Motorista bate em caminhão falando ao celular.

Quebrou a cabeça? Pode ser que pela rachadura entre um pouco de senso de responsabilidade.
Quebrou a cabeça? Pode ser que pela rachadura entre um pouco de senso de responsabilidade.

Pedro Santa Cruz Dourado, 39 anos, motorista de um Fiat Uno que dirigia sentido centro/bairro, bateu nos fundos de um caminhão que estava parado no momento em que manuseava um celular. O acidente ocorreu na tarde do último dia 23, nas proximidades do Iguatemi Pneus, em Luís Eduardo Magalhães, Oeste da Bahia.

Na batida, Pedro, bateu com a cabeça no vidro dianteiro, sofrendo escoriações no rosto. Após ser socorrido por populares, o Samu foi acionado e encaminhou a vitima para Unidade de Pronto Atendimento da cidade. Matéria editada pela redação do Nova Fronteira, com informações e foto do blogbraga.com.br

Dirigir falando ao celular ou com fones de ouvido conectados a aparelho de som pode render multa de R$ 85,13 e a perda de quatro pontos na carteira de habilitação. O mau hábito de falar ao celular dirigindo é problema no trânsito de todas as cidades. Mas se fosse feito uma estatística, os motoristas de Luís Eduardo seriam campeões.

Hoje mesmo, na rua São Francisco, o motorista de um SUV quase encostou no meu carro. Se tanto ele, como eu, não tivéssemos com os vidros dos carros fechados, ele teria ouvido uma palavrão impronunciável. Mesmo assim viu toda a extensão do meu dedo médio apontado para cima.

Na época da modernidade, com sistemas bluetooth de comunicação nos carros (Sync da Ford, My link da Chevrolet, por exemplo), em que não se exige tirar as mãos e a atenção do volante, falar ao telefone dirigindo é um anacronismo. É claro que o Fiat velho não tinha um sistema desses. Então que o motorista compre um viva-voz. O problema ficaria minimizado.

O pior: tem gente digitando, enquanto dirige, no wathsapp, a coqueluche do momento. Aí é pra matar! Literalmente.

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Irma Fink 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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