Os pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) descobriram que a lagarta que vem atacando lavouras de algodão, milho e soja em diversas regiões, em especial no oeste da Bahia, não é da espécie “zea”, e sim a “helicoverpa armigera”, que ainda não havia sido identificada no Brasil.
Os produtores baianos estimam que os prejuízos por menor produtividade e gastos no controle da praga somem R$ 1 bilhão. Os pesquisadores desconfiam que a largarta foi internalizada via importação de flores. Nas fotos, a fase larvar e, abaixo, a fase alada da praga. Do Globo Rural e Estadão.



