
Hoje, dia 7 de abril, comemora-se o Dia do Jornalista. A profissão já deve estar inclusa em qualquer indicativo social do País como extinta. Passou para a história. Por obra e graça do ministro Gilmar Mendes, a regulamentação da profissão, que só contemplava formados em faculdades reconhecidas pelo MEC, foi extinta junto com a famigerada Lei de Segurança Nacional.
De profissionais reconhecidos, com registro no Ministério do Trabalho, os jornalistas caíram no vácuo do artesanato, substituídos aos magotes por audaciosos blogueiros e amadores de qualquer calibre, que hoje se constituem na famosa “imprença”.
Ao par de não ter reconhecida a profissão, nenhum pai jornalista hoje recomenda a profissão aos filhos. Apenas alguns órgãos governamentais ainda exigem o diploma para contratar jornalistas.
Agora só falta extinguir a data festiva, 07 de abril, ou a transferir para o dia 1º de abril, dia mundial da mentira e do faz de conta.
