Tráfico de drogas executa mais um no Santa Cruz

Adriano Henrique Liro (ou Lírio) da Conceição foi assassinado, nesta manhã, em sua casa, na rua Jacobina, no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães. Adriano tinha relações com o tráfico de drogas, tanto que foi encontrada uma quantidade de maconha, em sua casa, que excede ao tamanho daquelas usadas para o consumo. Ele tinha duas passagens pela Delegacia de Polícia justamente por tráfico e roubo.

Impressiona o fato de que tanta gente morra no tráfico e a atividade ainda envolva tantos jovens. As fotos do ocorrido, com muito sangue, vão levar os editores dos blogs policiais ao êxtase. Simplesmente impublicáveis.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

3 comentários em “Tráfico de drogas executa mais um no Santa Cruz”

  1. A maconha é algo ruim, mas precisa ser legalizada para acabar com o tráfico, que é algo ainda pior.

  2. A liberação da maconha por si só nåo mudarâ um milimetro a queståo do tráfico , da violência e do custo em vidas e recursos financeiros desperdiçados.
    Devemos pensar seriamente na liberação total de qualquer droga, até por que quem pretende usar algum tipo de droga a encontrará e a utilizará facimente. Uma parcela muito reduzida dos recursos desperdiçados nessa luta, claramente perdida no mundo todo, poderia ser aplicada em campanhas mostrando o mal da drogas, como existe para cigarros e bebidas. Também no tratamento de dependentes que hoje é quase inexistente e quase sempre disponibilizados somente por organizaćões religiosas e particulares, deixando a maioria dos viciados pobres à margem de qualquer tratamento psicológico ou terapêutico.
    Reduziríamos as mortes geradas pelo tráfico e seu combate que ainda alimenta outros crimes, limitando somente aos viciados que já morrem atualmente como moscas.
    Devemos pelo menos projetar essa possibilidade como uma possîvel saída, assim como um dia os EUAs decidiram abandonar a famigerada Lei Seca e todo o crime, violência e mortes geradas na época em que vigorou.

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