
O prefeito Antônio Henrique vai conceder entrevista coletiva amanhã, quinta-feira, para falar sobre a perda de território de 29 mil hectares para o Município de Luís Eduardo Magalhães. Hoje, Sérgio Pitt, coordenador da UMOB, nos afirmou que convidou Tonhão para ir à Assembleia, junto com o prefeito Humberto Santa Cruz, para explicar as origens dos estudos da SEI – Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, que orientou a aprovação da lei 12.906/2013 na Assembleia.
No entanto, a viagem a Salvador ficou postergada com a licença de Humberto, e só agora poderá ser realizada.
Os técnicos de campo da SEI detectaram, por exemplo, que as vilas Umburana, Três e Quatro, estas no Assentamento Rio de Ondas, relacionavam-se unicamente com a sede de Luís Eduardo Magalhães, não só para compras e negócios, como para servir-se de serviços sociais, educação e Saúde.
Outras correções sugeridas pela SEI, como a divisa de Luís Eduardo Magalhães – São Desidério foram retificadas por um novo acidente geográfico, como a Linha Novo Horizonte, em processo de asfaltamento, o que certamente veio a facilitar a identificação da delimitação dos territórios.
Outra informação relevante de Humberto Santa Cruz é que a perda de tributos como o ITR não ultrapassaria R$80 mil por ano, menos certamente do que a Prefeitura de Barreiras gastaria com saúde, educação, assistência social e conservação de estradas, no Assentamento e na Umburana.
A alegação errônea, inclusive da deputada Kelly Magalhães, de que Barreiras perderia também o porto seco da Ferrovia Oeste Leste, também não prosperou. Conforme locação do projeto, o porto seco ficaria a 35 km da nova divisa entre os municípios, conforme já publicado por O Expresso.



