Leandro Damião sofreu um pênalti grosseiro de Edinho (ex-zagueiro colorado), tentou bicicleta e lambreta, mas não conseguiu o gol da vitória do Internacional. Foi o melhor jogador do ataque. Foto de Ricardo Duarte, de Zero Hora e RBS, que tem a cobertura completa do confronto.
A melhor equipe da fase de grupos da Libertadores (15 pontos), o Fluminense, não foi capaz de impor vantagem à pior equipe dessa mesma fase (8 pontos), o Internacional de Porto Alegre. Pior: no segundo tempo sofreu uma pressão violenta do time colorado, que perdeu um pênalti, e bateu, ainda, violentamente na trave tricolor aos 48 minutos do segundo tempo. Aliás, na segunda fase da partida, o Internacional teve total domínio da bola pelo menos até o 30º minuto. O ataque do Fluminense não viu a bola.
No dia 10 de maio, Fluminense e Inter voltam a se encontrar, agora no Engenhão, sem vantagem que não seja o mando de campo. Como nesta fase, gol fora de casa vale dois, se por acaso o Internacional marcar um gol, o Fluminense será obrigado a derrotar o time gaúcho. Portanto, o time gaúcho continua vivo na competição, apesar do desempenho medíocre da primeira fase.
O espetáculo de ontem à noite ficou por conta da grande torcida presente ao Beira-Rio, com temperatura em torno de 10 graus, que cantou, à capela, o Hino Riograndense, mesmo depois que a música foi interrompida. Para os gaúchos e colorados, foi o primeiro arrepio, seguidos das fortes emoções do erro de Dátolo, no pênalti, e na bola da trave de Jô.
O Santos perdeu por 2×1 para o Bolívar, na altitude.

