Produtores pedem urgência na liberação da Emamectina no Oeste

A Helicoverpa spp. já causou um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão, está causando perdas em 228 mil hectares de algodão, somente na Bahia, além de prenunciar uma onda de desemprego no Oeste do Estado, caso não tenhamos um programa integrado de combate a esta praga. Os produtores estão preocupados com o avanço da Helicoverpa spp. e com a morosidade para liberação do uso do Benzoato de Emamectina no Brasil. Caso o produto não seja liberado em 20 dias, tudo poderá estar perdido.

O produto, importado, chegará ao município de Luís Eduardo Magalhães até a próxima quarta-feira (15), onde ficará armazenado e com a autorização para o uso sob monitoramento da Adab. Os promotores dos Ministérios Públicos aguardam ainda as recomendações da Anvisa e Inema para assim darem sequência ao processo de aplicação.

Com a liberação do Benzoato de Emamectina, será realizado um projeto-piloto em 10 propriedades do Oeste da Bahia, seguindo diversas regras e cuidados. Essa ação conjunta ocorrerá entre os governos federal e estadual, prefeituras, entidades de classe e produtores. O passo seguinte será a elaboração de um relatório, que servirá como base para a segunda fase de aplicação do produto em todas as propriedades atingidas pela praga, ao longo de 90 dias. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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