No jogo entre os nefastos da direita, do capital e dos interesses estrangeiros, a briga já é cruenta.
Aécio, Alckmin e Serra parecem estar fora da liça, depois de robustas denuncias de corrupção.
Sobra Dória e um incerto Bolsonaro, que faz continência a Moro, mas não recebe um cumprimento em troca.
Na oposição, Ciro se coloca na primeira reserva, afirmando que se Lula concorrer, desiste da candidatura.
Ainda temos a incógnita Marina Silva, que certamente não repetirá os 20 milhões de votos das duas últimas campanhas para a Presidência.
Agora, ela está comprometida com a delação do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, que está pronto a dissecar o assunto Caixa 2 na campanha de Marina. Léo afirma que Guilherme Leal, um dos donos da Natura e vice de Marina na campanha de 2014, insistiu na propina.
O pior disso tudo é que não existe nenhum registro de doação da OAS no Tribunal Superior Eleitoral. Isso significa que Santa Marina do Acre também deve ser julgada por fraude eleitoral.
O Brasil da democracia não conhece, no entanto, o Brasil dos conflitos, dos golpes e da luta popular generalizada. Um perigo iminente.

