Rogê tinha grande fortuna e realizava forte operação de agiotagem

A porta da casa onde aconteceu o confronto e dinheiro, cheques e jóias encontradas com Rogê.
A porta da casa onde aconteceu o confronto e dinheiro, cheques e jóias encontradas com Rogê.

rogeAdarlan Silva Brito, o brasileiro de origem cigana conhecido como Rogê, assassinado hoje, na porta de sua casa em Ibotirama, em confronto com um bando inimigo, do qual participaram mais de 20 pessoas, dedicava-se à agiotagem há muitos anos. Comenta-se, na imprensa, que sua fortuna era incalculável. Comenta-se também que Rogê teria sofrido o ataque de elementos de uma tribo rival de ciganos. Durante vistoria realizada em sua residência, no portão da qual foi baleado, forças policiais encontraram muitas joias, entre elas 43 relógios, a maioria Rolex, colares, pingentes, brincos e braceletes de ouro. Foi encontrada também farta quantidade de munição, inclusive de uso restrito das forças armadas. Ele chegou a ser preso em 2010 sob a acusação de dois duplos homicídios cometidos nas cidades de Xique-Xique e Cristópolis.

O local do crime
O local do crime

Além da acusação dos crimes, o cigano Rogê possuía longa ficha criminal no qual era acusado de tentativas de homicídios, receptação de produtos furtados, porte ilegal de arma de fogo, ameaça e maus tratos a animais, oportunidade em que foi acusado de manter no quintal de sua residência uma rinha de galos de briga e vinte gaiolas com animais confinados.

Informações recentes, não confirmadas, dizem que os pistoleiros de Rogê tentaram matar um cigano de Oliveira dos Brejinhos, sem, no entanto, conseguir seu intento. O ataque de hoje pela manhã teria sido, então, uma vingança. Informação de Zé Filho, do site Oeste 10, diz que a mãe de Rogê, baleada no confronto de hoje pela manhã, acaba de falecer no Hospital do Oeste.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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