Pessimismo toma conta das cadeias produtivas do agronegócio

É grande o movimento de demissões em toda a cadeia produtiva do agronegócio no Oeste baiano e regiões de produção agrícola do MATOPIBA. As informações não são oficiais. No entanto, notícias dão conta que empresas agrícolas estão demitindo uma proporção muito grande de seus empregados.

A chuva que ocorreu no final da semana passada e nesta segunda-feira acabou por trazer novas perdas às lavouras de algodão, o que aumentou o clima de pessimismo no setor.

Já se fala em grande redução de área entre os maiores cultivos do Oeste e na grande região do Matopiba, apesar das constantes valorizações nas cotações da soja e da perspectiva de chuvas alentadas na próxima estação de plantio.

O Índice de Confiança no Agronegócio que durante o ano de 2015 caiu 9 pontos em 100, volta a cair no primeiro trimestre deste ano de 2016 e a projeção é que caia novamente ao final do segundo trimestre. O Índice é compilado pela FIESP – Federação das Industrias do Estado de São Paulo e pela OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras.

Na agropecuária, o otimismo se mantém apenas entre os produtores de gado de corte. No entanto, a cadeia produtiva do leite está pessimista com o achatamento dos preços, o que é acompanhado pela suinocultura e avicultura, que enfrentam a alta no preço dos insumos e depressão nos preços de venda das carnes.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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