
As eleições de segundo turno para a Presidência da República foram tranquilas em Luís Eduardo Magalhães. O voto único facilitou o atendimento dos mesários aos eleitores. Um único detalhe atrapalhou um pouco o andamento, com os eleitores que justificaram o voto. O preenchimento do formulário para posterior apresentação aos mesários de cada seção foi demorado.
Não se registraram ocorrências policiais. O juiz eleitoral, Claudemir da Silva Pereira, visitou, pela manhã, todos os locais de votação, constatando a regularidade dos trabalhos.
Entre as 12 e 15 horas pouca gente circulava pelos colégios que abrigavam as seções eleitorais. No entanto, após as 15 horas começaram a se formar pequenas filas às portas das salas. O voto era rápido, mas a conferencia do título, a assinatura da ficha eleitoral e a entrega do comprovante de votação demoravam mais um pouco.
Os fiscais dos partidos tiveram pouco trabalho.
Em 2010, Dilma Rousseff perdeu no primeiro turno e ganhou no segundo em Luís Eduardo. Agora, ganhou no primeiro, mas na opinião de eleitores perderia no segundo, algo que ficaremos sabendo a partir das 20 horas, quando o TSE totaliza as urnas de todo o País. Relatos individuais de urnas, afixadas nas portas das seções indicam diferença de até 5×1 favorável a Aécio Neves.
Na escola Cézer Pelissari, também pouco movimento antes das 15 horas.
Preencher o formulário de justificativa de trânsito foi o que mais demorou
Na fila para justificar a presença em trânsito, uma gaúcha de Panambi e um Mineiro.
Leogard Gonçalves, delegado, e Edivaldo Santana, o Capitão, do Sindquímica: fiscalizando para o PT.
Mesários folgados no Colégio Ottomar Schwengber, entre eles o assessor político Wanderson Santana.





