
Com menos de 48 horas de chuvas (45 para ser exato), as precipitações sobre Luís Eduardo Magalhães já encostam nas médias históricas dos meses mais chuvosos, como fevereiro, novembro e dezembro. Desde iniciada a chuva, a precipitação foi de 115 mm, enquanto as médias históricas dos meses recordistas está em torno de 130 mm.

Nesta safra, a chuva de fevereiro já é maior que novembro, dezembro e janeiro. Na safra de 2015/2016, só choveu mesmo em fevereiro. Em março e abril de 2016 a chuva nos abandonou e tivemos a pior colheita dos últimos cinco anos.
Se a chuva permanecer, por 50 dias, sob responsabilidade do fenômeno meteorológico denominado Oscilação Madden-Julian, poderemos ter uma das safras mais significativas da década, inclusive do algodão plantado em janeiro, que sofreu redução de área de plantio de mais de 30%.
Os danos causados pelos dois dias de chuvas são muitos na zona urbana de Luís Eduardo Magalhães, o que agravou a situação das ruas esburacadas e deixou dezenas de pessoas em abrigos públicos, desalojadas que foram pela inundação de suas casas.
