Energia que vem do caju e do babaçu

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A JBS Couros, de Cascavel, Ceará, aderiu à mistura de casca de castanha de caju e babaçu para o aquecimento de suas caldeiras.

Ao substituir combustível fóssil por material orgânico, a fábrica alcançou economia de cerca de 50% em custos. São consumidos mensalmente cerca de 500 toneladas de casca de castanha de caju e 60 toneladas de babaçu para abastecer energeticamente a unidade.

A utilização desses materiais também oferece grandes benefícios ambientais. Além de evitar o envio das cascas para os aterros, as emissões de gases nocivos são consideravelmente reduzidas. A unidade de Cascavel produz couros semi e acabados para os segmentos moveleiro e automotivo.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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