Um insigne escriba da cidade de Luís Eduardo está fazendo uma louvável campanha em favor de uma criança doente. Talvez entusiasmado pelos altos ideais da campanha, criou um neologismo na área médica: a doença “neo-reológica”. Será que o douto escriba queria dizer neurológica e perdeu-se pela linha de fundo com caneta, teclado e tudo o mais?
Como dizem os gaúchos, ovelha não é pra mato.
Autor: jornaloexpresso
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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Mas que tipo de jornalismo você faz mesmo meu caro, deveria fazer pelo menos tentar fazer o mesmo. Será que já não está na hora de vossa senhoria com toda a sua capacidade ocupar o lugar do Professor Pasquale, talvez assim não precisasse mais ficar mendigando nos corredores da Prefeitura. Tenho certeza de que não vai publicar, mas fica a dica, pois estou escrevendo exatamente pra você saber e isso já basta.
Nota da Redação:
Para você minha cara que só conseguiu sucesso entre a massa ignara, escrever errado é normal. Escrever certo é obrigação, além de estar previsto em lei.
Quanto ao fato de “estar mendigando”, você será ré em ação penal e indenizatória para provar o que disse. Prepare os seus trocados e as suas cestas básicas.
corrija então sua reportagem “douto” ou doutor?
Nota da Redação:
É evidente que me refiro ao adjetivo “douto” e não ao substantivo “doutor”, não é minha cara Dona Chica? Esta aula a Senhora faltou, com certeza, não? A Senhora nem deveria estar usando o email de um colégio, sem correr o risco de manchar a imagem da instituição, deixando aflorar tanto desconhecimento de causa. Passe muito bem