completamente desprovidos de qualquer sinalização vertical. Somente próximo ao Motel Je t’aime uma solitária placa de 80 km/h, já meio inclinada, e na entrada da cidade, próximo ao posto 90, outra indica velocidade máxima de 40 km/h. No resto, nada.

Ninguém fica sabendo que a velocidade a partir do Tropical Ville até o centro da cidade está limitada a 60 km/h e não se vê nenhuma placa de ultrapassagem proibida. O DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes precisa ser acionado antes do início da encantada duplicação da via, cujas obras, conforme o prometido, deveriam iniciar este ano. O secretário de Segurança, Ordem Pública e Trânsito, Eder Fior, já nos prometeu, pessoalmente, de oficiar ao DNIT pedindo a sinalização da via.

Se o DNIT não cumprir a sua missão, que o Secretário providencie as placas verticais, sinalizando inclusive os cruzamentos perigosos e as zonas de maior afluência de pedestres e ciclistas. Advertir os passantes de que trafega numa zona urbana já é meio caminho para a diminuição da velocidade e, por via de consequência, diminuir o número de acidentes.

Esta placa solitária, quase caindo e no meio do mato, é a única num trecho de 8 km.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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