Malandro se passa por lésbica para aproveitar imagens de meninas.

Um enfermeiro britânico que fingia ser uma adolescente lésbica para se aproximar de meninas na internet foi condenado a seis anos e oito meses de prisão e vai ser monitorado pelo resto da vida.

Barry McCluskey, de 39 anos, admitiu ter tido contato com 49 meninas, com idades de 10 a 15 anos, entre 2007 e 2010.

Ele contatava as meninas na rede social Bebo e depois por MSN, dizendo se chamar Clare ou Missy, uma jovem que seria “gay ou bissexual”.

Segundo a acusação, ele nunca teve contato pessoal com suas vítimas, mas manipulava as meninas para que elas se despissem ou fizessem atos sexuais para a câmera, enquanto ele gravava as imagens pelo computador.

“Àquelas que eram ou se tornavam relutantes, ele pedia que se exibissem mais, dizendo que se elas não o fizessem ele mandaria os vídeos que já tinha feito para amigos”, afirmou a promotora Alison Di Rollo.

Como dizia o gaúcho, se lésbica gosta de mulher, canha e toque de gaita, eu sou lésbico.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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