Brasil ultrapassa China na produção de frangos e é 2º no mundo

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O Estado do Paraná tem 35% da produção nacional

Responsável por 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio, o setor avícola nacional conseguiu bons números durante todo este ano, tanto em produção e, principalmente, nas exportações. Para consolidar a boa movimentação, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou em seu último relatório divulgado que o Brasil deverá ultrapassar a China e assumir o segundo lugar no ranking dos maiores produtores de carne de frango, ficando atrás apenas dos norte-americanos.

A expectativa é que o País feche em 13,13 milhões de toneladas, alta de 3,5% superior ao ano passado, e ultrapassando os 13,09 milhões previstos no país oriental concorrente.
O Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) projeta que o ano feche com pelo menos 4% de aumento comparado a 2014 nas duas frentes: mercado interno e externo.

De janeiro a outubro de 2015, foram exportados 1,23 milhão de toneladas de frango para um valor de US$ 2 bilhões. O ano passado fechou com 1,28 milhão de toneladas e montante financeiro de US$ 2,36 bilhões. No que diz respeito à produção, o Estado abateu de janeiro a novembro 1,53 bilhão de cabeças, sendo que 2014 fechou em 1,56 bilhão.
O presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, explica que o setor atingiu bons percentuais de crescimento, “apesar de um ano de economia travada”.

“Focar na exportação foi uma das estratégias para o crescimento. O consumo interno, de 45 quilos per capita ano, também nos ajudou. O sucesso da carne de frango está diretamente ligado à sua acessibilidade. As empresas têm que continuar realizando esse mix que envolve o mercado interno e a exportação”.

O Estado é responsável por 35% da carne de frango enviada a outros países e temos potencial para atingir 50%. Com isso, conseguiremos, inclusive, aumentar o número de abates no futuro”.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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