Olha só o que um “brogueiro” da região publicou, depois de traduzir, possivelmente com o tradutor do computador, o texto de algum site norte-americano:
“Terça-feira foi mais um arranque a frio em grande parte os EUA como o “vórtice polar” continua a espalhar o caos
Mais da metade da população do país já sentia os efeitos do ar ártico frígida
Cerca de 70 níveis recordes diários deverão ser quebrado nesta terça-feira a partir do sul profundo para Nordeste e Centro-Oeste
Em Nova York, Central Park foi 5F na terça-feira, 07 de janeiro o mais frio desde 189 6
Um em cada dez partidas domésticas cancelados na segunda-feira de manhã, mais atrasos hoje esperados
Outras interrupções de viagens são esperados e fechamentos de escolas ainda estão em vigor, em Washington DC e Atlanta
JetBlue começa a retomar o serviço a partir de 10:00 terça-feira após a correção de um atraso de voos cancelados
Especialistas pediram as temperaturas e ventos gelados ‘perigoso e uma ameaça à vida “- advertindo que a pele pode congelar em apenas dez minutos em calafrios vento de menos 50.”
Deu para entender? Quase, não é? Em outra matéria, sobre o acidente aéreo de Bom Jesus do Piauí, acontecido hoje, o valente “brogueiro” saiu-se com esta pérola:
“O piloto sobrevoava a região fazendo testes para uma empresa de pulverização de agrotóxicos nas lavouras. O mesmo já tinha experiência de mais de 30.000 horas de voo.”
Tudo estaria bem se o piloto que pereceu no acidente não tivesse apenas 22 anos. Como um ano tem 8.760 horas, o piloto em questão deveria ter tirado o seu brevê com 19 anos e a partir daí ter passado voando 24 horas por dia no ar, até encontrar, hoje, o seu trágico destino. Se fosse voar “apenas” 10 horas por dia, o infeliz piloto teria voado mais de 8 anos e, portanto, tirado seu brevê mais ou menos aos 14 anos. Uma impropriedade!
