Oh! Que surpresa! A Shell diz que tem interesse no pré-sal.

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Em meio às discussões sobre alterações no marco regulatório do pré-sal, para permitir a participação de empresas estrangeiras na operação dos campos de águas profundas, a Shell confirmou, nesta segunda-feira, que tem interesse em atuar no segmento. Para Ben van Beurden, CEO global da empresa, a abertura a outras petroleiras além da Petrobrás diminui o risco da operação e amplia os investimentos no País. A informação é do Estadão, numa longa reportagem.

Todos devem ler. A Shell quer “dividir” os riscos de prospecção do pré-sal.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

2 comentários em “Oh! Que surpresa! A Shell diz que tem interesse no pré-sal.”

  1. Que riscos se o petróleo já foi encontrado? Agora o que existe é o custo para retirá-lo de lá. Moleza né, ainda mais quando a cotação voltar para um patamar que compense arrancá-lo do interior do planeta. Coincidentemente, mas é só coincidência mesmo, o tucano de alta plumagem, Zé Serra, desinteressadamente apresenta um projeto de lei permitindo isso. A seguir vem O Globo e faz um daqueles editoriais “preocupadíssimo” com a Petrobrás e o país, e então na segunda-feira, a especialista em todos os assuntos, de física quântica a assuntos teológicos, a sra. Miriam Leitão na CBN defende a mesma coisa do tal editorial. Aí aparece, também por coincidência claro, a pobre Shell, doída para perder dinheiro no Pré-Sal.
    Uma pena que muitos brasileiros confundam Petrobrás com os governos de plantão, ela não era do PSDB e nem é do PT, ela é do país e deve voltar a ser de seu povo, o que infelizmente não ocorre hoje. A população deve lutar por isso e não pela sua entrega aos pedaços ou inteira aos interesses empresarias estrangeiros, aí sim teremos uma empresa gerando riquezas e empregos para o país e cobrando um preço decente para a gasolina e outros de seus produtos.
    Dubai fez do petróleo sua salvação, no lugar de entregar os lucros às petroleiras estrangeiras como querem muitos brasileiros ou roubá-las como muitos políticos de ontem ou de hoje gostam de fazer, eles usaram os recursos para investir em equipamentos turísticos e logísticos, incluindo-se um dos maiores aeroportos do mundo, um grande hub do Oriente para o Ocidente, chegando ao ponto de atualmente o petróleo significar apenas 7% de Dubai.
    Já entregarmos as telefônicas a preço de banana e financiadas pelo BNDES. Entregamos a Vale por espelhos como dizem que os índios faziam com suas riquezas há séculos atrás. Vamos continuar repetindo os mesmo erros?

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