Três coisas podem ser infinitas: a esbórnia no Ministério dos Transportes e, convenhamos, no resto da gestão pública brasileira; a capacidade do homem em ser, a cada dia que passa, mais imbecil; e a imensa satisfação de ver os argentinos perder, em casa, para os seus vizinhos uruguaios. Só resta um problema: e se amanhã o Paraguai fizer o mesmo com o Brasil? Já prevíamos depois da primeira rodada da Copa América que, de salto alto, Brasil e Argentina poderiam ter problemas.
