Orgia de gastos e dinheiro mal havido nas campanhas eleitorais

Os candidatos a presidente, governador e senador vão gastar mais de R$ 4,4 bilhões nos três meses de campanha eleitoral, de acordo com as próprias previsões informadas ao Tribunal Superior Eleitoral.

Com todos os zeros, isso significa R$4.400.000.000,00 Uma montanha de dinheiro, que é óbvio acaba saindo do lombo do contribuinte.

Esse valor, que é oficial e por isso deve ser superado, é maior que o orçamento anual de 16 dos 39 ministérios criados pelo governo Dilma, incluindo Relações Exteriores e até a própria Presidência da República.

Nenhuma secretaria da Presidência, nem de áreas estratégicas como Portos e Aviação, custa tanto quanto a campanha majoritária.

Supremo Tribunal Federal, Conselho Nacional de Justiça, AGU e TCU, somados, custam pouco mais da metade (R$ 2,7 bilhões) por ano. Do jornalista Cláudio Humberto, com edição deste jornal.

A orgia de dinheiro e gastos, nas campanhas eleitorais, mesmo nos sertões mais humildes. Esse dinheiro não sai só das doações legais de campanha. Sai do surrupio de verbas públicas, do caixa 2 e dos interesses trocados entre empresários e gestores públicos corruptos.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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