Na Capital dos Quebra-Molas, Luís Eduardo Magalhães, várias instituições se organizam para manter o título. Como os gênios do trânsito municipal autorizam a construção a torto e direito; os vereadores da Câmara, sem ter outras obras para propor, reivindicam a cada sessão; e o próprio DNIT, através da empreiteira PaviService, também constrói esses anacronismos perigosos, algumas empresas e cidadãos se sentiram também autorizados a construir prosaicas elevações, obviamente fora de qualquer parâmetro técnico, nas ruas de Luís Eduardo, como se vê na foto, numa avenida de grande circulação. Também nas vilas, pais zelosos cujas crianças brincam no leito da rua, acham interessante construir obstáculos para que o lazer dos seus filhos não seja interrompido por motoqueiros audazes.
A cidade que mais cresce na Bahia vai ganhar outro gentílico, com certeza, “A Capital dos Quebra-Molas”, que em breve veremos nos mais singelos tratados geopolíticos. Viva Luís Eduardo, “onde o sol pousa a sua grandeza, o fruto da terra germina e os quebra-molas se espalham de par em par”

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