Cotações do feijão ao nível dos produtores batem no mínimo

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Há um ano, o feijão da variedade carioca de melhor qualidade era comercializado a R$550,00 a saca de 60 quilos em São Paulo. O gorutuba chegou a alcançar 650 reais.

As ofertas, neste janeiro, indicam preços de R$130 a R$125. É por isso que o feijão, a principal fonte de alimentação proteica da classe trabalhadora, falta por temporadas na mesa do brasileiro. O mercado é especulado, está na mão de atravessadores e a confiabilidade nos mercados é muito pequena.

No Oeste baiano, a produção está cada vez mais baixa. Além da instabilidade dos preços, doenças transmitidas pela soja – também uma leguminosa – e as dificuldades crescentes na disponibilidade de água e eletricidade na irrigação estão fazendo o cultivo a desaparecer.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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