A notícia veiculada pelo Ministério da Agricultura de que finalmente os Estados Unidos permitiram a exportação de carne suína brasileira poderá ser um alento para a instalação de um polo suinocultor no Oeste baiano, onde se encontra fartura de insumos básicos, como o milho e soja. Segundo estudos, realizados há dois ou três anos, só para atender o mercado interno da Bahia poderiam ser abrigadas 100 mil matrizes, o que proporcionaria a produção de 2 milhões de porcos, com 80 quilos de peso vivo, ao ano.
Financiamento para investimento, assistência técnica e a criação de uma entidade classista são pautas primárias para a diversificação do agronegócio do Oeste.
