O pronunciamento de Leão e a reação da classe produtora do Oeste

O deputado federal e vice-governador eleito do Estadão, deputado João Leão, deixou os companheiros do Oeste numa saia justíssima ao ofender aqueles líderes do agronegócio que não acompanharam a campanha governista. Principalmente aqueles que não sabiam a que e a quem João Leão se referia.

Hoje, até a Ordem dos Advogados do Brasil, através do presidente da subseção de Luís Eduardo Magalhães, lamentou e repudiou as declarações do Deputado.

Leão é um homem simples, sem papas na língua, que dedicou das tripas ao coração nessa campanha. E com isso, levou como ofensa pessoal a campanha, primeiro em favor de Paulo Souto e segundo a favor de Aécio Neves.

Ninguém tem coragem de minimizar a importância do agronegócio para a Região, pois sabe da importância vital, para o Estado, do produto agrícola oriundo de 3 milhões de hectares, onde se emprega alta tecnologia, com resultado de alta produtividade.

A luta dos pioneiros para domar o solo do cerrado, carente de fertilidade, de infraestrutura e sempre assediado por ambientalistas e representantes de outros órgãos federais, não foi pouco árdua. Faz que o empresariado efetivamente se credite, com razão, a realização de um grande sonho até chegar ao ponto vitorioso de hoje.

João Leão deveria estar muito magoado para dizer o que disse.

Passadas as emoções da campanha, é hora de voltar ao trabalho, sem mágoas e rancor, deixando de lado essas ações políticas contraproducentes.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

4 comentários em “O pronunciamento de Leão e a reação da classe produtora do Oeste”

  1. O comentário foi retirado por conter ofensas pessoais e palavras de baixo calão. O Editor

  2. Pode ??? Continuemos exercendo o nosso direito de cidadão e votando naquele ou naquela que achamos melhor indicado ou indicada para solução dos problemas. O “curral” está de porteira aberta, agora. Quem tem negocios ou empregos votamos com independencia, mesmo sendo minoria, não importa. Calma, Leão !

  3. Esse João Leão “fi de uma égua” deveria respeitar o Oeste! Nós somos um povo respeitados, bem informado e escolhemos de acordo com a nossa consciência. Acabou a época do “voto de cabresto”. Recolha-se a sua ignorância e mais respeito com a classe produtora do Oeste.

  4. João Leão, o crescimento da economia agricola da região oeste, deve-se a tecnoligia avançada, que cada vêz mais aumenta a produção, não só na nossa região, bem como em todo mundo. Não foi o PT ou qualquer partido politico, que fez o crescimento da economia agricola. nos anos 80 se colhia 25 sacas de soja por hectar, hoje se colhe 150 e até 180 sacas por hectar. Sem falar, que muitos Fazendeiros produtores e criadores, sofisticaram a administração em suas fazendas, hoje os empresarios agricolas são bem informados e com assistencia de empresas do ramo.
    “Este João Leão, não sabe que ele não é dono do Governo da Bahia e nem da Bahia, muito menos da Região Oeste, ele é nosso empregado, é pago pelo cidadão. não precisa nos fazer favor nenhum, apenas queremos que o goveno faça os investimos que são obrigado a fazer.
    Redator, tá na hora da imprensa de nossa cidade se profissionalizar e se tornar imparcial, divulgar “quando divulgar” opinão que condiz com a realidade de nosso Brasil.

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