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Ex-ministra Eliana Calmon estaria ajudando no documento pedindo que tropa não paralise de novo
Do Politicalivre
Apesar do recado do líder grevista Marcos Prisco para que os colegas PMs não retomem a greve em resposta à sua prisão a pedido do Ministério Público Federal, grande parte da tropa permanece aquartelada, conforme relatos do comandante da PM, coronel Alfredo Castro, e do deputado estadual Capitão Tadeu (PSB), que assumiu o comando do movimento com a detenção do policial, ontem à tarde, quando se encontrava com a família num resort no Litoral Norte.
Nesta madrugada, Tadeu, que no início da noite defendeu o aquartelamento em represália à prisão de Prisco, voltou atrás e preparava um documento junto com o comandante da PM para tentar convencer os PMs a não pararem as atividades. Ele admitiu que o aquartelamento predominava, dizendo à Folha de S. Paulo que predominava na maioria do Estado. “Não há polícia nas ruas”, disse ao jornal paulista.
Representante da Aspra, associação liderada por Prisco, o soldado Ivan Leite disse que não há uma manifestação das seis entidades que representam o PM contra a greve, mas também não há pelo retorno ao trabalho. Ele também previu, em entrevista à Folha, que 100% dos policiais estão parados diante da indefinição do quadro, inclusive aqueles das unidades especiais.
