Na terra de José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco (1819 – 1880) e de seu filho, José Maria da Silva Paranhos Júnior, Barão do Rio Branco (1845-1912), de Rui Barbosa de Oliveira (1849-1923), de Oswaldo Euclides de Souza Aranha (1894 -1960), de Francisco Clementino de San Tiago Dantas (1911 – 1964), chanceleres e chefes da diplomacia brasileira, luminares da fixação das fronteiras do Brasil e inserção da Pátria na comunidade mundial, temos agora um pavio curto, violento e boca suja, incapaz de resistir à provocação de um jovem repórter.
Que perigo! Se depender de mentes iluminadas como a de Aloysio Nunes, em breve estaremos invadindo Bolívia, Uruguay e Paraguay.
