Tonhão assume com missão de recuperar administração de Barreiras

Amanhã, as 16 horas, na Câmara de Vereadores, a posse do prefeito eleito Antônio Henrique e do seu vice Paê, além dos 19 novos vereadores.

À solenidade comparecerão o Juiz Eleitoral, a atual prefeita Jusmari ou um representante designado e o povo em geral.

Os festejos começarão a seguir, culminando com uma confraternização a ser realizada no casa de shows Bartira, na saída para São Desiderio.

Por ocasião do coquetel, imagina-se que o novo prefeito divulgue o seu secretariado, até o momento guardado a sete chaves. Informações do blog do Itapuan Cunha.

 A história recente

 Ao apagar das luzes do Governo Jusmari, posso contar uma história, cuja declaração de um irmão da Prefeita é o tema principal:

Ocorria, na pré-campanha de 2008, em Luís Eduardo Magalhães, uma reunião política na churrascaria Tradição, a qual compareceu inclusive Antonio Henrique, então pré-candidato a prefeito de Barreiras. Tonhão discursava com aquela sua voz de trovão, quando senta ao meu lado o dito cujo irmão. Pergunto de chofre:

-O que você acha da campanha de Barreiras?

E ele responde, sem papas na língua:

-Jusmari vai ganhar com o dobro dos votos da soma de todos os outros.

Fez uma pausa e acrescentou:

-E vai ser o pior governo em toda a história de Barreiras. Conheço ela desde o dia em que nasceu. Ela é desorganizada, relaxada e não sabe administrar nem sua casa. E dá poder às pessoas que não merecem. Ela é boa de política, mas péssima em administração.

Hoje comprova-se que ele tinha absoluta razão e estava certo em gênero, número e grau. Espera-se que o Governo Antonio Henrique recupere os 4 anos perdidos de Barreiras, em que nada se fez a não ser anunciar obras federais, como o saneamento e o anel viário, como obras da Prefeita.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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