Haja tarja preta: como dormir com tanta delação premiada?

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A prisão de Nestor Cunat Cerveró, ex-diretor de operações internacionais da Petrobras, tem consequências também nas farmácias de Brasília e de outras capitais do País. Como? A fila para a compra dos remédios tarja preta só está aumentando entre os assessores de políticos de cabelos arrepiados com aquilo que o Quasímodo possa revelar. Ele sabe muito. E se concordar com a delação premiada, perde três apartamentos caríssimos na Zona Sul do Rio, mais alguns milhões de reais, hospedados em lugar incerto e não sabido.

No entanto, a pele de inúmeros políticos está a perigo e pode virar tamborim nos próximos carnavais.

Entre as orações desses políticos, está o pedido especial para que o juiz federal Sérgio Moro libere a longa lista de nomeados. Assim tudo vai ao STF por motivo de foro privilegiado.

Os nomes vão para a vitrine da imprensa. Mas isso pode custar pouco como podem provar José Dirceu, José Genoíno e outras estrelas do Mensalão.

Vai fazer falta um mal humorado na Suprema Corte, como Joaquim Barbosa.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

2 comentários em “Haja tarja preta: como dormir com tanta delação premiada?”

  1. Pra você ter ideia, meu caro Sampaio, tenho um primo que é assessor de um veterano deputado, que está prevendo, caso a lei alcance quem fez mal feito, uma mudança grande nas duas casas legislativas, Câmara e Senado. É viver, pra ver…

  2. Maldade compará-lo ao Quasímodo afinal este tem alma, o outro deformação física e de caráter.

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