Oficina para o meio ambiente busca sensibilização de educadores.

A Conservação Internacional (CI-Brasil) e o Instituto Supereco desenvolvem nos dias dias 27 e 28 de setembro a oficina de sensibilização Investigando a Biodiversidade, voltada a educadores da região do Oeste Baiano. 

A iniciativa faz parte do Programa Produzir e Conservar, uma parceria da CI-Brasil e da Monsanto, e tem o apoio do Instituto Lina Galvani e da Secretaria de Educação de Luís Eduardo Magalhães. A oficina visa transmitir o potencial pedagógico do tema biodiversidade e sociodiversidade para a aprendizagem no sistema de ensino, reforçando o papel da educação ambiental no desenvolvimento de habilidades e conhecimentos que garantam a conservação do patrimônio natural.

Ao todo, serão capacitados 60 educadores do município de Luis Eduardo Magalhães e membros do Parque Fioravanti Galvani, onde a oficina acontece.

 “O esforço é parte do trabalho da CI-Brasil de implantação do corredor, que depende da recuperação de áreas degradadas, mas essencialmente do compromisso da população com a conservação, daí a importância de investir em sua formação”, coloca Fernando Ribeiro, coordenador de socioeconomia da CI-Brasil. O conteúdo da oficina é baseado no livro “Investigando a biodiversidade: guia de apoio aos educadores do Brasil”, lançado em 2010 pela Conservação Internacional, WWF-Brasil e Instituto Supereco. O material traduz as complexas relações do mundo natural para informações simples e relacionadas ao nosso cotidiano. “O conteúdo e a metodologia de educação ambiental da oficina permitem que cada um descubra mais sobre seu endereço ecológico e os serviços ambientais que ele oferece, comprometendo-se com a conservação ambiental, a começar pela sala de aula”, afirma Andrée Vieira, coordenadora geral do Instituto Supereco. Veja mais no blog do Investigando a Biodiversidade investigandoabiodiversidade.blogspot.com

A oficina conta com dinâmicas intercaladas à transmissão de conteúdo, que abordam temas como: os processos fundamentais da educação ambiental, a relação entre água e floresta, o Cerrado como hotspot, os serviços ambientais da biodiversidade e casos de sucesso no corredor Jalapão-Oeste Baiano. Essa iniciativa faz parte do programa Produzir e Conservar, que a Conservação Internacional em parceria com a Monsanto desenvolve desde 2008, atuando na conservação do corredor de biodiversidade Jalapão-Oeste da Bahia, no Cerrado. O programa também conta com ações de conservação no corredor do Nordeste, na Mata Atlântica, e com a implementação por parte da Monsanto de uma política interna de sustentabilidade.

“As ações estão totalmente integradas ao compromisso mundial da empresa de produzir mais, conservar mais e melhorar vidas. Na Monsanto, o conceito de sustentabilidade está presente não só em nossos produtos, mas em todos os nossos processos e nas iniciativas executadas por nossos colaboradores. Trata-se da essência de nossa atuação”, observa Gabriela Burian, gerente de Sustentabilidade da Monsanto do Brasil.

Uma série de ações locais, na região de Luis Eduardo Magalhães e adjacências, vem sendo desenvolvida para restaurar APPs degradadas nas propriedades rurais, por meio de elaboração e execução de planos de recuperação e ações de educação ambiental com a comunidade local. Também foi lançada no final de agosto a campanha LEM APP 100% Legal, com a realização da prefeitura de LEM, do Instituto Lina Galvani e da Conservação Internacional (CI-Brasil), e parceria da Monsanto. A campanha vai incentivar o cumprimento do Código Florestal, que protege as APPs, além de fornecer apoio técnico e científico para que os produtores rurais e as comunidades tradicionais promovam a recuperação das áreas degradadas. A oficina de educação ambiental Investigando a biodiversidade faz parte dessa iniciativa. De Fernanda Borba, do Instituto Supereco.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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