Falha humana grosseira derrubou o avião da Chapecoense

AFP PHOTO / STR / Raul ARBOLEDA
AFP PHOTO / STR / Raul ARBOLEDA

“Somente duas coisas são infinitas: o Universo e a estupidez humana. E não estou seguro quanto à primeira”, afirmava o cientista Albert Einstein.

Tudo leva a crer que o desastre aéreo que enlutou o esporte nacional e dezenas de famílias aconteceu pela prosaica falta de combustível.

O plano de voo da Lamia, a empresa venezuelana que operava na Bolívia, deveria contemplar uma escala para reabastecimento e operava no limite da autonomia da aeronave, segundo jornais e televisões de todo o mundo comentam. 

A iminência de pane seca não foi acusada pelo comandante da aeronave à torre de controle de Medellin porque ele poderia perder a habilitação para voar por até 5 anos. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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