Estupro vira doença social com características de epidemia.

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Casos de estupro no Brasil (26 por cada 100 mil habitantes) ultrapassam os de homicídios (24 por 100 mil). Como recomendou o guru e líder espiritual Paulo Maluf, há muitos anos: “Estupra, mas não mata.” Grande problema são os casos não denunciados pelas vítimas, que não constam dos registros. Em sua maioria, as polícias estão despreparadas para atender as denunciantes.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública – 2012, o país registrou 50.617 casos de estupro em 2012, o que equivale a 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes. Um avanço de 18,17% em relação a 2011, quando a taxa foi de 22,1 por grupo de 100 mil. O número de homicídios dolosos registrados em 2012 foi de 47.136. Os estados que mais registraram casos de estupro por 100 mil habitantes em 2012 foram Roraima (52,2), Rondônia (49)  e Santa Catarina (45,8). No entanto, o Fórum ressalva que esses três estados estão no chamado “grupo 2” de qualidade de informação, o que significa que os índices de fato podem ser ainda piores.

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Estupro vira doença social com características de epidemia.”

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