Operadora Oi é acionada pelo MP por práticas abusivas e propaganda enganosa

A operada de telefonia Oi responderá a uma ação civil pública ajuizada hoje, dia 13, pelo Ministério Público estadual, na qual a promotora de Justiça Joseane Suzart acusa a empresa de cometer uma série de irregularidades e abusos contra os consumidores. Entre as acusações, estão a cobrança de serviços e produtos não solicitados pelos clientes, inclusive gerando dificuldades para o cancelamento deles por meio de aplicação de multas “com valores extorsivos”; indisponibilidade ou péssima qualidade de serviço de atendimento (SAC), fazendo o consumidor esperar muitas horas até ser atendido e o obrigando a repetir exaustivamente dados antes já obtidos; propaganda enganosa quanto à qualidade e alcance dos serviços oferecidos, sobretudo em relação à velocidade da internet de banda larga, raramente condizente àquela contratada; e fornecimento indevido dos dados pessoais dos usuários a outras empresas, que passam a assediar os consumidores com publicidade de serviços e produtos não solicitados.

Joseane Suzart solicita à Justiça que conceda decisão liminar para proibir a operadora Oi de cobrar valores por serviços não solicitados pelos seus clientes, deixando de aplicar multas extorsivas; de oferecer dispositivos incapazes de oferecer ao cliente a qualidade do serviço anunciada, a exemplo da internet de banda larga; como também para retirar as peças publicitárias enganosas dos seus veículos de circulação usuais que dispõem sobre as características e a qualidade dos seus serviços de telefonia e de conexão da internet, entre outras providências.

Aqui na redação de O Expresso esperamos há quase um ano pela instalação da internet Oi Velox, que inclusive teve despesas de instalação faturadas pela Empresa. Até a intervenção de altos funcionários de Brasília já solicitamos. No entanto a máfia das instaladoras é resistente: sem propina não sai nada.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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