Todos aqueles que ilustraram a sua adolescência (e até uma parte da maturidade) com as fotos ginecológicas da Playboy, comemoram hoje com as bandeiras do onanismo: a Playboy não vai fechar. Ninguém esquece as primeiras revistas furtadas do pai tarado ou do tio solteirão. Alguns até se ilustraram com as grandes matérias da revista e as entrevistas pra lá de iconoclastas. Nestes dias de internet disseminada por todos os gadgets possíveis e imagináveis, não deixa de ser uma boa notícia.

