O naturalista SAINT-HILAIRE viajou pelo Brasil no século 19 e cunhou a frase: “Ou o Brasil acaba com as saúvas ou as saúvas acabam com o Brasil”. O Brasil acabou com a formiga muito tempo depois, lá por meados do século 20. Menino, acompanhava meu pai na lavoura de trigo à procura das “panelas”, os grandes formigueiros, para aplicar Blemco, um formicida gaseificado, importado, a base do pavoroso DDT, depois banido do País.
Agora nos deparamos com outra luta hercúlea pela frente: ou o Brasil encara de frente a corrupção e acaba com ela ou a corrupção vai congelar o País no século 20, sem jamais alcançarmos o futuro. A corrupção é insidiosa. Está de tal maneira encravada nos três níveis da administração pública, no judiciário e no legislativo, que aos olhos do cidadão comum perderam-se os limites do que é gestão pública e o que é corrupção. Mais: a corrupção está engastada na alma do povo, ao ponto de que, quando um varredor devolve uma carteira cheia de dinheiro ao dono, ganha espaço nos jornais e na televisão como herói nacional. Não seria o normal?
A corrupção está tirando do povo a saúde, a educação, a qualificação profissional e a segurança, obrigações precípuas e vitais do Estado. O operário, o cidadão de vergonha na cara, aquele que trabalha de sol a sol, não deveria aceitar as migalhas do poder público. Deveria exigir, em praça pública, o que é seu de direito. E ponto final.

Herança dos nossos colanizadores, que mandavam para o Brasil pessoas de pior qualidade, com o objetivo de explorar nossas riquezas, as riquezas se foram, os bandidos ficaram, procriaram e deu no que deu, um zilhão de corruptos travestidos de homens de bom carater que só respeitam uma lei, a Lei de Gérson.
Jeová. À época da colonização, quem veio para o Brasil foram os empreendedores. Para os EUA que foram os criminosos, naquela época quem havia seguido Lutero, Calvin e outros na Reforma da Igreja Católica Romana, era considerado criminoso, e como pena era mandado à América.
No caso da colonização espanhola e portuguesa havia programas para habitar e desenvolver (à maneira das metrópoles) as colônias americanas, para cá mandaram nobres e burgueses, como Martim Afonso de Sousa, Pero Lopes de Sousa, Tomé de Sousa, Martim de Sá, entre outros.
Alguns desses nobres e burgeses, eram os militares que traziam o bando para povoar e explorar as terras brasileiras, enviando nossas riquezas naturais à Europa, neste bando estavam pessoas desqualificadas que não tinham o que fazer em Potugal, às quais me referi, O EUA é outra história.