Onde estará o quebra-molas que deveria estar aqui?

Oito placas de sinalização indicam um novo quebra-molas no trecho urbano da BR-242 em Luís Eduardo Magalhães. Se as cartas de Madame Almerinda não mentem jamais, as placas da BR são mentirosas. Não existe o quebra-molas, mais uma prova do desrespeito com que o famigerado DNIT trata esta cidade. 

Na verdade, no mínimo mais três quebra-molas são extremamente necessários, além deste que ainda não existe: em frente ao Posto Ursa, em frente ao Tropical Ville e no acesso ao Jardim das Oliveiras. São pontos conflitados. Somos contra a instalação de quebra-molas, até porque não deixam de ser a expressão da falta de urbanidade de um povo, que não sabe respeitar a sinalização.

No entanto, já que pelo jeito não teremos tão cedo a duplicação, nem as barreiras eletrônicas prometidas, que venham os quebra-molas, fáceis e baratos para fazer. O prejuízo é grande para motoristas, mas nada significa frente à segurança de pedestres, motociclistas e dos próprios motoristas. Os eduardenses e passantes não podem continuar sendo mutilados e sacrificados no altar da intolerância e do desmando público.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Onde estará o quebra-molas que deveria estar aqui?”

  1. Sampaio, em alguns lugares de grande movimento, colocam primeiro a sinalização e passado algum tempo a lombada. Agora não sei se isso é regra ou se no caso da BR 242 foi desleixo mesmo.

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