“Não é o Estado que fiscaliza a imprensa, é a imprensa que fiscaliza o Estado”. Carlos Ayres Britto
“Barriga”: Justiça Federal convoca capoteiro, homônimo de um banqueiro
Moro ouvia o capoteiro em depoimento, quando se deu conta que era um engano. A “barriga” da Justiça Federal aconteceu na sexta-feira, o mesmo dia do depoimento conflitado do ex-presidente Lula da Silva. “Uai, será que usaram meu nome nesse trem?”, disse o capoteiro.
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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2 comentários em ““Barriga”: Justiça Federal convoca capoteiro, homônimo de um banqueiro”
Como o procedimento normal que é a intimação para comparecer a um depoimento foi descaradamente abandonado e usa-se a figura excepcional da condução coercitiva (usada apenas para quem se omite a uma intimação normal) fica a pergunta. E a vergonha que esse senhor passou e passará devido a ter sido buscado em casa ou no trabalho por uma viatura e conduzido por policiais para depor? E se fizessem o mesmo com quem defende isso, será que concordariam? Vejam que qualquer pessoa pode ser convocado alguma vez na vida para depor em uma delegacia ou juízo por atitudes de terceiros. A lei deve ser respeitada por todos e igualmente aplicada a todos.
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
João 8:7
Como o procedimento normal que é a intimação para comparecer a um depoimento foi descaradamente abandonado e usa-se a figura excepcional da condução coercitiva (usada apenas para quem se omite a uma intimação normal) fica a pergunta. E a vergonha que esse senhor passou e passará devido a ter sido buscado em casa ou no trabalho por uma viatura e conduzido por policiais para depor? E se fizessem o mesmo com quem defende isso, será que concordariam? Vejam que qualquer pessoa pode ser convocado alguma vez na vida para depor em uma delegacia ou juízo por atitudes de terceiros. A lei deve ser respeitada por todos e igualmente aplicada a todos.
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
João 8:7