Tropas federais cercam amotinados e querem tirar as crianças da Assembleia.

Policiais militares em greve na Bahia utilizam 15 crianças como escudo humano na Assembleia Legislativa. O objetivo é impedir a entrada de soldados do Exército que tentam cumprir 11 mandados de busca e apreensão contra líderes do movimento.

Cerca de 1.000 homens, entre soldados do Exército, da Força Nacional e da Polícia Federal cercam a Assembleia, utilizada como base pelos grevistas desde o início da greve, há sete dias.Todos os agentes que cercam a Assembleia utilizam metralhadoras, fuzis, pistolas e bombas de efeito moral.

A tropa afastou a imprensa do local e fechou as ruas de acesso ao Centro Administrativo da Bahia (CAB). As quinze crianças utilizadas como escudo humano são filhos e filhas dos grevistas. Diante da situação, o Ministério Público Estadual acionou o Tribunal de Justiça, que concedeu liminar para que as crianças sejam retiradas da Assembleia Legislativa.

O Conselho Tutelar deve ir à Assembleia ainda nesta segunda-feira para retirar as crianças do local. (Último Segundo/Ig).

Afastar a imprensa é importante caso aconteça algum desastre. Bem ao modo do Governo libertário e democrático do PT.

Quer alegria, se desvia da Bahia!

A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil  emitiu nesta segunda-feira(06), um alerta aos turistas americanos a respeito do aumento da violência na Bahia, decorrente de uma greve de policiais militares.

Em nota, a embaixada diz que “as áreas afetadas incluem destinos turísticos e comerciais populares de Salvador”. “Houve relatos de saques em lojas, bloqueios de ruas e estradas importantes e arrastões”, diz o alerta.

A embaixada também aconselha os cidadãos americanos a acompanhar as reportagens da imprensa sobre as condições da segurança “e a considerar adiar viagens não essenciais a essas áreas até que as condições de segurança estejam estabilizadas”. Da BBC.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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