Cenas de filme violento no ataque de assaltantes ao carro forte

A carreta incendiada só foi retirada da pista um pouco antes das 22 horas de ontem

Ontem, exatamente às 23 horas, começou a chegar a Luís Eduardo Magalhães, uma longa fila de automóveis e caminhões que havia ficado retida, depois que um grupo de assaltantes incendiou uma carreta e um automóvel Corolla Toyota sobre uma ponte da BR 242.

Segundo relato de um usuário da estrada, um dos primeiros a ser retido pela barreira de fogo, já próximo à Indústria Cargill, quando o carro forte chegou junto à carreta incendiada, a cena foi de cinema: o  veículo já tinha os pneus destruídos pelos tiros e uma das rodas já estava sem pneu. Mesmo assim o motorista do carro forte jogou o veículo contra a carreta incendiada, ultrapassando-a sofre forte tiroteio.

O confronto entre assaltantes e vigilantes do carro forte praticamente não foi testemunhado, pois a grande maioria abandonou os veículos e se escondeu no mato às margens da rodovia, temerosa pelo tiroteio.

Foi a salvação dos vigilantes: eles já tinham ferido um dos assaltantes no início do tiroteio, no quebra-molas da BR 242 e certamente seriam mortos pelos seus comparsas.

Mesmo em péssimas condições de trafegabilidade, o motorista logrou levar o caminhão até a delegacia 10/10 da PRF, onde os policiais já estavam alertados do evento.

Os dois grupos de assaltantes, tanto os que perseguiam o carro forte, como aqueles que montaram o bloqueio da estrada, fugiram na direção de Luís Eduardo Magalhães em dois veículos, uma Toyota Hillux e um Renault Duster.

Até as 6h50m de hoje não se tinha notícia do paradeiro dos assaltantes, apesar da extensa ação integrada das forças policiais.

Imagem do blog sigivilares

Chapadão Quintas 15 de julho

Avatar de Desconhecido

Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Deixe um comentário