
Os corretores associados que formam a “bolsinha do feijão” em São Paulo informam que o mercado nesta quarta-feira recebeu novas entradas, porém a maioria das ofertas eram sobras do dia anterior.
Foram ofertadas 17 mil sacas e foram negociadas aproximadamente 58 % do total, restando até as 6:49 hrs a quantidade de 7 mil sacas.
O mercado ficou estável e os preços permaneceram iguais com exceção do carioca comercial nota 8 que sofreu uma pequena queda. Os lotes deste tipo (nota 8) saíram em torno de R$ 95 a R$ 100 a saca.
O feijão preto foi negociado entre 155 e 160 reais a saca de 60 quilos.
O feijão nota 8,5, da melhor qualidade, era cotado, no Oeste baiano, segundo a AIBA, a R$107,00 a saca no dia de ontem.
A desvalorização da leguminosa significa apenas que, num curto período de tempo, entre seis meses e um ano, faltará novamente o produto no mercado e os preços atingirão picos, como no ano passado, de até R$550 a saca.
